E à noite chega, na paz das certezas, que o amor em novos dias, pela natureza, pra sempre floresça.
Temos tudo pela sabedoria das eras, e , o tempo pra alguns, ainda, anda na manivela.
Bom dia é situar a vida em alegrias.
Gentileza é leveza das sábias porteiras, ouça, é o pão do passado, fornecendo o futuro, pelo amor do presente, aliviando às durezas no tempo.
Aos beijos que sobem, e, dedos que descem, pela arquitetura do corpo divino, sem alterar um chapéu.
A inveja é guarda da evolução, ser, é nobreza de proteção.
Viva a orquestra divina, que rege todas às línguas, onde a tradução não implica em falseadas, dissoluções, mas, curam tecidos em emoções.
Repare o caminho das tintas eu não confundo o coreto de ninguém.
Nossa bicicleta tem câmeras e o responsável sempre quer o bem do todo e não tolo.
Polidamente e em seus braços, descanso, protegida pelas sombras refrescantes das árvores.
Boa noite, tranquilo amanhecer, pra quando o dia nascer, bons serviços prá existência enaltecer.
Dá buts e manipular já era.
Paz na terra.
Gratidão universo.
Caminho é respeito.
Quando o galo canta e nossa música não toca, tenho os traços de nossa face, que longanimamente nos reconhece.
Se observas, pelo azul conservas, agora, é, declaração pra curas de eras.
O preconceito é uma corda que não serve, e, a saudade, foi gancho pra repressões de vontades, retirando do peito, o afeto, e, a lealdade, pra distribuir em outras faces, provocando antigas desigualdades.
Não a Cor, em buscas que não se encontraram, desde o dia, que nossos olhares se cruzaram, e, fundamentalmente brilharam.
Ele necessitou de um dígito pois ninguém o compreendia às alturas.
Nossa saúde se dá, quando em nossos sonhos, encontramos a realidade de nossas vontades, em qualquer lugar e plano.
Afeto não é dinheiro e saúde é berço familiar
Ninguém muda, íntegra, recupera, e, melhora.