Coleção pessoal de celsonadilo
meus dias são passados na solidão de revolta,
que instantes são tomados pela indignação,
muitos alienado por sistema falido,
tantos roubam suas vidas, com promessas falsas,
tudo temos mais dia de domingo,
muitos na frente da televisão,
programas de mortos que criam momentos para eles
ainda aplaudem meros espectares,
sonhos bordeiam a mente,
te fazem passar tempo embriagado,
enquanto pessoas morrem
em dilemas que deixaria o paradoxo inerte,
pois tem apenas em suas convicções são apenas lembranças
ou uma vida que não te pertence.
tudo é louco neste mundo insano,
o dilema de ser e viver entre os mortos,
apenas espectadores no destino implacável,
quem vai lembrar os grãos na criação do universo,
sendo a lembrança do nada para o caos
ser lembrado por suas atrocidades
apenas para que sejam lembrados
por isso é dito feliz o que é a felicidade em um momento atroz.
Celso Roberto Nadilo
seja o fogo da paixão...
alma que morre
sem a vida que me deu,
bem querer com desejos dos mares
maré alta ressaca é certa,
noite bela nos adores dos céus
a sensação paira pelo profundo do ser,
julgo ser o momento mais lindo,
mesmo assim desejo mais que viver.
me diga que amanhã será melhor,
na praça criança choram com fome,
sonho com o paraíso de dias melhores,
ainda roubam suas vidas
mesmo assim estamos vivos...
as chuvas levam todos sonhos realizados
ainda assim amanhã será melhor.
olho os dias se passarem em lagrimas correntes.
linda alma que se perde entre luzes da imensidão, sobre o ritmo da agonia do sonhos que abatem sob a vida.
tentando ser livre num mundo de prisões
atentam contra soberania,
infortúnio o seja,
mero fruto do desconhecido.
sou apenas uma flor
sobre um passo do Armagedom,
simplório seja meu sentimento
além do caos o sonho de paixão,
esquecido num momento
abraçado na solidão,
para o que sonhar alem do viver?
singela flor que se dissipou
nos ventos que sopraram
sem rumo para vaidade através do sussurro
de teus lábios a nudez que implora por amor.
crescente na decadência tão atroz,
responsável por meras parábolas,
sorrisos presente num vazio ausente,
simples atenuantes para o julgo o fel,
perdições do prazer do expresso,
sentimento agonizante...
por mais que queira
as sombras...
tem seu ardor da sua paixão.
O paradoxo do vazio do espaço
intensões e sentimentos
no vasto da imensidão.
perguntas e respostas são relativas
o núcleo de cada ser
deve desvendado,
pela supremacia do ser,
oposições ativas a divergência,
para o espaço a referencia
do ar e gases que se dissipam,
nas fronteiras da luz.
sendo compelida a compreender a existência da vida.
_Se mente pensa depois existe
por consequência do paradoxo
acho o achismo uma expressão
atônita do anonimato
de repente a iluminação
torna se uma versão irreal
do espaço existente.
pois prologo é infinito
sendo expresso um ato de desespero.
remontando ato no espaço e tempo,
pareça um novo instante...
seja apenas a onda de representativa
da existência meramente o estagio da perfeição
desatada em nos entre as cordas...
essa teoria é julgo propenso no seu ser
respectivo, o abraço da gravidade
dentro da escuridão a matéria escura
exista em apenas em uma virtude...
calando os pensamentos,
então por um breve momento tudo existe
até não existir mais, sobre o pretexto
a evolução te marque para um outro instante._
O desrespeito com a natureza
descaso tem seu preço,
inundações, desamentos,
chuvas sem fim calor sem fim,
o homem ainda não compreende?
será não suficiente?
tenha consciência o lixo e a poluição
não fim da humanidade!!!!
mais um momento para refletir
e mudar suas atitudes recicle
crie mundo melhor o planeta é único.
quando ver a que a vida pode ser melhor
se vivemos por um mundo melhor.
mar abriga tanta vida...
tudo é lindo o homem o transforma em um lixo.
será bom pensar no futuro pois hoje é presente cheio de lixo.
Caos no silencio da alma
espirito que cala se
na fome do destino
desejos que se consomem...
no deslumbre grandioso...
sons ecoam sobre o espaço,
sendo a gravidade se curvando no espaço
as dores sentimentais espreitam dentro de si,
com interlocução interrupta da vontade de existir,
para contemplar uma unidade estelar
o paradigma torna se disparate de todavia
o âmbito para um único instante
concebido bela graça do teu ser.
sendo citado em protelar sob julgo...
da eterna visão do ultimo momento
explicito o seja pois qual seja o sentido
aparente sem profundo em teu coração frio.
a imensidão ganha uma nova versão
na grandeza monumental de um olhar
simples e verdadeiro.
noite de agonia
força que se despede,
num mar acrônico,
fogo da alma se torna
o deserto eterno.
sinfonia de desejos,
espirito inóspito,
dores de cortesia
na tendência na escuridão.
rosas vermelhas são violetas
na violência apenas rosas...
no fetiche apenas rosas purpuras
rosas são rosas mundo cor de rosa,
vinte e oito dias de agonia
sobre a escuridão
sentimentos ardis
na ilusão do tardio instante
sua voz aperfeiçoada por uma maquina...
ainda tenho sonhos com você
mero instante derretido em ilusões
até primórdios da mente,
tudo repete um resultado do lupe temporal...
momentos que fogo tem cheiros e gosto...
sentimentos que o gelo desdem qualquer desejo,
o cheiro da água tratada sentimento de desespero,
quando chove sinto o gosto da paixão,
entre a disfunção da tecnologia a perdição da alma,
no resquício apenas lamentos o frio num instante tantos absurdos.
dores do infinito da alma
respectiva num horizonte profundo...
solidão para um único momento,
sem destino para o amor.
quando mundo vive arte
arte copia o artista
vendo mundo outros olhos
apenas decepções a delírios
sendo assim um marco na arte
o contemporâneo realça a vida
pois então disseres são pensamentos mortos
pela vitalidade do instante cruel e derradeiro.
a convergência e advertência.
dados ou fatos nega los negligencia.
seja oriundos de um mundo em decadência,
ou veja conversão de dados na vital mudança social,
a abstinência convivente demonstra a verdadeira índole,
num ato de desespero tudo parece bonito legal...
tendo para si a real colocação dos fatos.
dos dias passado apenas lembranças
mundo austero simplesmente o amor
sempre tantas memorias perdidas
em virtudes alimentadas por minha alma,
simples retalho de contas por mais um dia,
seu face fria me intriga em diálogos curtos
desdenho em sonhos de ilusões...
entre despedidas e erros que cometi
abraço cada instante do passado...
novo recomeço diante erros e a acertos
sussurro entre vento que urra diante tantas ilusões
num mundo sobreposto, pessoas utilizam
artimanhas entre o absurdo e literário,
a vertente reluz em outro algoz...
_Da minha tristeza minha alma
tenor do coração
liberto por meus desejos
obscuros, momentos que choro
em teus braços minha lamentações...
sendo meu pensamentos sensações
sem destino minha paixão derradeira...
fato o esquecimento entre as sombras
estarei dito ao meu algoz, bem dito...
momento inesperado em teus lábios
compaixão,em vultos de minhas alienações,
bem como o qual de derradeiro sinto,
para aonde sinto as janelas de ilusões,
num manto de agonia meu amor.
sensatez, embriagado por instantes...
a noite cai sobre os braços de amantes,
cruéis estado perfeito a lua está cheia,
involuntária a solidão marco de um desejo
em vão sobre mármore gelado gotas de sereno,
chuva que a fonte dos maiores adores...
num ar sussurros do vento em clamor o amor.
varrendo as ruas vejo momentos de desespero...
o mundo é um lixo a céu aberto,
tantas promessas o lixo continua crescendo,
as ruas cheias de lagrimas,
mães sem filhos, perdido num mundo de ilusões...
