Coleção pessoal de joseni_caminha

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⁠O homem solitário vive uma felicidade
construida pela sua imaginação ⁠que
funciona como mecanismo de defesa
com o propósito de mostrar o quanto
ele é infeliz.

⁠Enxergar os nosssos defeitos quando vecemos é o diferencial que nos faz nos mantermos sempre nos pódios e isso é para poucos.

⁠Quando os meus atos divergem do meu discurso, resultando na prioridade ao desempenho de uma turma diante de uma avaliação externa, nego a unicidade do ser e a diverdidade do corpo discente.

⁠Estar feliz é uma oportunidade dentre as inumeras adverdidades que a vida nos impõe, portanto, temos que saber controlar os nossos impulsos para não exigir além do que podemos conseguir.

Um dos maiores crimes do neoliberalismo é o fato de fazer com que aqueles que são vítimas da política excludente que o caracteriza, acreditar que o seu status quo é consequência exclusiva de sua incompetência de produzir um futuro melhor.

⁠Ser professor é enxergar a diversidade como um caminho norteador de sua práxis.

⁠Consciência é o limite que impomos ao regular nossos atos, quando a emoção tende a superar a razão.

⁠Infraestrutura...! É significativa para o processo de ensino e aprendizagem? Lógico que é, mas nada é significativo sem o prazer, sem a vontade de ser verdadeiramente significativo.

Sabemos que a alegria produz a endorfina que é o principal hormônio da felicidade e do bem-estar. Acredito, portanto, que o processo de ensino e aprendizagem significativo reside nas oportunidades alegres do viver.

⁠A dança é a melhor forma que o homem encontrou para expressar suas emoções oriundas de sua alma.

Por intermédio da dança a alma se materializa nos olhos dos que teem sensibilidade para enxergar o belo.

⁠Pesquisar é não se conformar como o óbvio que se repete sem se incomodar com a possível ineficiência da práxis. É acreditar que sempre podemos melhorar.

⁠Ser capaz de enxergar o que há de positivo em todos is nossos fardos, é construir a pseudo fortaleza que necessitamos para superar a nossa vulnerabilidade.

Os nossos sofrimentos se tornam os dragões em nossas vidas, simplesmente porque não conseguimos evoluir o necessário para entender que tudo que nos acontece faz parte do processo de lapidação do nosso ser, quanto humano, a questão é: devemos aprender a enxergar o que há de positivo em cada um deles, pois nem tudo que nos acontece é ruim em sua totalidade.

Nunca houve representatividade em nosso país, pois a política sempre foi e continuará sempre sendo um caminho para o poder, para a realização de interesses pessoais e partidários. A política é uma falácia da democracia, porque o homem em sua essência é egoísta. Nunca haverá um governo com propósitos da equidade, de uma governabilidade em prol da justiça e igualdade, sem diferença sociais, porque há uma desgraça maior chamada capitalismo que governa os governos, nas três esferas, e cuja existência e manutenção depende da exploração da classe menos favorecida. Pensar que o processo eleitoral nos conduzirá a um governo para o povo, não pode ser chamado de utopia, mas de infantilidade. Só acredito no governo do povo para o povo, por meio de uma ruptura de todo o sistema e isso sim é utopia em um Município, Estado, País, em um mundo de políticos e eleitores que somente sente a dor que o incomoda, pois empatia é apenas uma palavra que se sabe que existe, mas que não é praticada. Essa ruptura não ocorre sem luta e muito menos sem conscientização e principalmente, sem espírito de igualdade, que não se pode adquirir ao se filiar a um partido, tem que inato.

O maior mal que o neoliberalismo fez à escola, foi torná-la em um ambiente de
de profissionais na arte de auto-negar a sua capacidade de educar.

Você percebe que está conseguindo
focar em um objetivo,
quando você passa a sentir⁠
a necessidade de mais tempo
para continuar focado.

No mundo tecnológico do século XXI, vivemos bombardeados de informações, então, saber fazer uma triagem de tudo que nos chega, exige sensatez, visão crítica e principalmente, organização, para
que não sejamos consumidores de
informações improdutivas ou não verdadeiras. A dúvida que surge é sobre quais competências nosserão exigidas para continuarmos produtivos no século seguinte.

Procurar por um sentido
para tudo que fazemos
é oportunizar a passagem
pela vida, sem vivê-la.

⁠A solidão é um vazio
que te suga,
impossibilitando-o de encontrar
algo que o preencha.