Coleção pessoal de I004145959

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⁠Pede para você ficar presente para poder ficar ausente.

⁠Somos seres inteiros agindo parcialmente, uns mais, outros menos.

⁠A arte não pertence a uma classe; ela é de toda gente; ela é onipresente.

⁠Na era medieval predominava o projeto da eternidade;

Na era moderna predominava o projeto do futuro;

Na contemporaneidade predomina o projeto do 'aqui e agora'."

⁠Não querem debater, não querem saber, só querem vender.

⁠Qual conhecimento nos interessa mais?

O conhecimento sobre a vida dos outros ou o conhecimento que nos faz crescer?

Luto para seguir em frente, não para pôr fim ao luto.

⁠Infelizmente, o debate político, as pautas sociais, identitárias... viraram produtos de mercado."

⁠A Matemática é sempre abstrata, não existe na realidade física.

⁠Sempre buscamos o 'sim' da escuta, da concordância, do acolhimento...

No entanto, nem sempre seremos ouvidos, compreendidos, acolhidos...

Aceitar a dor da rejeição, do 'não', faz parte da vida.

Entre a carência do 'sim' e a sofrência do 'não'.

⁠Todas as vozes são bem-vindas no debate, mas não para impor verdades.

⁠O corpo é da mulher, então ela é livre para vestir o que quiser, quando, onde e como quiser?

Ampliando o debate...

⁠Embora a mulher tenha a liberdade de vestir o que quiser, o preço a ser pago na vida real, tal como ela é, permanece muito alto.

'Prevenção e caldo de galinha não fazem mal a ninguém' - essa é minha linha de pensamento.

⁠A mulher é livre para vestir o que quiser, quando e onde quiser?

Cada pessoa tem o direito de escolher o que vestir de acordo com sua preferência e conforto, independentemente do gênero.

No entanto, é importante lembrar que o respeito mútuo e a compreensão também são fundamentais ao considerar a cultura, contexto e normas sociais ao redor.

⁠Para cada decepção uma nova ação.

⁠Não é não é para todos.

Cabe a você não ceder ao jogo da sedução, ao canto da sereia...

Se assim lhe convier.

⁠Vivemos entre a brevidade do elogio e a eternidade da crítica.

⁠Às vezes dar presente é uma forma de não estar presente, de não escutar a gente...

⁠Amar demais o próximo não é um bom negócio para ninguém.

Amém!