Coleção pessoal de BALSAMELO
Não anuncie apenas!
Seguir é a sua escolha!
Vá e seja feliz!
A esperança é a última que morre!
Sigamos, enfim!
Não seja tolerante com você ao ponto de não enxergar os percalços que aniquilam o próximo passo.
A atitude de ser feliz é sua, então, não espere por mais ninguém.
Ser feliz é situação de foco, por isso, sintonizo aquilo que me facilita a alegria!
O grande homem é aquele que sabe estar pequeno para não atropelar e não transgredir!
Tentemos nos desacostumarmos da mesmice existente em tantos indivíduos... podemos tudo e para isso, basta sonhar!...
Poeta Balsa Melo
Que o tempo indefina a definida angústia da hora que passa sem retrocesso... Que a tristeza se torne inconcebível nestes vazios que encenam o adeus do tempo findo.
Passos sem rastros.
Vida vivida sem saudades.
Tempo anônimo alimentando um interregno de vacilo do coração.
Que a independência seja plena e que as desigualdades sejam eliminadas.
Acordemos para a realidade.
Chega de cenários para fugir das mazelas sociais.
Precisamos de ensino de qualidade, saúde eficiente e segurança pública.
A lua esboçava um sorriso e uma estrela fazia companhia numa noite de constelação de sonhos.
Não pude identificá-la na minha quase solidão... você não brilha mais em mim.
Fervilham letras derretidas dos meus ais.
Não encontro possibilidades para o desabafo.
Desfilam risos,
gritos e
latentes chamamentos.
Escrevo, por fim, uma história vazia quando risco parte de nós.
Anunciei com paciência tantas vezes.
A surdez sentimental não te possibilitou entender os meus apelos.
Agora...o tempo remenda com retalhos o nosso enredo.
Pontos... fim começado.
As demandas desatendidas são aquelas que pela insensibilidade da alma não pudemos perceber.
Por isso, pela insensatez do momento, muitas coisas acontecem e não são registradas.
Se o amor não for capaz de suplantar estes registros que tantas tristezas originam... é melhor repensarmos, pois ele - o amor -, talvez, não seja em nós.
DESABAFO DE UM CORAÇÃO!
Não raramente observamos e ouvimos reclamações sobre o discorrer da vida.
Talvez os sentidos apostos em cada palavra possam ocupar um real significado, pois, afinal, ninguém se angustia por blasfêmia, repetição de falas ou por descuido do coração.
Somos as variâncias de sentidos revelados nos resultados entre o ofertar e o receber... poucos estão aptos a receber e, muito menos, adequados a doar.
Nesta caminhada, entre o ir e o ficar, surgem dúvidas condicionantes. Não ficamos pelo receio da repetição daquilo que já fora vivido e registrado nos escaninhos de nossas almas como algo negativo e não seguimos pela incerteza do novo, pois a zona de conforto, muitas vezes, é a sustentação da imobilidade para novas estradas e outros rumos.
Sem o que oferecer no mundo ilusório do TER e oferecendo muito quando se trata de amor e do SER... muitos se perdem pelo desespero da invariável máscara do presente que impõe os retrocessos do ontem que pulula no amanhã. Gente sem presente ostentando o velho e o futuro de nada.
Vasculhando bem... e não limpando muito... a lamúria é o estado desalmado de uma alma ferida e quase abatida pelo flanco da solidão.
Viver é o inusitado murmúrio das vozes que são silenciadas quando precisamos acenar um sentido e não nos permitem e que, muitas vezes, gritam quando carecemos manter o silêncio absoluto para não ferirmos como nos ferem.
Brasília, 04 de abril de 2012
Não raramente as pessoas se surpreendem com o questionamento sobre o tempo findo....e a resposta, também, se confirma na falta de atitude para mudar de vida e não perder o novo tempo.
A tristeza só assume uma posição lamentável quando não assumimos a posição de reflexão sobre os seus danos e não procuramos eliminar a sua origem.
Queria não dizer nada e nem ousar sentir o que sinto agora neste singular vazio desenhado pela sua ausência. Abraço-me ao resto de mim sem você para findar esta noite.
O céu está para todos, mas é para poucos. Tem pessoas que falam de sonhos e não sonham... Falam de amor e não amam....gostam de receber, mas não doam muito pela secura de seus corações.
