Coleção pessoal de celsonadilo

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um rouxinol cantava todos os dias para o imperador chines
e um dia o imperador ordenou que prende se o rouxinol
então o rouxinol não cantou mais ate morrer.

As vezes perco a vontade de escrever a vontade de viver,
Tanto que respiro e exclamo minhas vontades desejos
Mas, nuncas os tenho, por excelência julgo a vida
Tremendamente como a noite que caí e entre o dia...
Que vem desatino de desespero sem fim,
Julgo meu silencio nas farpas da dor de amar
Sempre infinitamente como se não existisse o amanhã,
E imagino estar junto com pessoa perfeita num mundo
Somente para nos então neste estante que minha consciência,
Revela se num mar de incompreensão, vejo as nuvens cheias
De gotas de magoas e angustia numa infinidade de caos,
Quando ai percebo que ainda não está tarde apenas
Num resquício de uma tempestade que passei por muitas vezes,
Por assim nesse dia tento chorar ou olhar por-do-sol,
Pensar no que se passou em espaço de tempo no fundo
Da minha alma em que tudo podia ser realidade.
Me despeço de minha vida mais uma vez como outra hora,
Foste o amor o exato momento que apareceu no meu coração.

vivemos em um paraíso de bandidos,
caminho todos dias na escuridão,
enquanto um bacana bebe come do melhor,
sorrindo o mundo não foi feito para idiotas,
sempre são as crianças que magoamos,
diante desses que governam sem destino,
apenas o bem querer próprio, isso lamentável,
pois muitas mães não tem o dar de comer aos seus filhos,
em terra de zumbis sem donos apenas um sorriso mais um mandato pobre almas que vivem de promessas e mais nada.

tudo pode ser magico depende sempre de você
doce amor que reluz no aconchego da minha cama.

triste aurora
tristeza e morte,
continuidade de uma vida,
bastaria respirar e até chorar,
por pouco, assim mesmo muitos sentimentos,
pensar escrever, passar o tempo
diante uma maquina ainda amar?
coisa forte independente parece ter vida própria,
depois exclama tudo que já foi visto ou será,
as vezes acho tem alma,
na solidão dos pensamentos me intrigo
como o homem pode fazer tal façanha ainda sim ser usada para bem e mau,
de varias faces jeitos e cores o mundo ficou
pequeno diante a internet,
sejamos velhos ou novos o mundo nunca foi mesmo depois de você.
meu coração papita as vezes com alegria e tristeza pois mundo toma muitos caminhos
vistos por uma tela tão pequena. somos ricos ao mesmo tempo pobres pois o mundo cabe na palma de nossas mãos.

todas lastimas do mundo são tempestades sem fim,
quanto chove minha alma sinto o desespero dessa vida,
então bebo um dose de vodka e tenho belos sonhos
deixo minhas impressões sobre sua alma tão perdida
quanto minhas iniciativas, que assim são abandonadas
pelo roubo do meu amor.

seja meu amor,
seja meu terror,
seja minha dor.
seja o alimento,
seja todo momento,
seja tudo que tenho
e
tudo já perdi
e
ganhei de novo.
seja meu consciente
e
meu inconsciente,
seja meu pesadelo
e
seja meu melhor sonho,
seja sempre meu amor.

As horas e os minutos são apenas sentimentos,
dispersos pela vontade de viver,
seja sempre sem esperar que passe,
sendo assim um marco do desejo,
passado por mais um dia comprido,
numa sentença sem fim apenas um dever...
que assim seja do mais apareça,
nos canais da mente como beneficio,
de tantos males e lamentos,
que sejam suplícios sem fim nesta angustia;
de murmúrios então somente espinhos,
no devido continuo espaço tempo,
até se tornar relativo a grandeza passamos
o que somos de alem de poeira jogada ao vento,
e ignorada por muitos, do mais são apenas momentos.

Sentir porquê?
aonde foi que vi que viver é sentir...
por assim disser o vazio tem sentimentos,
tudo tão ausente!
neste ador sem sentimentos,
do a menos seja somado ou multiplicado
a algo virtual,
até o esqueleto na alma sempre será mesma melodia,
oh, caos que habita sem poréns os laços do esquecimento,
palavras complicadas sem sentido que buscam exclamar a dor
dentro do esquecimento,
o que sou alem de murmúrios e lagrimas na escuridão,
tudo despassado sem sentimento palavras vagas,
que buscam um sentido para viver,
cantar porque assim seria se lagrimas não as tenho
ou talvez jamais as tivesse, pois nesse simples ato de amor
um pequeno olhar significa o que?
alem do que mais laço de enganos...
perdido na vastidão do meu coração,
desfaço tudo repenso para que mais um devaneio
se sou real, mas, o que real se mais que as falhas e desejos
jogados ao relento de tantas ilusões
que seriam espaçadas pelo tempo e a grandeza de cada ser.
me diga algo alem de obrigado e obrigado;
simples palavras neste horizonte complexo
que vejo ausência de tudo, mas a beleza corrói o ser,
simplesmente o vazio se transforma em algo alvo
sem sentido, que busca por desesperadamente
as vertigens do engano, idem pura beleza que se exclui
do de trevas em mar de solidão.

o tempo trás suas farpas
tudo muito transcendente
das coisas que dominam
tantos momentos passados,
defloram os sentimentos da escuridão.

a morte nunca foi um paradigma
de tantos olhares maliciosos...
simplesmente uma outra vida ao seu lado,
neste momento descubro que as maiores conectivas
das minhas profundezas vendo que parte da minha alma
esta perdida pelo fato sermos um único lado
abrasivamente a felicidade é um sonhos de vários termos.
sempre com a mesma ousadia,
pequenos devaneios.

nossos medos são reais e
todos estão mortos.

agradeço por mais um dia,
reconheço que hoje não fui o melhor
nem o pior mais passei o dia de forma proveitosa
todos se arrepende de tudo só mais um dia
sempre quero acabar com alguém
depois acho que o momento foi pura espiração
respiro fundo penso que está historia podia ser diferente.
alimento meu ódio diante todos como uma fome sem fim.

trágico te amo tanto que posso morrer,
sou um vampiro sedento por você...
o cheiro do teu sangue me embriaga,
tento dormir um pouco,
mais só tenho pesadelos,
a noite ainda bebo um pouco de sangue ,
as horas simplesmente se arrasta no meu coração torturado...
somente teu amor comprime está vida de pesadelos sem fim.

Tantas alucinações
Dilemas na ausência feroz
De nossas almas perdidas
Reluz em nossas almas atormentadas
Pelo caos do amor,
Tangentes como uma fisgada,
Torna uma emboscada,
Como muitas vezes
Se fora a despedida
No clamor terreno de nossas vidas
Abstenho os detalhes dessa sua paixão
Meramente momentaneamente
Folgaz como as ternuras que foram deixadas no passado...
De magoas flores despedaçadas
Tão breve como a luz do encanto da tua vida,
Algo para obter sentido...
Em um rio de lagrima,
Sentido de nudismo se foi com tempo
Nas vazantes do templo... De um coração atormentado,
Pensamentos crus pela decadência
Seres pensantes, De arestas vulgares
Repassadas numa amplitude de um sonho
Comum para muito e eterno no coração.

Doce pura morte...
Pelo porque?minha doce amada...
Esquecida entre meus devaneios...
Julgo meu amor com devoção,
No apse da nostalgia sinto sua presença,
Num altar de sonhos busco entre o tempo...
A devastação torna se purpura,
Diante o que foi minha vida.
Deste amor infinito seria tudo... Mas,
Que valor tem se o amor?
Floresce em cada flor que toca,
Sob a perdição da alma te amo...
Em cada entardecer e amanhecer,
Mesmo neste apogeu que declaro meu coração,
Meu único amor para sempre.

Sob céus sonhos cruéis...
Neste apogeu momentâneo...
Sobre minha lápide uma frase de amor...
Esquecido num anoitecer...
Escolhido pelas mãos da morte...
Apaixonei me por sua fria face...
Descentralizada a luz que ilumina...
Sua vida se apagou de uma forma abrupta.
Sem que destino há reconheça meu amor.

vento bate como brisa feroz de minhas entranhas
apenas a solidão que dissolve em trevas
das quais replico teu amor, mas, não basta
folhas ao vento, perdidas em pensamentos.

uma rosa negra absoluta no terror do meu coração,
disperso num mundo de agonia sem fim.

tristeza absurda lagrima que nunca param
terror por cada estante que passamos longe.