Coleção pessoal de giovanesilvasantos1

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Triste decepção

Atravessa as estações.
O sol radiante.
O frio congelante.
As flores surgindo.
Diversidade de frutos.
Atendemos o bem-vindo.
Mas o coração tá de luto.

No casebre onde hábito.
As portas e janelas estão trancadas.
As oportunidades que sinto.
Não abro pra minha amada.

Amores invisíveis.
Inexistentes.
Ou presentes.
Nos sonhos.
Nos pensamentos.
No vivo sentimento.
No ego tristonho.

Como é febril essa ilusão.
Um carnaval alucinante.
Casais na contramão.
Julgamento, talvez sim ou não.

Mas somos nós que propagamos.
A lida pelas oportunidades.
Fazemos de nossos prantos maldades.
A lágrima da incompetência jorra.
O orgulho que a alma forra.
Sujeito indefeso, inocente ou plenamente culpado pela decepção.
Como diria Salomão.
Tudo não passa de uma triste ilusão.

Giovane Silva Santos

O desânimo imprudente.

São fases.
Maneiras de ver a vida.
Cartazes.
De como agir na lida.

Nos amores.
Nos campos mais variados.
Em devidas profissões.
Na bagatela da sociedade.
Nos flancos da vaidade.

A incapacidade humana.
De comandar o destino.
A entrega nos embalos da noite.
Sexualidade no açoite.

O comportamento.
A diretriz.
A rebeldia que quebra o nariz.

O entender na maioria tardio.
A juventude escorreu pelo ralo.
E no pairar dos dias.
O colher é caro.
Na ausência da virtude.

É que na correria.
Houve um trocadilho.
A espada e escudo.
Foram as coisas do mundo.
Das quais foram do trilho.

Pois bem um pouco de desconforto.
Entendendo o jovem torto.
E enfrentando o próprio desânimo.
Nesse mundão mais um anônimo.
Mesmo sofrendo esse enfadonho.
Repetiria tudo de novo.

Giovane Silva Santos

O que ouço falar, tudo passa.

Passa a tempestade.
A maré cessa.
A alegria é uma iguaria.
Desejaria todo dia.
Porém também passa.

Olhando para os cabelos.
Para nostalgia da mocidade.
A felicidade que vibra como magia.
Desejaria todo dia.
Mas também passa.

As oportunidades.
Mesmo que tardia pode ser criada.
Os desencontros, uma vez lamentado.
Novos amigos, mais que adaptados.
Minha vida vitoriosa, cheia de honras gloriosas.
Desejaria a permanência comemorando todo dia.
Quando vem o caixão, o que importa é a salvação, o resto é ilusão.
A eternidade não passa, mas é dúvida para muitos.
Mas a briga terrena.
Entre castelos e arenas.
Reis e plebeus.
Aparo em um Deus.
Pois o resto passa.

Giovane Silva Santos

A mente aprisionada.

Um obstáculo criado.
Um prato indesejado.
A vulnerabilidade eminente.
Cada prova que a vida cobra da gente.

A que somos submetidos.
A desatinos atrevidos.
Tornamos uma porção de água corrente.
Sem rumo, sem ambiente.

O medo é perigoso.
As preocupações.
As cobranças.
Perder.
Fracassar.
Onde se deve meditar.

A mente tem limite.
Ou não.
Uma indagação que reside.
O fato é que a liberdade vive atada.
Circunstâncias.
A mente aprisionada.

Coagida no campo de guerra.
Tentando.
Caindo.
Levantado.
Ui, calafrio na alma.
A depressão.
É uma verdade.
A gente perde o chão.
Quando a mente entra na prisão.

Giovane Silva Santos

Enfrentando a verdade

O caráter humano tem inclinação para o mau.
O corriqueiro cotidiano.
Que se envolve no engano.
Todo dia o juízo final.

Minha coragem de dizer.
Meu medo de sofrer.
Minha coragem na revelação.
O medo da solidão.
Minha coragem de assumi.
Tamanha minha necessidade.
O destino venha reprimi.
Minhas insanas vaidades.

O medo e a coragem lado a lado, de frente na colisão.
Machucado fica a vulnerável paixão.
Os prazeres e dizeres com segunda intenção.

Intenso, voraz e frágil o desditoso coração.
O ego.
O orgulho.
Ambição.
Um emaranhado que arrebenta a paz.
Uma intranquilidade.
Tirana maldade.
Vida fugaz.

Giovane Silva Santos

De onde nasce as lágrimas

Em um conto mais belo, na história do castelo, naquele filme enigmático, na pureza do menino simpático, na palavra dura, na repreensão da vida, na temida depressão que consome a emoção, uma triste constatação que precisa ser destruída, o pranto a lágrima, na perca, no abandono, no desespero e velório medonho, minha lágrima é cotidiana, derramo no deitar e levantar da cama, pois revelo minha fraqueza, não entendo da vida a beleza, não sei de onde sopra o vento do choro, da emoção, da tristeza , do pranto, me deixe quieto no canto, pois nessa prosa poética, minha dor vulnerável e patética produz lágrimas, do interior que brota dor, também se faz capaz, brotar lágrima de amor.


Giovane Silva Santos

Onde está o amor

Esta onde se coloca.
É grande a procura.
A cegueira oculta.
O pensar se desloca.

A cruz, madeiro e calvário.
Mas não se entende.
De centenário a centenário.

Vou entrar no clima.
No proceder que desatina.
Nas fugazes paixões.
Aquelas belas coxas.
Isso não poxa.
Serena visões.

De romance e amores.
Jardins e flores.
Belas sensações.
O delírio esquisito.
O frenético beijo que sinto.
Embriagado nas ilusões.

Onde está o amor.
Vou me atrever.
Vou dizer.
Que eu e você não, não ilude.
Procure virtude.
Vigor no raiz.
Todo adjetivo.
Admirar a diretriz.

Respeito e humildade.
Defeitos prováveis.
Mas prevalece a integridade.
Compostura agradáveis.
Um teor.
Uma invenção.
Um sonho na aquarela de cor.
Na fantasia.
Onde está o amor.

Giovane Silva Santos

Meu medo, minha coragem

Se misturam é verdade.
Sub tende se a liberdade.
Posso gritar e liberar meus sentimentos.
Mas uma prisão invisível
De uma força incrível.
Ocasiona os pensamentos.

Meu medo, minha coragem.
Coragem de se entregar a vaidade.
Flertar com orgulho.
Abrir a porta para ambição.
Uma porção de sacanagem.

Mas a vontade de mudar o mundo.
Aquele sonho profundo.
Declarar se a humildade.
Aceitar os defeitos do irmão.
Dividir o pão.

Pergunto pra que serve ego.
Pra que serve o intelecto.
Pois se propõe o incapaz.
Parece, não, não.
É obra de satanás.

Faz sucumbir o valor.
Aderindo se o jeitinho.
Não se conhece o amor.
Esconde se devagarinho.
Ninguém sabe se é leve ou pesada.
Mas todos carregam na bagagem.
O medo, a coragem.

Giovane Silva Santos

A prepotência do ego

Ela fala.
Dita regras.
Seu olhar é julgador.
Egoísmo.
Impotência que causa dor.

A singularidade obedece um movimento.
Mudança talvez.
Pelo caráter agressivo.
Pela devida insensatez.

Ser maleável e gentil.
Uma pessoa nota mil.
Intriga a paz.
Produz um aroma febril.

A prepotência do ego.
Mora no coração.
Até eu me entrego.
A incapaz razão.
Doar a ti mais que a mim.
Amar mais que senti.
Ser fonte de meio, e não o fim.

Mas a tomada natureza humana.
Não consegue ser pura.
Se embriaga na amargura.
Perde pra loucura.
Dedicação insana.

De louco e racional.
Sensato a imoral.
Guardamos a condição.
Ser reto, ser perfeito.
Mas vem a inclinação.
A natureza do homem.
Do pecado que consome.
Não lhe julgo, mas eu não nego.
Sou também dono.
Da prepotência do ego.

Giovane Silva Santos

A guerra da mente

Pense seu menino.
A batalha mais feroz do mundo.
Um combate de desatinos.
Um arregaço profundo.

A guerra da mente.
Um dia prepotente.
Exigente.
Coerente.

O grito da insanidade.
Por cada atitude covarde.
Também a nostalgia.
Dos sonhos.
Magia.
Fantasia.

Da coragem.
Da capacidade.
Do medo.
Do risco.
Do recuo.

E aquela paixão.
Ingrata sensação.
Felicidade passageira.
Enganoso coração.

Pelo equilíbrio.
Pela solução.
Por cada confusão.
Pelo que o coração sente.
Sou eu, é você.
A guerra da mente.

Giovane Silva Santos

“Cada ato de negligência frustra as expectativas de alguém.”

Giovane Silva Santos

“A verdade mal colocada sempre repreende com força desnecessária.”

Giovane Silva Santos

"Se lhe faltar humildade, também faltará sabedoria."

Giovane Silva Santos

"Quando flerta com a dificuldade de reflexão, são tortas as decisões. "

Giovane Silva Santos

"Seu entendimento e aceitação pelas conveniências da sociedade apaziguada, reflete na paz do teu espírito. "

Giovane Silva Santos

"Se não importa na paz do seu semelhante, sua irresponsabilidade é comemorada."

Giovane Silva Santos

"A natureza de sua atitude dispensa falácias. "

Giovane Silva Santos

"Cada ato relata um fato que dita o caráter. "

Giovane Silva Santos

"Cada letra de ignorância constrói se castelo de palavras mortífera. "

Giovane Silva Santos

"Cada dia a alma ganha vida quando alimentada com a fé, mas o negativismo é o próprio cemitério. "

Giovane Silva Santos