Coleção pessoal de celsonadilo
_Me diga que seu amor nos separou,
estou sozinho entre os lados desse mundo,
amanheceu e sol bate na sua face,
deixou um recado numa pagina em branco,
achei que era um sonho mais era tarde,
momentos em lembranças no vazio do coração.
_Estou olhando no profundo do espelho
e tento me encontrar,
mais ainda alguém bate na porta...
tento compreender,
sinto a escuridão apenas luzes estão apagadas,
tento acordar de manhã apenas momentos de insanidade...
sendo sutil o pesar de sua alma perdida,
entre sonsas linhas desta realidade...
predigo desejo do além,
ardente com calor do inferno tenho o amor,
nas voltas do luar embriagante
virtuo o sentido de seu post,
atravesso dimensões do caos,
expresso tantas vontades apenas o tenho o instante...
abrupto sentimento num gole de veneno...
a observo na linha atenua da vida...
e balbucio nos laços do teu amor...
sinto o silencio que toma conta de tudo...
repasso a voz na minha mente...
os zumbidos afloram sobre as sombras...
e reflito um sonho de prazer...
neste momento a sinto seus lábios frios.
os diga sois a prisão de tantos,
em simples desejo da noite...
a imensa dor que arremeti,
dentro da fúria algoz de tantos terrores
simples como as alucinações da madrugada...
desvirtua sensações de arrepio...
faça do caos uma emoção num delirio sem fim...
e tenha a certeza que a insanidade seja compartilhada,
por aqueles que governam sem menor virtude...
Está sendo controlado,
mesmo que acorde
pense na verdade
somos muito e nenhum ao mesmo tempo
não esquecemos nem perdoamos,
somos uma ideia,
esta ideia é a prova de balas
dentro contexto corrupto...
aonde se destorce o real papel da existência...
_Me pergunto porquê tais propagandas as vezes é uma ofensa a inteligencia.
as vezes me deparo com coisas piores.
pois o povo vê o quer ver na pareidolia politica.
Assassinos de minha alma,
tento me calar
numa morte sem sentido,
seres pujantes em mares mortos,
em espaços de esquecimentos
por morrer meus ideais
sejam ditos em sonhos,
protelar e calar um sonho,
venha a ser a liberdade...
vulgo surdido num surto
clamo que acordem
pois os escravos da ditadura imposta acordam,
como meros fantoches do sistema opressor,
desvendam seu credo das profundezas da ignorância racial e descriminação...
vulgo cegos passionais,
revolta uma questão de opressão...
nesses poréns estão tantos sensos,
que não á compreensão.
num marco da escuridão a fome e descaso social se tem muitas verdades,
para poucos os atos de uma vida melhor,
somos marginais funcionais para tais é outro contexto...
atos que munda seu futuro são apenas comemoradas na insanidade de homens que estão no poder...
paraíso num mundo de riquezas, enquanto pensamos o que será do amanhã.
em tantos fantoches se confundem com sombras desta caverna....
monopolismo são noticias que não compreende em acordos fechados... o mundo tem as balelas que ninguém entende pois sempre é tarde...
o tempo passa tudo que tem são temores...
se tem algo para aprender será tarde...
os sonhos ganham dimensões nas verdade que nunca se calam...
quando é amando
por amor será o amor
sendo amor para o amor.
se tem amor para ser amado,
enquanto amar é o amor,
sempre será eterno o amor.
linha temporal e dimensões paralelas
Por: Celso Roberto Nadilo
Cada um tem um tempo na sincronia temporal,
sento linha do destino o esfeito em cascata
tendo assim eventos repetitivos algo efetivo,
da linha temporal dado o ápice do que decidiu,
então se pensar assim o que pensou,
nunca foi que estava na sua mente,
pois o que pensou ser uma escolha já esta escolhido,
embora seja livre suas opções são determinadas por um fato
dando versões múltiplas de si mesmo,
noa atos da evolução, mesmo repetindo ato ou inerte
a imposição do eventos da realidade,
se pensa ter a razão por si próprio,
a evolução intelectual faz parte dessa equação,
o momento virtual só deixa mais evidente as dimensões paralelas,
o curso se arremete horizonte de cada evento,
então orbitando a cascata se tem a dimensão de fatos
como se fosse sua decisão....
tendo amplitude do algoz se tem vertente da ação do caos.
e todo caos tem sua ordem.
tudo pode ser descrito...
e editado embora seja um detalhe...
venha em voz o audaz
de tantas vertentes apenas esteja
num instante abeira da mesa.
retalhos de uma visão tua,
estando num outro mundo.
embriagado por um gole de tua alma,
o resquício seja próximo gole de agonia,
bem como outros dias o veja...
Poema que governa
nos laços do teorema
sois cada estrofe deste soneto,
no glamour de tantas vidas,
sois o desejo eterno...
que busca profundamente em teus sonhos,
momentos furtivos,
em instantes inesquecíveis,
as obras do acaso nos encontramos.
no ador do amor somos uma unica nota,
entre sussurros se tem o amor.
nas eternas declarações te amo...
e o para sempre ganha outros valores...
quando acordamos desde sonho estamos mortos.
Tenha grandeza dos cegos e mudos
que tem uma compreensão maior do mundo.
sendo sensato ter gratidão pela vida...
nos momentos insanos
por ter um temperamento voraz,
nas maioria das vezes
se torna um agente do caos,
por protelar sua própria vontade,
num mundo poluído...
tudo pode ter um conteúdo vazio...
_Faça eles te ouvir
grite se for preciso
seja louco
na insanidade do mundo,
cale os algozes,
na difusão das almas
sendo essas ouvidas
e preserve seu ser para eternidade,
loucos por não te ouvir,
mateiros na malicia de ser.
autentico na voraz na voz de um sonho...
embora vendido na bases do ego,
simplesmente morto e esquecido.
para todo sempre será pó ao pó
bem vindo seja a trama eterna do amor.
Corações perdidos
numa linha atenua
a voz aguda do desespero,
alinhas aos temores do destino,
sendo a classe menos favorecida...
monstros agonizam a espera de um milagre,
sendo silenciados pela distinção social,
homens choram igual crianças,
ninguém compreende sua dor...
muitas vezes o dinheiro é magico...
mais a esperança é única...
tantos representantes políticos
e apenas um sentimento...
de uma vida melhor e direito de existir.
muitas vezes escrever tantos seja apenas
palavras jogadas ao vento,
já ouvi muito...!
apenas tenho a ignorância de quem é esquecido,
''Eu tenho um sonho''
reconheço esse sonho todos dias...
Acordo na escuridão de meus pensamentos,
está escuro dentro da minha alma atormentada,
fora de tudo parece perceptivo até definhe
nos abraços que sonhos, puros delírios...
desfeito na insanidade incompreendida,
a sinto com toda vontade mesmo inesperadamente,
o horizonte as lembranças bizarras de um mundo,
aparentemente se foi como programa que nunca pertenci,
o que fui e sempre serei muito triste tentar refletir,
mas as noites se perdem num fardo,
as coisas se despende as pessoas somem...
tudo continua como se não ouve se fim ou começo...
por pior seja ainda quero ver o fim
num olhar perdido se no infinito.
A educação e o lixo
Se é educado, parabéns, a vida ganha mais qualidade de vida,
a lixo, a falta de investimentos, de quem é a culpa?
Pare e pense,
para quê perder tempo,
saneamento público,
respeito a vida.
Só passatempo qualquer,
puras palavras jogadas ao vento.
Sonsa responsabilidade ambiental
descaso natural,
recesso parlamentar,
um dito popular
a vida pode esperar!
Tanta insanidade,
falta de respeito,
patrimônio da humanidade.
Palavras sem significado,
vida desconexa.
Responsabilidade sustentável.
Tudo soa descartável,
reciclável, embora a responsabilidade seja de cada um.
Esqueça só mais um momento no conceito humano.
banir os plásticos
lixo diminuí
a natureza agradece
a vida se torna melhor
o sentimento de desapego
torna se parte do cotiano
em momentos simples
tenha uma verdade,
descartável não bom para ninguém...
pare pense deixe a natureza viver...!
fagia entre consignação
submissão em alma derradeira,
desvendando orientação da estrelas
refúgios no translado de cada medo
ansiedade moral no infamo do ser
espaçado em voz tremida deixada ao acaso,
a luz relativa na expressão esquecida
num resultado mero sentimento.
largo vontade que se da com fome
sendo ansiedade arremetida
descontrole profundo instante...
as emoções são apenas gatilhos
ainda mais o sofrimento se destila
profundamento no poço sem fundo.
desatino em correntes insanas.
_Diga me amor_
entre momentos fantásticos,
a alma consome o fogo,
sendo o espirito o desejo,
pairando no infinito da imensidão...
seja os fonemas dispersos
em sensações de prazer
sussurros de amor
bem baixinho, desejos,
os céus são musica que invade seu corpo...
em volúpia voz que atordoa
entre vastas dimensões...
a língua invade seu ser,
difundindo a transição do seu algoz
dando a luz a exótica alma,
sob as somas irreais,
desejo de luxuria,
ainda assim é o amor.
nos profundos gemidos
tem se o sétimo sentido,
na loucura exposta na madrugada
áudios que transfundem a mente.
em movimentos de sensações
prorrogações no âmbito do julgo...
ganha se o ador imposto pela luz,
a gravidade se perde na extensão...
de ares pesados pelo aroma da espirito perdido...
de fato sendo o castigo do desejar...
mais a mais o calor embriaga
num suplicio de cálida alma,
verte a magia do ritmo,
abraçando forte, sendo magico...
Entre imortais
jogos de prazer
seu coração sangra...
seu deleite torna se vital
como alma que vaga
em busca de amor perdido,
nas translações do destino
a amarga luz do dia que amanhece,
solitude no ápice do luar
vozes viajam em pensamentos,
para os quais esta na cama
ainda lembro que senti quando a vi,
o regaço do ar frio destrona
em abalos da ultima noite,
sentimentos privados,
atroz aurora que inunda a virtude,
sob as deusas da noite somos cúmplices
de tantos crimes que cometemos
será á um perdão?
em meros vultos somos sombras
que se arrastam na embalada noite,
nos momentos que se passam,
vultos que adquirem vida...
preceitos e preconceitos
denotações
funções
desejos alienados...
transtornos,
sentimentos,
declarações,
ditos populares,
ainda seja seu preconceito,
em firmamentos,
palavras ao vento...
consignados mero relato,
perversões,
destinado a relevância
atos públicos,
julgo da sociedade.
