Coleção pessoal de celsonadilo

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brilhantes desejos da alma que reluzem em outras formas,
inundam o coração com esperança e amor,
vertente num desejo para eternidade os sonhos na solidão.

calcular tudo entre tudo tem denominador comum para algo melhor sem paralelas, meta sempre o máximo para eles faça seu máximo, ai coordene tudo com limites,separando tudo um por um até último a divida em fácil depois difícil e depois complicado, igual matemática tem varias varias formas de chegar num lugar importe resultado, lembrando uma frase minha todos positivo são derivado de um numero de peça para o qual não estamos realmente para atuar entre a historia e contos, só repito a decorrência algo aplicado do saber é algo no qual geralmente deduzo no achismo, pois o saber é critico, para o nada ainda penso porquê sempre haverá mais perguntas com variedade, resposta do qual não tenho ideia apenas a dedução de uma realidade paralela.

Em um punha nas profundezas da alma,
como teor do coração, pura perfeição...
para fogo eterno, de repente no profundo do peito...
o ar que benéfica, bem qual disseste meu amor,
um ultimo sonho entre tantos desejados,
o tenho com a paixão... então o amor,
sois culpado por amar, o desejo do desfrute
sentimento angelical... embora o seja o amor,
que amei sem esperar o final, desta vida,
para o qualquer até o vulto, de nossos dias,
passado, o diga meu amor foste tudo,
dentro do nada, tardio sem delongas,
me retiro a deixo pairar no a sombre
de meus pensamentos, do demais...
das profundezas, ate a loucura do desejo.
puro e eterno, sendo singular ao terror de teu amor.

Olho para nuvens sinto tempo passar dentro de um dragão,
deixo meu sangue queimar numa passagem de amor,
nesse momento o luar derramou suas lagrimas...

Pobre anjo,
Tantas escolhas para viver entre a luz as sombras,
Lagrimas de sangue cobre o mundo,
Em ilusões que sobre põem os sentimentos.
Nessa que as tem com á vaidade de amar,
E assim luz some no coração.

nas sombra cobro meu coração com tantas decepções,
quero que mundo termine, meu nome está perdido,
num sonho que chamei de amor,
quando arranquei meu coração, me lembrei de você...
no mesmo momento a vida terminou...
senti tantos sentimentos que nunca serão reais,
dentro de um jogo de paixão, sobreviver é um pesadelo.

Amor, decepções...
Amor, minha tristeza,
esquecimento um belo sorriso,
fora angústia, sonho derradeiro...
sempre tão forasteiro,
de amor lacrado em tantos dias,
mágoas cheias de dores de sonhos.

solidão profunda,
tristeza única...
evolução do coração,
terror do passado...
aonde esteve o futuro,
deixado por um vórtice
de angustias supremas
como aspirações destituídas,
em um ponto que mundo,
passa sua luz até a morte
de um sonho, fútil olhar...
entre assim o ali torna se
o fruto solitário de correntes
que fazem flutuar sobre tantas
vindas do frio que abate se
nesse dia em que noite
se estabelece,
no destino do coração.

tentei fingir mais a realidade cruel demais,
sobre os demais momentos que julgo amar.
por mais um momento lhe dou a despedida,
falo me de linhas que escrevo e denoto
tais sentimentos, embora o reconheça
em um ultimo momento, desespero...
entre minhas lagrimas, sois minhas vontades,
despedida, cruel em minha solidão derradeira,
sem rumo ou fronteira, sempre mesmo desatino,
gritar entre a poeira de meus sonhos mundo frio...
entre minhas palavras meus sentimentos.

Mundo de sombras.
Mundo amargo, De diluvio,
Para um desnudo momento,
Passado de longe, meu amor,
Grande sentido, Mero vazio,
Entre tantos pesadelos, Sois o dia,
Nessa escuridão, de meu coração.
Fora, em profundezas, esquecido,
Momentaneamente, calmaria, de repente,
Sonho bom, sendo algoz, meu amor...
Cala me por mais que temores de minhas mãos,
Sejam tormentas, desaguam sobre suplicio,
Vejo está noite um passado, mero detalhe,
Dentro da alma em chamas que consome...
Destino estranho que dera, eras no docemente,
Passadas por voz em algum murmurio,
Ruínas, de um passado, perdido por enquanto,
Se diz para cada madrugada, mais um gole,
Na sobriedade, o medo que escurece os olhos,
Por tal solitude, espaço sem compreensão,
Vertigem de mais a mais, embora amor...
Vasto em origens desconhecidas, á vejo
De tantas formas, sendo a última vez,
O primeiro de longe a paixão, que gravita
Dentro da amplitudes que o amor é diluído
Nas passagens da vida há amo puramente...

Tenho esperança para continuar a existir,
na desolação do mundo sou apenas o vento que passou,
caminho num mundo que paira sobre caminho do coração,
todo infinito é um desejo, o vento o deixou...
em um tempo por passar num delírio,
eté a salvação da paixão é parte do teu amor,
repentino como a morte te amo.

Olhe para o luar e sinta meu amor,
hoje a terra será mais um momento,
em um sonho de aonde vivi com você,
de onde um dia estive feliz,
sinta tudo que aconteceu,
veja o amor em pura paixão.
meu coração que sempre te amou.

A música que cantou...
A canção que lembrou..
O cântico que te apaixonou...
No amor a perfeição...
Nesse momento que embalou-se...
Na serestas se dá o devaneio...
Debaixo do sol e da chuvas torrenciais...
Para depois cantarolar o desejo...
Expressa com vigor para o céus...
Curiosidade, em uma passagem eterna de amor.

Lagrimas escorrem pelo meu rosto,
Ninguém compreende o que sinto,
Meu olhar de um mundo vazio
Em peito feridas sangram,
Ninguém compreende meus sentimentos,
Meus desejos pairam por um mundo
Cheio de vida aonde somos iguais,
Quem disse podemos ser iguais,
Não existe um lugar que me encaixe,
Meus pensamentos são tão profundos,
Ninguém sabe, o que sinto...
Apenas um controle de emoções e sacrifícios,
Que importa?
Dentro de um caixão frio cobro o tempo que passou!
Para as lagrimas que secaram no estante que me deixou...
Na solitude, muitos sorrisos nas magoas,
Que foram deixadas num tempo que nunca passou,
Congelado para sempre, o amor infinito,
Lagrima e mais lagrimas para deferir
Unicamente o destino que nos deixou nos levar,
No inicio ao pouco correando cada vez mais até
Não existir mais vida.

Vivemos numa selva pedras,
Somos heróis a cada momento que chegamos vivos em casa,
Envolta de tiros perdidos, heróis,
Sobrevivemos dia apos a cada batalha de um dia de trabalho,
Balas determinam cada destino, como dia que vivemos
Diante da morte que nos espera, num caminho de gloria
A vida termina e ninguém se importa,
Mais machete para olhares atentos,ao tentar salvar alguém
Num jogo sem perdão, sorrir e fechar os olhos,
Mais um herói que morreu num país de leis brandas,
Os maiores culpados estão no poder,
Cretinos que vem as lagrimas nada fazem...
Somente os pesares do sangue derramado sobre a bandeira.

Miragens,

Sobre mares
Entre muitos uma canção...
E acima dos altares anjos,
Bem querer, como demônios,
Julgo em ventos e tempestades,
A fúria daquelas que tanto o amor amou,
Remando a tristeza em boas palavras;
Ressoa profundamente até seus sonhos,
Pouca virtude na loucura que clama no ultimo
Soneto de amor declaram suas belas notas...
folgaz, preciosa curva que enganam e levam a morte,
Por mais do meramente um relance do amor,
Voltou se para linha do horizonte em devaneios,
Rendeu se por ilusões de paixões desatina
No profundo do mar, sem esperança para sempre vou te amar.

dias de gloria

tempestade na alma e o coração,
morte em um abismo de emoções,
num tempo ultrapassado em minhas memorias,
tudo que guardei foi um poeira em meus sonhos,
nesta vida de maldade e tento sobreviver,
diante fogo que aparece no coração
como um anjo ferido, estou perdido...
nunca mais perguntei porquê?
mesmo assim olhos que defende
até última vida de um monstro que se esconde
no profundo do meu ser!

deixe lua te tocar num sonho eterno,
deixe se envolver pelo encanto
a vida repete a musica,
num ritual delicioso,
veja toda fronteiras do espirito...
vagamos por este plano,
igual pairamos por cada nota do amor,
as planicies vazias mostram teu valor,
esquecendo do inicio,
em que a canção transformou amor em sonho.

dentro dos espinhos está morte,
a cada vez escutei sua voz,
meu coração morreu no momento,
que cada ferida chegou a ser tão desesperadora,
que morte me persegue num sonho infinito
seu amor tem raízes,
triste no noite que chove em minha alma
a dor cobre ate que morte seja bem
as essas correntes que chama de paixão...

num mundo de deuses te amo
mais que morte que assombra meus desejos,
de fronte a desejos que nunca deixei te amar...
correndo livremente na abadia teus pesares,
grito num espaço aberto pelo te olhar.
singular ou derradeiro brilho do sol,
diga me que o amor és um invenção,
deixa por pesadelo,
corremos dentro de uma montanha,
no qual te amor trovejou,
na escuridão de minha alma...