Coleção pessoal de I004145959
Vivemos numa sociedade excitada e hiperativa, onde nossas emoções são minuciosamente disputadas pelas gigantes de tecnologia (Big Techs).
Fatos banais e irrelevantes tornam-se relevantes para as pessoas apenas por terem sido noticiados pelas mídias e redes sociais.
Estamos vivendo uma época em que a fofoca, o mal dizer e a mentira estão sendo monetizadas excessivamente pelas da mídias e das redes sociais.
Nos dias atuais, há uma certa exacerbação, uma lacração do horror, da tragédia e da guerra nas mídias e redes sociais.
Algumas pessoas falam mal dos outros com a intenção de afastar você, enquanto tentam se aproximar cada vez mais buscando exclusividade nas amizades.
Não é só amor, é preciso ter algum valor.
Não é só sentimento, é preciso ter algum reconhecimento.
Não é só zelo, é preciso ter algum respeito.
Vontades escondidas dificilmente serão atendidas.
Pois, requerem habilidade na interpretação de sinais não verbais, ao contrário das vontades expressas, que são diretas.
A pessoa centralizadora geralmente impede a ajuda dos outros, não deixa ninguém falar...
E depois sugere que, sem sua participação, nada progride.
Fixar-se na dor e no sofrimento como uma forma de garantir o conforto de sempre ter alguém ou algo para culpar.
E assim nunca se responsabilizar pelos infortúnios da vida.
Há pessoas que escolhem a dor como identidade.
Apreciam o sofrimento como uma marca da salvação, um caminho para o paraíso, para a eternidade.
Se nos concentrarmos demasiadamente no inverno, não testemunharemos a chegada do verão.
É crucial experimentar todas as estações.
Algumas pessoas optam por viver em um inverno constante, buscando sempre motivos para não se aventurarem.
Infelizmente, não tivemos o poder de escolher nascer ou não, nem tampouco o lugar onde nascer.
Uns nascem em berço de ouro, outros em berço de couro.
Cabe a cada um de nós escolher como viver antes de morrer
