Coleção pessoal de I004145959

2121 - 2140 do total de 2503 pensamentos na coleção de I004145959

⁠Nenhuma revolução é capaz alterar de forma significativa a situação da populacão.

Entretanto, nosso desejo revolucionário não pode cessar. Ele é fundamental para proteger a democracia dos tiranos de plantão.

⁠Vivemos numa "era de excessos"

Excesso de narcisismo
Excesso de informações
Excesso de exibicionismo
Excesso de vaidade
Excesso de ostentação;
Excesso de consumismo
Excesso de individualismo
Excesso de materialismo
Excesso de liberdade
Excesso de violência

Excessos de excessos

⁠Lógica capitalista

Quem está do lado fora quer entrar.

Quem está do lado de dentro não quer deixar entrar.

E quem consegue entrar, também, não quer deixar mais ninguém entrar.

⁠Não existe cura para o vazio existencial, faz parte da incompletude humana.

Tentar preenchê-lo com trabalho, religião, jogos, futebol, bebidas, festas, rede sociais, entretenimento... Não resolverá.

Precisamos aceitar e aprender a lidar com esse sentimento.

⁠Precisamos ir além do lugar de fala.

O lugar de fala do índio, do negro, da mulher, do gay... tem e deve ser em qualquer lugar.

Não devemos nos limitar aos nossos guetos.

⁠Dividir os escravos para dominá-los é uma prática antiga dos "donos do mundo".

O sistema neoliberal aperfeiçoou essa estratégia, separando os trabalhadores em guetos, criando assim, cada vez mais, novos nichos no mercado consumista.

⁠É triste ver uma sociedade que briga muito por melhorias salariais e muito pouco por melhorias estruturais.

⁠Em geral, a classe média brasileira se preocupa muito com a população pobre, ao invés de cobrar dos ricos, dos banqueiros, dos industriários, das construtoras...

É com essa turma que deve-se brigar, não com o povo.

Lutar para taxação das grandes fortunas visando reduzir a enorme desigualdade social brasileira.

⁠A inveja é inerente a natureza humana, independe de classes sociais.

Existe o rico com inveja do colega mais rico. E pobre com inveja do vizinho que melhorou de vida.

E isso!

⁠Presenciar "pobres" felizes vivendo o hoje intensamente, com Tv led, carros, Iphone, viajando de avião, tomando cerveja , assistindo futebol, novela , jogando dominó...

Tem incomodado muita gente da classe média que culpam os programas assistencialistas implantados pelos governantes.

Entendem que trabalham muito, pagam altos impostos para bancar escola pública, hospital público, bolsas famílias, programas sociais diversos...

Acham estão sustentando vagabundos e preguiçosos.

Um grande equívoco!

Afinal, pessoas preguiçosas e vagabundas podemos encontrar em qualquer classe.

⁠Nos conflitos "não" recebidos são sempre ditos, enquanto "sim" obtidos são sempre omitidos.

⁠Em geral, quando nos deixam no "vácuo" (sem resposta) é porque não somos prioridade.

A "correria do dia a dia" não passa de uma desculpa esfarrapada para falta de reciprocidade.

⁠Vida que segue, lema usado pela "geração selfie" diante dos intempéries da vida.

⁠Ambivalentes, contraditórios, egoístas, individualistas, insatisfeitos, incompletos e queixosos...

Assim somos nós!

⁠Palavras "politicamente corretas" não mudam almas perversas.

⁠O "senso crítico" do brasileiro só olha para o próprio umbigo.

⁠O que não falta nesse país são líderes políticos oportunistas disfarçados de moralistas e progressistas.

⁠Como no "toque de midas" os capitalistas transformam tudo em mercadorias.

⁠A soberba do "eu sei" e a autodefesa do "não sei" encerra qualquer tentativa de conversa.

⁠Vivemos entre a soberba do "eu sei" e a autodefesa do "não sei"