Coleção pessoal de ClaudethCamoes
Lar MA quem in vem tou, prá corrigir o leme em centrou, que no aqui se escreve, prá dirigir o que restou, pois meus silêncios, também são graças, em outras falas, e, sorriso nos movimentos, das surpresas que nos aguarda, contemplando os vistos, dativos de vosso olhar cuidador.
Antiga e bem equilibrada, em falta de imposto na vontade, prá satisfazer o alimento, depois da queima necessária, íntegra e transmutados Sóis, em alegrias daime artes.
Contei nos dedos, me deram doze, prá ser o pão, sem brigas e confusão, quem planta colhe, sempre nos diz o irmão, pois somos unidos, pela sábia estrutura da gratidão, além das vontades perdidas, do ser querer algo, causando imputação, antigo traço de *birração*.
Sem confusão, subimos esferas celestiais, ancorados pela alegria, bússola da gratidão, integramos paz, e, consequentemente, saúde.
O respeito pelas diferenças, é a chave da responsabilidade, que a humildade nos oferece, pro alcance do vigor, sustentado pela graça, isso nos edifica no compartilhar de nossos presentes, enquanto almas, e, no que somos, sem precisar ninguém derribar isso ou àquilo, prá se amostrar, e, ou vitimar-se, antigo método de busca por energia, em consequências atais, reeditando vez por vezes, pois, somos todos originais, na beleza das épocas objetivas a lapidar, pelo canal daquilo que de fato viemos fazer.
Quando me viro, eu sou também o você, na delicadeza da diferença, daquilo que ainda, não se podia fazer, caminhamos juntos, mesmo quando distantes, pois somos o dever ser, cumprindo facilidades, prá alegrias de todos seres serem.
Litúrgicos são nossas leituras, em feituras de nosso ser, escolha o que quer quando crescer, pelo bem do eterno querer.
As repetições são criatividades prezas, oras em energias, aguardando novas possibilidades em certezas, pelas peles livres caminhou, e, enquadrou simples levezas, prá sabedoria das declarações, confirmadas em multidões de padrões.
Tenho muitas coisas boas pra compartilhar e certamente nem precisas contar, é que coisas boas, também aqui, sempre chegam sem avistar e avisar.
Era uma vez o tempo e o relógio resolveram fazer amor, mediterrâneamente implacável (adoção) de teus beijos.
Que a beleza em tintas, nos quadros, satisfaçam os referidos artista, em saúde e vigor, essa é a medina, que trata com alegrias e amor.
Às percepções sempre dependem do observador, que, muitas vezes, necessita de tempo"s", pra edificar suas próprias limitações.
O beijo é dado divino, que a humildade contida no ato pela entrega, do fechar em olhares, serve pra outros, serem sabiamente abertos.
Sejas humilde na grandeza, pois, o presente é sempre do divino, livrando nossas peles dos futuros, sem o devido, já que a tecnologia não possui dono, e, é, pra benefício de todos.
Que nossos contrários se ajustem às verdades de nossos sonhos, sem modificar à realidade de nossas vidas.
