Coleção pessoal de I004145959

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⁠Qual saber que mais nos interessa?

O saber da vida dos outros
ou
O saber que nos faz crescer

Eis a questão!

⁠A mesma mídia que combate violência contra mulher, alimenta e reproduz o machismo nas novelas, minisséries e programas matinais.

⁠Não é justo que todos paguem pelos erros de poucos.

Até quando devemos perdoar a ingratidão?

Eis a questão.

⁠Na era dos excessos, paquerar uma mulher pode nos custar processos.

“cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém."

Independente dos rótulos: burguesia ou periferia.

Somos todos escravos do sistema capitalista.

O que pode mudar é o tamanho e o peso da cruz que cada classe carrega.

⁠No primeiro beijo já estará desculpada.

O sangue ferve, raiva desaparece e o amor acontece.

Nem toda noite de sexta-feira é de alegria, nem toda tarde de domingo é de melancolia.

Aproveite o dia!

⁠Será que a dança do acasalamento realizada pelo pavão é também uma construção social?
Eis a questão.

⁠Família Tradicional x Família Progressista

Qual o mal?

Importante, acima de tudo, é que todos tenham o direito, a liberdade, o livre-arbítrio de escolher o formato de família que desejarem.

Se tradicional, matrimonial, conservadora, patriarcal, matriarcal, hierarquizada, nuclear, fechada, aberta, contemporânea, moderna, progressista... Pouco importa!

O fundamental é serem felizes com suas escolhas, e que cada qual respeite as escolhas dos outros.

É isso!

⁠⁠Impressionante!


Por mais que saibamos que um dia a vida termina e que, a qualquer momento, perderemos as pessoas que mais amamos, insistimos com brigas bobas em nossos relacionamentos dia a dia. Incapazes de perdoar, sempre donos da razão, continuamos intolerantes, impacientes, intransigentes, indiferentes, egoístas, orgulhosos, ressentidos... mesmo sabendo que um dia tudo vai acabar.

Assim somos nós!

⁠⁠De vez em quando, é bom a gente se olhar no espelho para reconhecer e entender que muitas vezes o que cobramos em demasia nos outros também habita em nós e, dessa forma, sermos menos intolerantes.

⁠Infinitos defeitos de um não eliminam os defeitos do outro.

⁠Se anular, concordando e dizendo amém o tempo todo, não é garantia de que vamos ficar com alguém para sempre.

⁠O fato de questionarem determinadas atitudes suas não significa necessariamente que acham você uma pessoa ruim.

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Não confunda alhos com bugalhos.

⁠⁠O movimento antivacina no Brasil tem um viés muito mais de negacionismo político do que de negacionismo científico.

A maioria esmagadora de seus defensores já tomou outros tipos de vacina por conta própria, o que torna uma contradição autodenominarem-se "antivacina".

⁠⁠Neste país, nem o povo se preocupa com o povo.

⁠⁠Vivemos numa guerra civil onde policiais e bandidos, oriundos do mesmo extrato social, lutam nas derradeiras brincadeiras de "polícia e ladrão" de suas vidas.

⁠⁠Nessa nação, não existe lei afirmativa que resista à ação dos oportunistas de plantão.

⁠Penso que, para diminuir a violência contra a mulher, é preciso, antes de tudo, educar o ser humano desde a infância até a idade adulta de forma permanente e contínua, visando formar verdadeiros cidadãos.

Criar leis e dar voz às mulheres sem atacar a "causa maior" não é o suficiente para reduzir o feminicídio.

Precisamos falar a mesma língua em todas as esferas da sociedade, visando dar um basta nessa situação.