Coleção pessoal de giovanesilvasantos1

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⁠Um minuto de sua atenção
Opinião, diálogo, desabafo, entrevista, enfim, uma mensagem, uma prosa, uma crônica, minha bagagem, o peso da sociedade, a balança de cada mente, o oculto que o povo sente, no trocadilho popular, poesia, como queira falar, o mundo e tal, a ousadia crua, desatino do anseio estampado na cara nua, o constrangimento do poder, do dinheiro, da elite boçal, um mundo violento e inocente, galgado por uma natureza que o próprio ego não entende, agora, nesse exato momento eu um pregador, pitacos de alguém que nessa vida pastou, a quem, a nós, a mim a ti, pela bandeira que se defende, pelo medo que cada um sente, pela vontade e esperança, por cada pensar e almejar um extenso preâmbulo escondido da perseverança, onde o jogo se mistura concreto e abstrato, sofrer e amargura.
A sociedade controlada por parasitas violentos, o gosto pela vulgar maneira de estuprar, alienar, sucumbir os mais nobres preceitos de vida.
Eu sei que naquela cadeira despercebida da escola da vida está sentado uma luz, é o seu sonho, seu brio, é de você amigo e amiga, capaz e sagaz, preza na algema social fugaz, não se perca, não pereça e não se entrega, pois a maneira que o ciclo prega traz frustração, porém no berço da serenidade se guarda a possibilidade de vencer o não.
A desigualdade, a desestrutura, o elo da burguesia, que se impõe dia dia, não pode a ti calar, seja de qual forma ou de ns profissões, catando latinha, plantando vinha, nos palcos mais belos, nas salas mais organizadas ou nas ruas reveladas, faça se valer a sua condição, ainda que não goste de ler, de prosa, poesia, receba um abraço e obrigado pela atenção.
Giovane Silva Santos

⁠O jogo em tablados diferentes.
Na mar a experiência do marujo.
Na terra.
Na política jogo sujo.
Oh céus
Oh terra.
Oh mar.
Estrela infinita.
Esperança aflita.
O tempo passa.
Eu preocupo.
Diria que poderia.
Deixar minha herança.
Mas percebo que entrei na dança.
Cada passo dessa valsa eu fui envolvido.
Minha vida.
Minha emoção.
Meu pranto.
Minha dor.
Quanta dilaceração.
Percebo meu povo cansado.
Fadado.
Acomodado.
Onde está o grito.
Tá preso.
Povo manipulado.
Ou não.
As lágrimas de liberdade quer emergir.
Mas.
O que fazer.
Pode Onde começar.
Como proceder.
Atos.
Fatos.
Relatos.
Povo águia, pardal ou pato.
Não, não, não.
Eu vejo aquela porta abrir.
Adentrando a multidão.
Com a espada na mão.
A vontade da mente.
A liberdade da gente.
Que se foge da ignorância.
Que dia.
Que horas.
Olhei.
Calei.
Colaborei para o desastre.
Então.
Viva quem pode.
Quem não grita morde.
Engole cada palavra.
Mas ao enterrar a esperança.
Mesmo assim.
Pode nascer de repente.
Um jogo em tablados diferentes.
A vida.
O Deus que pulsa em cada gente.

Giovane Silva Santos

⁠Objeto de vida
Sentimentos variados.
Vaidade.
Ambição.
Ignorância.
Intolerância.
Pois bem.
A exigência do mundo.
A imposição social.
O desfecho imundo.
Que traz desgosto profundo.
De um sistema imoral.
A constituição que funciona.
A primazia espiritual.
Quando o altíssimo vem a tona.
No sentido de limpar a zona.
Do homem carnal.
A desestruturação de lares.
O sensato implorando milagres.
O anseio que se acredita.
A esperança pedindo vida.
O acreditar.
O movimentar.
Aprender.
Dividir.
Acrescentar.
Fortalecer.
Compreender.
Incentivar.
Ser luz.
Ser alívio.
Ser solução.
Expectativa.
Perseverança.
Ainda diante de barreiras..
Desafios.
Obstáculos.
Vencer.
Associar a fé.
Lutar de pé.
Por uma saida.
Uma palavra.
A esperança.
Como objeto de vida.
Giovane Silva Santos

⁠Minha lista
Tentando fazer um retrospecto.
Deveras incompleto.
Entre idas e vindas.
Entradas e saídas.
São as relações de nossas vidas.
Amigos.
Colegas.
Companheiros.
Parceiros.
Alguns raízes fortes.
Outros folhas passageiras.
Sementes frutíferas.
Oh lembranças.
Lambança.
Engano.
Prazer.
Satisfação em dizer.
Que não sejamos nunca ingratos.
Ainda que passageiro foi o prato.
Valeu.
Palmas pra quem doou.
A barriga que doeu.
Se pela vida passou.
A saudade deixou.
O privilégio é meu.
Seja o último ou topo da lista.
O tipo de árvore não vou qualificar.
A importância de cada sombra.
De cada fruto.
De cada semente a fertilizar.
É o que importa.
Ficou aprendizado.
Fica a gratidão.
A cada ano.
A cada geração.
A lista aumenta.
E cada um alimenta.
O que guarda.
O que sustenta.
O amigo nunca ausente.
Passa a ter vida diferente.
E eu.
Eu também.
Giovane Silva Santos

⁠As árvores da vida
São belas.
São úteis.
Algumas resistentes.
Outras nem tanto.
Algumas árvores ornamentam a vida.
Outras produzem sujeiras.
Elas pertencem à um processo de transformação.
Uma semente.
Um galho.
Logo tronco robustos.
Frutos.
Sombras.
Também existem raízes venenosas.
Algumas belezas ignoradas.
Podadas.
Ceifadas do ciclo.
Às árvores da vida.
Amizade.
Família.
Ciclo social.
Um trejeito de movimentos.
Ciclo.
Transformação.
O que se faz de nossas árvores.
O que nós fazemos.
Ás vezes provamos do fruto e da sombra.
Zelamos dos galhos e aproveitamos a semente.
A sabedoria permite semear, regar, e alimentar o processo de frutificação.
Porém quando a imprudência e a ignorância colocam a mão.
Mata se.
Convive se com a podridão.
Às árvores da vida são inúmeras.
Nossos devaneios são volumosos.
Qual será a raiz de nossas razões.
Crime.
Inocência.
Culpa.
Intransigência.
Meramente.
Violentamente.
Nos perdemos.
Não sabemos lidar com as árvores do mundo.
Nem tão pouco.
A que existe em nós.
Pois somos terreno.
Plantio.
Algoz.
Feroz.
Atroz.
Matamos a árvore frutífera que temos em nós.
Giovane Silva Santos

⁠Uma covardia com a poesia
Eu acho.
Sou eu.
Faço uso desse enredo.
Me arranjo nesse relampejo.
Usar a poesia.
Para fantasia.
Despejar as aflições.
Desabafo.
Despir as frustrações.
Como sou covarde.
Poderia falar de amores.
Paixões.
Romances.
Flores.
Sensibilidade.
Porém.
Coloco as palavras no trem.
Descarrilando sob trilhos.
De vagão a vagão.
Faço um arranjo de turbilhão.
Descarrego a dor.
Menosprezo a cruz.
Entendimento débil.
Essa angústia que me conduz.

Oh ser covarde.
Desfaz a harmonia.
Da vida a tristeza.
Maltrata a poesia.
Tá bom.
Parei.
Que venha o sono da dor.
Giovane Silva Santos

⁠Sonhei
Foi intenso.
Oh quanta felicidade.
Que amor imenso.
Ultrapassou a realidade.
Carinhosa ao extremo.
Bondade é uma prática diária.
Contida no falar.
Sensata à aconselhar.
Sábia em se preservar.
Valente protetora.
Asas de leoa.
Compreensiva.
Trabalhadeira.
Humilde.
Está sempre pronta a servir.
Toda timidez traduzida.
No calor da intimidade.
Completa se o amor.
Sabida.
Nutrida.
Resolvida.
Planta o mel.
Não procura cor.
Naturalmente.
Veemente.
Controla a dor.
As angústias.
As aflições. .
São considerações.
Vence.
Reage.
É mulher.
Amada.
Símbolo.
Guerreira.
Meu delírio.
Meu sonho.
Acordei.
Giovane Silva Santos

⁠Quando a morte quer vida
Minha tristeza é profunda.
Minha angústia é presente.
Desgosto, desprazer, a morte que inunda.
A força bruta que muito se sente.
O oposto renasce.
Floresce.
Acorda.
Não é oscilação.
Nem tampouco confusão.
Parece desentendimento de amar.
Comportamento bipolar.
Não.
Não.
Bem mais intenso.
Batalha.
Guerra.
Luta.
Embate.
Duelo entre a vida e morte.
Um paralelo da esperança e o desencanto, desencontro.
E vem um anseio.
Mudar o mundo.
Opinar perante a sociedade.
Meditando.
Por vezes na força.
Na coragem.
Perspicácia.
Capacidade.
Será.
Onde está esse rei.
Sua coroa é desafiante.
Ser.
Nascer.
Viver.
Quando a morte persegue de forma radiante.
Bem.
O sepulcro convida.
Eu me nego.
Já disse que verei a glória.
Enterro a morte.
Lanço a sorte.
E a vida.
Esperança.
Vitória.
Giovane Silva Santos

⁠“Desabafar é uma tarefa incômoda, porém necessária.”
Giovane Silva Santos

⁠“A disposição pela luta é um caminho ao pódio.”

Giovane Silva Santos

⁠"A palavra é uma força na sabedoria e a fraqueza na ignorância."
Giovane Silva Santos

⁠"O grito e o silêncio possuem a mesma força."

Giovane Silva Santos

⁠180.000 dias de angústia
Alguém pode imaginar.
O rumo da emoção.
O sentimento em equação.
Um pouco mais de 1800 dias.
Andei contando as minhas aflições.
Sorrisos disfarçados.
Anos de alegres ilusões.
O destino quis assim.
Arredio.
Intransigente.
Fui afagado pelo cavalo de Tróia.
A felicidade veio embrulhada no requinte mais prazeroso.
Uma bola.
Uma mulher.
Cifras.
As etiquetas da vaidade.
Curiosamente computei os números.
Mais de quatro décadas.
Quase meio século.
Um pouco mais de 180.000 dias.
Enfadonho.
Tristonho.
Angustiante.
Voo rasante de uma tristeza.
Não diria infinita em respeito à esperança.
Também sei que a fé é real.
A luta é porta.
Além do mais.
O barco que se atraca no cais.
Um dia.
Talvez.
Venceu as tempestades do mar violento.
Em resumo.
Foi.
Voltou.
Existe esse vento.
Se vivo.
Se insisto.
Se perco e não desisto.
A vida.
Viver é o que tento.

⁠Amante da tribulação
A angústia triunfa diariamente no meu peito.
Incrível tamanha fraqueza.
Quanto gula pela morte.
Meu pensar vagueia de sul a norte.
Perdoe minha franqueza.
Enfermo a vida.
A guerra de estranheza.
O coração deitado no leito.
O mistério profundo.
Entre sonho e decepção.
Os olhos ganham o mundo.
Mas no próximo segundo.
A entrega.
A frustração.
Será que tem encanto.
Nessa sensível alma.
Assassina a calma.
Aviva a preocupação.
Um Maracanã de ansiedade.
Como explicar a fé.
Como alimentar a esperança.
Incrivelmente pelo desprezo da espada.
Vai à luta desarmada.
Escudo invisível.
Ontem, agora, hoje, amanhã.
Décadas, anos.
Corriqueiramente desde a antiguidade.
A guerra é uma verdade.
É que eu não entendo.
Perco domínio.
Não entendo o coração.
Entre a flecha e o arco.
A espada, a bala e escudo.
A arma do mundo.
A tribulação.
Eu que sofro contrito.
Permaneço aflito.
Eu fui
Eu sou.
Amante da tribulação.
Não porque aprecio.
Porque não domino o equilíbrio da mente e o sentir do coração.
Giovane Silva Santos

⁠Lapidação
Oh valioso diamante.
Porque atrai a cobiça.
Desprezado é meu coração.
Será tão rústico esse órgão.
Não cabe lapidação.
Aquela barra de ouro.
Até bezerro de adoração.
É cobiçado em couro.
Olhos da ambição.
Desprezado é minha mente.
Será tão ignorante.
Não cabe lapidação.
Rubi, Cristal, Marfim.
Gargantilhas das vaidades.
Desperta os olhos materiais.
Meu sentimento é desprezado.
Será tão intransigente.
Uma baú de emoção.
Oh que sono do pensamento.
Não cabe lapidação.
Esmeraldas, minérios variados.
O sistema.
A economia.
O colo de toda nação.
Meu agir, meu comportamento.
Gera um desprezo nas esferas espirituais.
O coração continua contrito e violento.
Eu pergunto.
Será que não?
Não cabe lapidação?
És comparação.
É que a misericórdia se faz dura.
O pecado impuro na armadura.
Se é vivo o orgulho.
Porque matas a lapidação.
Giovane Silva Santos

⁠Uma vida em uma palavra
Sonho.
Delírio.
Colírio.
Enfadonho.
Medo.
Tristonho.
Suspiro.
Pensamento.
Imaginário.
Contrário.
Sentimento.
Dor.
Solidão.
Sinal.
Direção.
Desamor.
Desilusão.
Infinito.
Montanhas.
Nada.
Deserto.
Aperto.
Diminutivo.
Frustração.
Poesia.
Fantasia.
Loucura.
Amargura.
Criatura.
Tudo, tudo verdade ilusão da verdade dos sonhos reais da van consciência vaidosa que trafegam entre os limites da mente, do que sente, do que mente, ou do que exatamente a vida é, um caixão que enterra o cidadão ainda de pé.

Giovane Silva Santos

⁠Meu desabafo
Talvez não resolva minhas inquietações.
Facebook.
YouTube.
Instagram.
Atrai.
Intriga.
Dúvidas do hoje e amanhã.
A vida.
A liberdade.
A dor.
A prisão.
Ciclo divino.
Desatino.
Colisão.
O mundo enfermo.
As mentes fadadas.
Ciclo real.
Condição colocada.
Nem sei bem o termo.
Geração a geração.
Repete a canção.
Uma bala alojada.
O peito da humanidade ferido.
Eu sou produto deste meio.
Meu pecado é feio.
No meu coração gemido.
Oh quanta tristeza.
Alucinação.
Delírio.
Desespero.
Perco.
Morro.
Não me encontro.
Não sei por onde ando.
No deserto.
No nada.
No vazio.
Continuo vivendo.
Na clareza do embaraço.
Me encontro entre guerras e batalhas.
Vivendo no fio da navalha.
Meu desabafo.
Giovane Silva Santos

⁠“Morro todos os dias e vejo a minha incompetência em manter me vivo, porém ressuscito me diariamente e vejo uma força no parto, tudo muito dolorido, cheio de cicatrizes, oh escuridão, a cruz, oh minha luz.”
Giovane Silva Santos

⁠“Entendia tudo e não absorvia nada, pequei, morri, levei tudo e não vivi nada.”
Giovane Silva Santos

⁠ Por que aprisionaste me nesse calabouço.
Por todos os lados e cantos.
Não vejo saída.
Um coração aos prantos.
A mente trava.
As portas trancadas.
O dono da chave eu sei.
O amor, a justiça e a misericórdia.
Mas porque permite.
Além da lei.
Pior que um miserável na praça.
Sem merecer sua graça.
Vejo o destino dizer não.
O obstáculo indigesto.
Sou fraco e confesso.
Mas.
Se és o amor que ouço.
Por que me trancaste no calabouço?
São décadas na escuridão.
Dividindo com ratos nesse porão.
Só tenho a explicação.
Não tenho perdão.
Meu orgulho.
Minha soberba
Vaidade e ambição.
Queria saber.
Queria entender.
Por que me aprisionaste?
Porque todos os sonhos cancelaste.
No seu universo infinito.
Não tem lugar pelo aflito.
Ou será que sou menos que o grão de mostarda.
Incapaz de ganhar tua misericórdia.
Calei.
Examina me desde a nascitura.
O meu clamor e súplica.
A quebra dessa armadura.
Oh altíssimo em nome de Jesus.
Giovane Silva Santos