Coleção pessoal de celsonadilo

601 - 620 do total de 4054 pensamentos na coleção de celsonadilo

dentro da alma...
o fluxo continuo
retrai a disfunção,
pura atuação,
que se transfunde
o espírito na causalidade.
sendo primeira impressão.
a surgir na adverte
na suposta insurgência
sobreposta num teor
pleno do algoz.
demasiado no eufemismo,
censurado por conter alienação
da demais difusões declaradas,
do resto que prepõem si no tal julgo
prorrogando a exposição...

plagio de sombras
nas sobras da vontade,
sendo a beleza sombria,
bem se vendo a escuridão,
entre pujantes vultos,
momentos cinzentos,
no atos mais plenos,
noite escura e virtuosa,
para luz ser perder e renascer,
na linha do horizonte,
o olhar com frieza,
versão, em brumas,
show, se da por vendido,
refugio, que é rompido,
nos dias que se passara,
para tais instantes.

sinta movimento
mexa se num sonho
tenha a certeza da liberdade...
grite até não ter mais voz
ninguém vai ligar
pois será um sonho que se apaixonou...

na nostalgia da madrugada te amei cada noite ate amanhecer,
não esqueça da melodia que embala na noite que chega,
entenda amor que está noite somos um só até que dia acabe...

quando escuridão não importa mais,
ninguém liga se estrelas estão mortas,
no julgo eterno de sofrer num lamento
cálida alma que paira,
sobre as profundezas
ditos do esquecimento marcam sua vida.

tantas palavras no silencio...
seu olhar recua na adversidade ,
tentei serio e caminhei na escuridão,
anjos tocaram meu coração,
senti muito a chuva cair,
sobre tantas iras
se da verdades perdidas...

meus sonhos são para você
na eternidade do nosso amor
lhe tenho por um instante
é o bastante para sempre ter seu amor,
na tristeza da solidão estarei feliz
pois encontrei se amor...
infinitamente,
será meu único verdadeiro amor,
minuto a minuto serei feliz pois te amo,
meus melhores momentos foi quando te conheci,
sempre te esperei num momento magico
seu olhar sempre foi minha vida,
para sentir imensidão do teu amor.

_Tentei sentir a sua natureza dentro de mim,
senti que sempre foi um anjo do Armagedom,
pelas planicies do seu corpo senti seu amor,
sobre as rochas senti seu espirito vagar entre sonhos,
mais uma vez seu olhar atravessou esse corpo
como as corredeiras desta cachoeira...
imaginei viver até o luar terminar em seus lábios.
vendo assim o deslumbre eterno...
e o grito do peito seria sua voz
na ausência da vida seria unica
verdade que teria dentro da minha alma...
e essa essência seria o tudo para imensidão...
as nuvens seria feitas do seu calor e amor...
abrangeria nossos dias e noites
até tudo seria o novo começo,
ninguém ira julgar a história,
havendo momentos que chuva seria suas lagrimas...
o tempo pararia para que visse seu amor.

tente compreender a morte faz parte de você...
apenas deixo mais perto do fim lamentável...
sabe sei o quer...
na transição do infinito tenho o desejo da escuridão.
tudo está estático, na teorema de seus sonhos,
não tenha vontades sobre o fim,
estará nos transverso desta vida.
para ter o gosto do veneno...
sem transparecer seus verdadeiras intensões.
esperar passar por portal do paraíso...
que tem sonhos de desilusão...
nos braços do desconhecido,
tens se o derradeiro prazer entrar nas dimensões
que tudo pode a deliciar ate o fogo queimar,
nas ilusões caminhei ate o mais profundo sentimento,
atravessei a morte estando tão satisfeito
caminhei nas sombras ate encontrar o fogo eterno do teu amor.
e nada me deixou melhor até voltar a está vida.

no horizonte de tuas vaidades
sou um criminoso...
desvirtuo seu corpo e alma
nas minha perdições,
sois tudo que quero,
mesmo nas horas inesperadas
a pegada torna se alvo
da tradução do caos da minha mente...
sabe nos desejos mais instáveis,
seus adores transcende...

as canções que profanam
e os sentimentos que condenam,
ressoam sobre delírios que amam
sob os últimos pedidos o perdão,
mesmo nos instantes finais lembram
de tudo que é possível para livrar da dor
tudo a remente a todos elementos que salve...

amor sentir meu coração,
estando sobre mares
dessa vida as ondas tremulam
nas curvas do seu corpo
sendo singular,
o vento sussurra palavras de amor,
e sinto meu coração tão vivo,
como fosse o por do sol,
seus lábios molhados...
num mundo distante
seu toque avassala a alma,
sobre as pedras a vejo iluminada...
num caminho de luz
sinto teu amor atravessar eras.

_Atravesso o manto da escuridão
a tenho por um momento
e espero por tanta tempo,
esse privilegio que a morte
ganha dimensões entre dimensões,
esbravejo por um beijo,
e a tenho pois está na minha eternidade...
meu vicio a levou a loucura,
e senti cada desejo entre todos mundos...

_Posso te amar além da eternidade sempre serei grato por teu amor,
vejo sua luz atravessar as nuvens demonstrando todo seus amor...
sendo fruto de seu amor meu coração_

alma se cala na solidão...
para tais momentos o coração frio...
no mel de teus lábios...
a musica torna se opção
de desejar...

Domados pela morte
dominados por ilusões
na dramática face displicente,
nas magoas em clamores de sonhos,
puros pesadelos em vão...
plagio de bruxaras num mar de tristeza,
trevor num caminho sem volta...
sombras tenras num ar frio,
expresso vulto no centro do vórtice,
momento purpura...
o amor é crime sem perdão,
tendo julgo por ter a paixão,
ousadia em tantos instantes...
em silencio se contradizem,
por estar em sonho profundo
ranço de lagrimas
felizes em absurdo no glamour
se da voz da despedida...
nunca saber o momento sem o diga,
o amor que deixou será uma forma,
na eternidade seria o gasto
ar da necrose da alma...
dispondo o espirito na divida da vida.
pecados pagos com a morte,
deferi singelo ato de amar.

de repente sois mar sem destino,
mar de tantas contradições,
apenas a voz ecoa no vento
para ter num mundo de sonhos,
apenas um dia que vento
sussurrou teu nome,
neste dia tive a certeza,
sons de ter o tormento,
tempestade tão longe
mas, bate no sentimento,
cálida amanhã que surge ao vento,
deprimida doce alma que vem alento..
rubricas numa estrada sem destino
sem endereço ao certo... o tal desejo,
foste único nas sombras de um pesadelo...
pois bem digas mais uma vez,
num tom que desaparece ao relento,
lagrimas que secaram no teu olhar.

uma rosa para uma flor
tal beleza é singular
num momento espetacular,
num sonho será,
realmente uma ilusão que me apaixonei,
de fato ardo pensamento,
tardio amor que espero somente a morte
num lindo bailado de fúria e gloria,
seria tudo ponto final.
mas... sois imagem no paraíso,
ou um demônio assombra meus pesadelos,
então divulgo sentimentos pois que desejo,
entre dia e a noite nos braços da solidão,
te vejo no clamor do destino sou sem amor,
pura virtude que desconheço,
sonso teor do vazio o ainda o tenho,
fulgor desprendido amor eterno...
compaixão de momento...
fruto de reguei com tanto amor...
o deserto avançou nas vozes vazias
que tanto desejei...
por assim o querer desvendou o Armagedom,
purpura em meros momentos que lhe quis amar.
sob o som do devaneio se delicia num instante
num repente a sinto e no outro a desejo....
cala me em silencio no algoz displicente,
atenho por um instante, nunca será o bastante
pois então é isso o fim do prologo de uma paixão paranoica
viver por viver até a morte os separe...
os diga o que seria perfeito num amor que tão somente amar...
no desespero a morte seria uma desculpa para deixar de ti amar...

melancolia no desatino
de vida dessa,
alma gótica,
mundo sem fim,
delirio do meu coração,
sintonia que se dissipa
no envolucro de um precipício,
torna o devido ar de paixão...
do fraco instante
o lapso paira num
vulto implementar do mito
que ressurge na alquimia
o ter involuntário ser,
do prologo um sonho
na tua alma volúpia,
o milagre do desejo...
se da em curvas
o absinto da ilusão do teu corpo.
no vigente sentimento sensações
nesse deslumbre suas intensões
tremulam nos teus braços
insinuações que olhares
tem devastação
como a figuração singular
de coito sem fim ou começo
desdem a própria existência,
se tem vulgo de um amor....
o colapso tenso sexo...
se tem com mistura de amo,
para obter máximo do prazer,
segura ar até parecer morrer...
apenas é o prazer.

orvalho ansioso
marco da ilusão
fronteira derradeira,
luz parcial,
amor passageiro,
eterno silencio
sobre tardio dilema,
sois o afeto
no espaço vazio
de tuas mãos
o recipiente
desta vida
sobre matura o arca
da emoção invalida
a captura sonata
mera estatua,
sobrenatural,
na resenha de tantos dias,
a passagem de boas vindas...