Coleção pessoal de celso_nadilo
Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.
Flor da decepção.
Floresce no deserto do pensamento.
Semeiada pela discórdia...
Sensação do esquecimento.
Sendo seu fruto alienação intelectual,
Espalha a angústia existencial.
Semeadura do mau
Dizem bem querer mais sempre haverá caos embutido o subconsciente.
Clamei consome ate o veneno que te fez crescer.
Como político tanto promete e não cumpre suas raízes se enrrola nas entranhas da sociedade se alimenta da covardia e ri achando pode ter mais passo no fel da alma se esgueirando pelos cantos escuros.
O Paradoxo da Pátria
O fogo que pensa é o mesmo que se apaga,
Consumido pelo peso da própria convicção.
A mente que julga, que dita e esmaga,
Cria a faísca que incendeia a nação.
Crentes de que iluminam o escuro,
Ardem em certezas, mas o fim é o deserto puro.
E a água que mata a sede...
É a mesma que afoga, que inunda, que desaba.
O recurso que cura é o que rompe a parede,
Quando a ganância transborda e a represa acaba.
O que deveria nutrir o solo do país,
Vira a enchente que arranca a raiz.
Queriam o progresso impresso no plástico,
Mas o excesso do remédio virou o veneno.
O discurso seguro, soberbo e drástico,
Deixou o gigante de joelhos, pequeno.
Morrendo de sede ao lado da fonte,
Cego pelo brilho de um falso horizonte.
O fogo que pensa e mesmo fogo que se apaga nas próprias convicções.
Água que mata a sede é a mesma que se afoga.
O Manifesto do Sangue Digital
O veneno escorre da boca do palanque,
Neurolinguística barata que anestesia o sangue.
Eles falam em progresso com sotaque importado,
Enquanto o povo paga o juro do plástico clonado.
A boca cheia de formigas de quem calou a verdade,
Vendeu a nossa moeda, entregou a soberania da cidade.
O Pix é nosso, é do chão, é do Brasil, é corrente,
Mas a tarja magnética do império ainda dita o que a gente sente.
Cada transação é um pedaço da pátria que vai embora,
Pedágio invisível que o norte geográfico devora.
Cartões de plástico, coleiras de chip e de senha,
Alimentando a fogueira com a nossa própria lenha.
Eles dizem que modernizar é submeter,
Que para avançar, a nossa raiz tem que morrer.
Mas o país sangra na margem, no débito, no crédito, no absurdo,
Enquanto o algoritmo estrangeiro finge que é surdo.
A revolução não será televisionada, nem impressa em dólar,
Ela nasce quando a colônia decide não mais se esmolar.
O sangue na boca agora é grito de rebeldia:
Nosso dinheiro, nossa terra, nossa própria soberania.
O sangue a miséria...
Sangue na sua boca
neurolinguística escorre veneno,
O pix é do brasil não é dos Estados Unidos. Boca cheia de formigas....
Declarações que fazem o país sangrar...
Dentro do capitalismo de suas mentes anestesiadas pelo ardor de uma vida de resiliência e sobrevivência.
Atravessamos mares e caminhamos por montanhas da própria existência.
O Roubo da Inocência e os Imperadores da Mente
A inocência tem sua época certa. Na infância, ela é a beleza da simplicidade, uma compreensão inata e pura de que o mundo é um lugar a ser descoberto, guiado por um senso comum saudável. No entanto, a engrenagem da alienação digital cometeu o seu crime mais cruel: ela violentou essa cronologia.
Ao expor mentes em desenvolvimento ao bombardeio paranoico das milícias digitais, o sistema força uma evolução precoce e corrompida. Crianças e jovens são arrancados da leveza e jogados na trincheira de uma guerra ideológica que não criaram. Destituintes de sua pureza, tornam-se "imperadores de suas próprias mentes" — pequenos tiranos de certezas absolutas, moldados pelo ódio e pelo medo antes mesmo de compreenderem a complexidade da vida. O zumbismo coletivo, portanto, não apenas escraviza os adultos de hoje, mas sequestra o futuro, transformando a inocência em soldados de uma causa vazia.
Esse fechamento dá um peso enorme ao texto, porque mostra que o problema não é apenas uma eleição perdida ou ganha, mas sim o trauma psicológico e a deformação social que estamos deixando para as próximas gerações.
Inocente é viver a inocência na época certa no senso comum predominate na infância é simplicidade compreensão inata, e quando neste processo evolução precoce, imperadores de suas mentes.
O Teatro da Alienação: Quando a Ideologia Vira Religião
Vivemos tempos em que a verdade perdeu seu valor de face. No cenário político atual, fomos engolidos por um núcleo de narrativas onde a verdade nunca é a verdade absoluta, mas sim uma colcha de retalhos feita de meias palavras, conveniências e manipulações. Figuras políticas que sequer alcançaram o topo do poder já são cotadas como o "pior dos piores", blindadas por uma estrutura profissional de mentiras que desafia a lógica.
Para esses líderes polimórficos — que mudam de forma e de discurso conforme o público que desejam enganar —, as contradições não são falhas; são ferramentas de engajamento. Com o auxílio tecnológico de deepfakes e uma chuva constante de desinformação, criou-se uma era de pós-verdade onde toda mentira carrega sua própria "versão dos fatos" para alimentar a fábrica de fakes.
As Cordas do Tabuleiro Internacional
Esse jogo, contudo, não é jogado de forma isolada. Há uma clara e perigosa interferência geopolítica, onde setores e interesses estrangeiros — como correntes do próprio Estado Americano fiéis a essa cartilha extremista — puxam as cordas da alienação em solo nacional. Jogando contra o próprio país de origem e usando medidas de retaliação para vencer eleições no grito, esses atores transformam o nosso povo em massa de manobra e em laboratório de testes ideológicos. Enquanto a polarização se acentua, os cofres públicos sangram, pagando a conta real da corrupção institucionalizada e da cegueira coletiva.
Quando a política vira religião, o absurdo é sagrado. Não há dados, fatos ou investigações que quebrem essa barreira psicológica. Se o líder mandar marchar, o seguidor marcha; se o simbolismo do momento exigir reverência ao inexplicável — seja a um quartel ou a um pneu à beira da estrada —, o fanático o fará, pois ali o "pneu" vira o seu deus.
Não há o que se faça ou diga em contrário que convença quem escolheu a alienação intelectual como estilo de vida. O extremismo opera na base da fé cega. Para o restante da sociedade, que assiste ao espetáculo com indignação, resta o duro papel de resistir à correnteza de mentiras, mantendo a sanidade enquanto a realidade prática e o tempo não cobram o preço inevitável desse delírio coletivo.
No isolamento do horizonte apenas fragmentos, sons de um momento no cosmo, o cosmonalta deixa sua nave para ver o planeta terra tão lindo no azul do infinito o mares parece flutuar, em suas ondas elipses de sonhos num ponto na imensidão, o macro universo,
Num desejo o luar é um paradoxo infinito, sua voz no infinito são folhas no outono.
A alucinação não é alienação.
Dentro da realidade sois alienação...
No isolamento intelectual sempre haverá o empobrecimento da alma.
Pois o espírito é essência das experiências passadas cujo o carater é formado. E estar alienado é simplicidade abandonado suas experiências por ideias de fantasias.
Por Celso Roberto Nadilo
"Enquanto a Copa acontece e as eleições são realizadas, o golpe à democracia e à soberania enxerga espaço para crescer...
Inocentes irão pagar.
Pois as fake news estão ligadas novamente às alienações das deepfakes, que nos afastam completamente da realidade. Bots manipulados como marionetes armam novas incursões que culminam em atos insanos...
Tudo pela 'grandiosa América'."
Crianças brincam na viela em frente às suas casas; outro grupo se diverte numa quadra de futebol, enquanto outros mais correm pela associação de moradores e amigos da comunidade. São os diamantes da vida de todos ali. Ao redor, os adultos trabalham na construção civil, no comércio local ou na rádio comunitária.
De repente, um barulho ensurdecedor rasga o céu. São helicópteros Apache e aviões lançando mísseis e rajadas de balas, sob o pretexto de combater o crime organizado. A ação não é tratada como terrorismo; pelo contrário, o Estado invasor alega estar defendendo sua própria soberania.
Enquanto isso, as eleições acontecem. No palanque, o candidato clama por sangue e exige que a terra seja devastada. Afinal, a corrupção sempre precisa de desculpas brutais para justificar sua existência fútil e gananciosa.
O Jogo dos Poderosos
O destino prega peças,
E dessas peças somos meros joguetes
Movidos por um intuito maior, invisível e cruel.
O sangue que corre é a sangria desatada:
Um espetáculo orquestrado no ato dos poderosos.
Ouço e calo. Pois se falo,
Torno-me a caveira que morreu pela própria língua,
Em um mundo onde a verdade é o maior dos crimes.
O poder, por natureza, é corrupto e ganancioso.
Ali, não há espaço para a moral, nem berço para a ética.
Para reinar, o tirano ignora e despedaça
As regras mais sagradas da existência contemporânea.
Veste-se de seda, mas opera nas sombras:
Um político que atenta contra a própria soberania,
E faz campanha, à luz do dia, para uma conduta golpista.
A Quebra do Pacto Existencial
O ponto alto da sua reflexão está nas linhas finais. Quando você menciona que o golpismo "quebrou as regras da existência contemporânea", você aponta para a falência do pacto social. A política deveria ser o campo do debate e da preservação do coletivo; quando ela se torna uma ferramenta de destruição das próprias instituições (atentando contra a soberania), a sociedade retrocede ao estado de selvageria, onde apenas a força bruta e a ganância importam — exatamente como os vilões do conto do diamante de sangue.
O desejo como ruína da especulação.
O drama o fruto da alienação.
Sendo sensatez uma flor no deserto.
