Coleção pessoal de bruna_6

Encontrados 16 pensamentos na coleção de bruna_6

Não é o cérebro que mais importa, mas sim o que o orienta: o caráter, o coração, a generosidade, as ideias progressivas

O homem gosta de contabilizar os problemas, mas não conta as alegrias.

Conhecemos um homem pelo seu riso; se na primeira vez que o encontramos ele ri de maneira agradável, o íntimo é excelente.

A tradição é a personalidade dos imbecis.

Não se pode escrever nada com indiferença.

Escreva algo que valha a pena ler ou faça algo acerca do qual valha a pena escrever.

A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana.
Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.

Eduquem as crianças, para que não seja necessário punir os adultos.

Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito.

Os amigos têm tudo em comum, e a amizade é a igualdade.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Me encha de beijos, de desejo, de calor e de vontade.
E me encha também de dúvidas, de desespero, de choros e de dor.
Me transborde de vida e me encha de morte

Faça minha alma se despir pra você.
Dance com minhas perguntas, só não me faça delirar em minhas dúvidas

Se por acaso morrer do coração,
é sinal que amei demais.
Mas enquanto estou viva e
cheia de graça,
talvez ainda faça
um monte de gente feliz.

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.