Coleção pessoal de celsonadilo

661 - 680 do total de 4054 pensamentos na coleção de celsonadilo

É estupidez destruir a natureza!!!
depois aonde será vão destruir?
natureza sempre tão linda,
será isso vão deixar para o mundo.
um planeta morto...

_A natureza tem culpa de existir,
o silencio denuncia a morte descriminada...
vitimas da ganancia...

_Não deixei a beleza da natureza se calar...

na madrugada sinto seu cheiro...
seu corpo banhado em sangue
desejo toma conta da minha vida
num desejo louco
se bate em minha insanidade...
sendo ar romântico
que a delicia na virtude da noite.

queimando os sentimentos em cacos de vidros quebrados...
sinopses de grave denuncias... voltada a natureza,
tudo se despede num lapiso de lembranças mortas pelo desmatamento.

Que achou não achará mais
o tens não terá mais,
o tens do além...

porque você é tão real neste mundo abstrato...
mais um cole de absinto vou ter a certeza da sua ilusão,
componho letras num contexto de momentos na minha solidão,
e vejo tantas coisas que se fragmentam na historia.

veneno que alivia a dor,
entre os dias de tormento,
tantas vozes que suprime,
atos que virtua as melhores decisões...
mesmo assim respiramos...
nos maiores ideais são prescritos...
num ar da fumaça que draga...
seus valores e pensamentos
são detritos que num deposito de emoções.

realidade aceitável,
na compreensão te tantos estamos errados,
para poucos vemos a verdade,
no escuro de nossos pensamentos somos realistas
ter a razão não tará a tona a verdade que vivemos
até estamos todos nos braços da morte,
a magia é parte da ciência,
num exato momento que tecnologia for exposta.

semânticas te corrompe
nos atos mais violentos
os dias são prisoneiros
de uma vertente os tens
num virtuoso muro de lamentações
o verbo ganha novas adversidades
rompendo a prisão de seus sentimentos
alienados,
os respectivos momentos de lucidez,
anjos contribuem na ilusões,
ainda assim querem o melhor para você.
na essencial realidade de vetar a solução,
o silencio é resposta aceitável,
até tenha melhor compreensão do fatos.
mentiras se sobre saem ainda tem a vantagem...
nos laços do frio tem corrução em segundo plano...
mensagens vazias no melhor instante...

entre monstros
sou apenas uma opinião,
sentimentos mortos,
estão entre nuvens,
e mesmo assim ainda gritam,
suas vaidades os consomem,
a guerra continua fria,
anjos mortos lhe oferecem rosas,
espinhos venenosos,
outros dias queimaram o sentimento,
abraçaram a morte,
tento para si a verdade do esquecimento,
muitas verdade se calaram,
num estado frio e profundo...
suas vaidades os consomem,
no imenso temor, nada mais existe,
enquanto resistem nas sombras,
com ador de sonhos e episódios de insanidade,
que seria primeira vez que tocou seu coração.

vejo que tudo é parte de filme,
por esse motivo a maquina quebrou,
num instante senti que estou imerso,
está chovendo misericórdias,
e tudo é aparentemente ilusões,
realidades de um mundo sem conclusões...

cair é fácil
levantar faz parte da continuação,
superar o dia a dia faz parte da alegria da tristeza,
ao longo do momento tudo esfria ou esquenta,
na verdade que vivemos além dos sentimentos,
vivemos em plenamente o ador que mundo pode ser um pouco melhor com que deixamos,
pois somos a poeira que varri o espaço no infinito...
nessa imensidão damos a compreensão adquirida das eras,
para cada segundo de nossas vidas apresentamos erros e acertos na continuidade.
lembrando que somos somente uma passagem do tempo na história,
resultamos tantas expressões em pequenos atos...
e tento sentir o vazio da humanidade...
reflito na ausência da luz reprimendo a escuridão.
compelido ver que a diferentes caminhos a luz esvare num sonho repentino,
a cada dia no reflexo de nossas heranças,
damos a virtude do amor,
no resquício do termos da vida são notórios,
o fluxo do tempo e espaço.
e glorificamos o sentimento em realizações,
que bate de frente a um monumento do desejo de viver o amor.

A trás dos montes a chuva se esconde com sentimentos ao longe,
seja translucido o ar que que se abate sobre as campinas...
a vida se comprime no momento que fogo da descompaixão,
se a formas de meditação para que viver se não á vida...
se poema tem vida própria num mundo de desilusão,
a água se polui a terra morre aos poucos ainda assim se faz desentendido,
o que faria se fosse sua carne seu corpo... ali pegando ultimo folego,
daria salves num interpretação da padarias secas pelo momento que tempestade chegou.
mesmo assim vida morreu apenas o lucro ficou...
esse viver estranhamente esteve numa lembrança de sonho.
este sonho vivido reclama atordoa seus pensamentos,
sorri continua sua vida num cargo burocrático,
penso profundamento no impacto causado.
os tens em derradeira angustia fundo de ajuda novos movimentos,
o que muda diante a vida perdida.
por Celso Roberto Nadilo

abnegados...
nas fronteiras do conhecimentos
flutuamos nos paralelos a adversidade...
o bioma desaparece no descaso...
seu livre arbítrio deflora a fauna,
esse logo terá alto preço,
pois tudo tem um preço...
será tem mesmo seguir esse caminho...
até mistérios da audácia de reproduzir a vida,
mesmo assim tem a capacidade destruir,
tudo parece tão fácil de destituir,
socialmente se referir a novas fronteiras do conhecimento,
embora seja virtude de guerreiros de um desejo...
de facções verbais transmutem a revolução ambiental.
pare e reflita cada momento que expresse suas vontades,
pois o mundo não oferece redenção aqueles que o destroem.

transferência opcional,
divergência num conceito
trás a diversidade o sentido
sendo a vida torna se insurgente,
quando aparecer novamente será diferente
num novo conceito tudo se adapta
até que se torne convergente...
sobre mar de morte a vida ressurge
num novo conceito o lapso de tempo
converge num ato desgastado dos seres ali habitam,
com deformidade do caos causado por suas desmandas...
derivamos o amor para paralelas fontes de outros mundos,
no desacumulo de opções e alternativas se tem o braço eterno.

no sopro da solidão,
mero proposito acidental
desejo submisso
em desespero único,
fogo da morte de sentimentos,
num expresso de calmaria a sinto...

Seja meu algoz num sentimento singular,
transmuto num vórtice oriundo da alma,
especular o sentido da existência...
fruto de admiração no desejo de reter a verdade,
entanto seria o momento numa volta do ser
na pureza o olhar do desejo na centralidade,
prevendo a ansiedade de outras virtudes,
o embasamento atravessa sinuosas cavas da mente...
assim respectivo trauma abre uma fissura num mundo suspenso.

Conheça a sua alma como a ti mesmo e terá a vitoria entre os maiores inimigos.

amor despedida dessa vida,
que viva seja essa por sua sina
em tantos redemoinhos dessa vida,
seja apenas um beijo até fim,
sendo puramente um sonho,
desejo perturbador,
seus lábios em chamas
num clássico,
virtudes que atravessam eras,
na paixão que destrói mundos,
proibidos desejos...