Coleção pessoal de celsonadilo

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Batida forte no coração,
os inimigos temeram,
pois não se retrocede
infeliz,
a guerra faz parte de
cada um de nos,
sobre tudo a vitória
se impõem sobre destino,
sua ira mero detalhe,
no terror do caos,
exposto por essa vontade,
que quando caímos levantamos,
tudo o somos é a unica verdade,
a inspiração da vida...
nos motiva dia apos dia.
tudo temos a cada instante
esta na bravura e determinação,
diante o medo,
somos privilegio de existir...
ainda assim nos tempos,
vos ainda será o arco do triunfo
que se abate a cada evento idealizado.

sou a tal luz que assim que balbucia....
com afeto contribuem com a vida,
atenua como a nudez,
implícita em tantas formas singulares,
tem se a tal ilusões displicente,
do algoz eterno,
vivido nas sombras,
desiludido numa de sonhos,
até febre sonsa deixa soluções,
nas profundezas do espaço profundo,
o esquecimento seja o amor,
em tantas lembras deixa solidão...

alma sem destino,
nas luzes do caos
o destino único...
para quem vive ou já viveu,
num mar da madrugada
o pleno ador do teu amor...
em tantos resquícios,
deslumbre apenas num momento,
tantos gostos apenas um delírios.

Para o tempo a origem que termina e começa.
quando tens termino se vê começos
na determinação a continuidade,
relativa num grau de compreensão.
nula pura a beleza expansiva
sendo ourinaria da visão...
a pareidolia é um fardo de consequências,
áridos mares do espaço,
tendo parâmetros parciais do amor pela vida.

Passagens unilaterais
julgo expansivos,
em luzes do passados,
se refletem em vários
instantes do estado temporal.
tendo diagramas do tempo
se destabiliza num traço
do ar cronico, gazes clonados,
os cordões estelares difunde
a orientação espacial,
com deformações gravitacionais,
se rebatem no sistema entregado,
dando ao caos a uma expansão
concluente no desejo que a o desejo,
informalmente, tudo desaparece
num ato de pensar que energia provocada
na expansão seja parte da morte da estrela.

pensar em algo inimaginável,
depois acreditar que realidade,
é a sintese de cada forma universal.
tendo em si a verdade que acreditamos,
as formas e jeito seja apenas uma parte da continuidade,
observando que a verdade sãos atos meros da percepção,
concedendo aonde está num tempo e espaço,
cogitando que acontece pode ser algo novo
esplendido, no senso do ser o âmbito seja o habitual,
ressurgindo, no que é o apogeu,
resumindo o ar vital do teu ser.
expressões que se dão apropriadas,
em momentos de desatino repelem o ser,
em proposito a gravidade se expõem...
nas dobras da variação atenua do espaço.
desvirtuando o instante, repelindo atos plenos,
dando o epilogo o status de vagante,
dentro de promessas, deslumbra com a realidade.

A MAGIA COMEÇA NO AMOR ETERNO,

apenas vagamos numa imensidão escura,

de mais a mais ate esquecer a existência,

os dia são perfeitos com amor e compreensão,

belo engano em ilusões expostas num instante.

sonho penso estar voando,

o céu azul amarga o desejo,

e ninguém sabe o posso sentir,

navegando entre nuvens...

que nem imaginava que existia...!

tudo o que foi existir um pouco na sua existência

sendo indefinido o sentimento que o devora...

Doces na alma rechiado de prazeres...
sórdidos momentos perdido
entre seus lábios frios
instantes tenros na luz que paira
nos braços do destino,
algoz determinado,
por essas luzes que influem
no espaço de tua alma,
o resquício que se encontra em cada nota,
espaçada em instantes insolúveis
representando o bem querer...

_Em momentos solitários
sinto a tarde passar...
tento te encontrar,
apenas tenho a imensidão.
espero a noite chegar
com a dor dessa vida,
sinto que tudo faz parte do passado,
então vou bebendo um gole de vinho,
pensando no veneno de sua alma,
e ontem esperei que chove se,
ninguém apareceu,
nunca em um teatro de vampiros,
sentirá a noite chegar em meus braços,
e beijo flui em meus ser,
mesmo nas profundezas,
meus sonhos são seus...
num paradoxo exclusivo,
entre os mortos nos amamos...

entre momentos
entre a morte
sentidos diferentes
ausentes
por assim então.
jogado por horas afio
e um destino.
te amar por amar
sem esperar
que volte ou apareça
de uma forma ou outra
desejei ate as profundezas,
entendo o abismo que conduz,
vagamente pairo num vórtice,
puro de complexidade,
vejo que abandonou a vida,
pois nunca amou como te amei,
realmente tentei, sabe,
não foi o suficiente,
sempre um mundo destorcido...

nasci do fogo,
nas chamas aprendi amar,
no desejo do momento
senti o ardor que ilumina meu caminho,
meus passos na escuridão são cobertos
na vontade de crescer,
ao cair me levanto sem remorsos
pois carrego medo em minha mãos
serei aquele que verá a ultima vez antes de morrer...

amanhece parece estou morto,
o dia passou em lagrimas,
a dor é apreciada,
numa canção
meus sonhos estão dentro do seu coração.

Quando o amor encontra a morte,
o destino transmigra para eternidade,
sendo seu julgo proferido numa ilusão...

Por favor seja real....
neste mundo irreal,
por favor tenha...
momento de lucidez,
quando todos dorme,
em suas ilusões somos verdadeiros,
em meio desbravamento alcanço suas lagrimas,
no que é proposito de tantos arrependimentos...

lances derradeiros
seus lábios frios
a imensidão é pequena
diante teu amor.
cada instante supera tudo
e qualquer circunstância...
se aderi a notória gravidade,
o espaço e tempo perdem o sentindo.
quando o imenso amor se nota até nas estrelas.

sou a fera incompreendida,
Solitária ate arredia,
embora a solidão seja amarga
seu fel é manto, entretanto
se tenha ser anti social
pois o diga entre as entrelinhas,
sobreviver num de sombras,
apenas escolher seus olhos na escuridão.
sendo no breu seus lamentos
até o amor ilustre...

momentos mortos...
nas laterais do mundo
tudo abandonado,
sobre a chuva que desejo,
tantos instantes
envolvidos numa garrafa de vinho,
embora os dias sejam absolutos
o Armagedom puro passado,
nada pode ser único até se acabe
tantos adeus sobre tédio,
sons da madrugada sórdida,
tudo se passou.

rosas sangram num tempo chuvoso
ela se despiu quando deixou
meu amor estava ali,
se matou quando amanheceu...
a luz deixou tudo até anoitecer,
bêbado de um sonho,
a crueldade da paixão,
o vinho acabou,
ninguém compreende,
as lastimas do espirito perdido,
nos teus lábios frios
pobres magoas deixadas na luz que se apagou,
no instante que desejo começou a fazer sentido.

momentos que seu desejo seja uma forma sem limites,

ate todos estejam dormindo seus lábios sejam a perdição...

anjos mortos
a morte parece uma boa pessoa,
entres dias passado covardia
apenas antenas que iluminam a noite
e você ainda respira a luz,
nas estrelas o enigma do amor...