Coleção pessoal de Gracaleal

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Mulheres doçura demais numa relação afetiva é chatice e também pode causar separação, porque não há homem que aguente, com satisfação plena, melação eternamente, e na melhor das hipóteses este opta por procurar a companhia de umas "salgadinhas" fora de casa para variar e degustar com uma bebidinha relaxante, e assim garantir a saúde emocional através de uma boa e diferenciada nutrição para melhor poder encarar a overdose de mel ao voltar para a colmeia, ou para usar a sua abelha como glicose na recuperação do fígado maltratado pelo prazer. Fato é que há homens que preferem minimizar os efeitos do diabetes, desenvolvido no ambiente doméstico, adquirindo uma pressão alta fora de casa.

Mas este é um assunto que ninguém gosta muito de tocar, pois soa a intriga, grosseria ou destruição de sonho, porque o politicamente correto é incentivar o método "infalível" do banho de açúcar na relação, mas quando algo dá errado a abelha que se dane, depois, com a invasão das formigas.

Diabinhos de auréola nunca intimidam, ganham a confiança.

Peço a Deus que as crianças consigam, desde a mais tenra idade, ter a percepção que trilhar o caminho do bem não só é o caminho mais difícil, mas que trata-se do único caminho para o alcance da verdadeira paz do espírito humano, e que não deixem para descobrir esta afirmativa quando adultos, porque esta paz já estará comprometida mesmo que o arrependimento venha imediatamente após ao mal cometido, pois ainda assim a sua paz, se esta conseguir se instalar na sua consciência, nunca será idônea.

A verdade é que caviar não é para consumo popular, mas vamos manter a esperança que seja em alguma encanação, mesmo que seja para que todos possam, simplesmente, dizer: posso, mas não quero consumir.

É muito fácil para o homem ser um grande parceiro da mulher na velhice depois que foi um grande galinha na juventude do casamento.

Livre é aquele que ao ler ou ouvir uma informação consegue interpretar a verdade oculta no comunicado e a verdadeira intenção do seu mensageiro.

O caminho do existir é o reino que, ao longo das nossas vidas, abriga as pegadas essenciais que nós, súditos, naturalmente deixamos. Estas, soberanas, conduzem-nos, com toda a responsabilidade que lhes cabe, através da sutileza da nossa presença no universo materializado, com o propósito de fazer com que o reflexo das nossas ações, dos nossos sentimentos, das nossas transformações, bem como da nossa boa vontade de deixar, no reino, as nossas experiências pautadas no movimento do nosso aprendizado seja uma maneira evoluída de contribuirmos com as pegadas mais nobres dos nossos descendentes.

Da mesma forma que pensar diferente, fazer diferente, expressar diferente e agir diferente incomoda muita gente, ser diferente também cativa a simpatia de muitos, especialmente daqueles que não deixam o meio adorná-los com o rótular da conveniência. Graças a Deus que a humanidade não é unânime, porque a diferença é o único caminho para o exercício do respeito, quando ele, o respeito, existe, de verdade, dentro das pessoas para ser praticado.

Um dos artifícios mais conformistas e que tem o poder de sensibilizar e convencer, além de esconder dos demais a incompetência e a inércia humana diante das atitudes e mudanças necessárias que possam promover as transformações desejadas ou fundamentais em sua vida é adornar a fé com o slogam: "Deus está no comando" e repeti-lo constantemente para consolar-se diante da própria inatividade e comodismo pessoal, bem como cativar seus afins com piedosos colos e aconchegantes ombros amigos.

Questionamos sobre a razão pela qual perdemos entes queridos para a morte esquecendo-nos de considerar que a morte é parte da vida, mas pouco, ou quase nunca, nos questionamos sobre perder pessoas, que nos foram ou ainda nos queridas, para a vida, e que ainda, com vida, estão ao nosso redor. Este talvez seja o questionamento chave da existência dos encontros.

Cada um, na sua marcha, tem o seu tempo para compreender a vida e aprimorar as suas ações e comportamentos, só não pode exigir a compreensão imediata das suas reincidências no erros já cometidos, porque o outro também tem o seu tempo particular na vida para digerir a incompetência e resistência alheia diante do óbvio.

Relações afetivas onde uma, ou as duas partes "precisam" ouvir, frequentemente, a frase: "eu te amo" como uma forma de endossar o sentimento da parte oposta significa, claramente, que as ações de manutenção da relação e o sentimento que envolve e sustenta a união são rasos bastante para afogá-los.

A mania que as pessoas têm de querer transformar alguns momentos em eternidade é o que muitas vezes estraga os relacionamentos e prejudica a qualidade do seu existir.

Paz é não ter dívida material nem moral, o resto são momentos que podem ser tranquilos ou não.

Minha alma é um casulo universal no exercício constante do seu ofício que é libertar as borboletas do meu pensar rumo à direção da luz das palavras.

As pessoas política e espiritualmente corretas costumam fazem suas críticas, seus deboches, seus julgamentos, suas fofocas e atuam com as suas discriminações às escondidas.

Sou da antiga e não curto relacionamento familiar e afetivo através das redes sociais, penso que soa muito virtual, quando não soa emocional demais para ser real.

Mantenha-se a uma distância segura de gente que costuma dar golpinhos afetivos pra ficar bem no coração do outro e cultivar a liberdade de poder usufruir dos benefícios que este pode lhe proporcionar.
Lembre-se: nem tudo o que é dito é sentido!

O que passou é passível de esquecimento não de inexistência.

Não aguento essa palhaçada de que amigo que se afasta nunca foi amigo. Será que o amigo não se afastou justamente porque descobriu que a outra parte não passou de um(a) aproveitador(a) de amizade? Aonde está escrito que uma pessoa é obrigada a aturar amigo(a) falso e aproveitador a vida inteira?
Namorado(a), que é apaixonado, quando se decepciona se afasta, e nem por isso deixou de um dia ter sido namorado(a). O mesmo acontece com marido e mulher, entre irmãos e até entre pais e filhos,o que não anula o papel exercido enquanto a relação existiu. Infelizmente a separação acontece em todos os tipos de relacionamentos, por que na amizade o sujeito está fadado a ser tolerante e permanecer na relação para o resto da vida se não está feliz nela. Me desculpem os adeptos à rótulos, mas a amizade é coisa sagrada demais pra ser sustentada com doação de hipocrisia.