Coleção pessoal de ATILANEGRI
TENHO VERGONHA DE TI
Tenho vergonha de ti...
Que ignoras a verdade e coaduna com a mentira de poucos.
Que durante anos lutou pela liberdade de expressão e pensamento,
E hoje vive escravo de uma democracia, que oprime a muitos.
Que diz ser brasileiro não por amor a sua terra,
Mas por conta de um misero grito de gol.
Que se enrola na bandeira, e diz ter orgulho de um time.
E o seu País ?
Um povo que mal sabe cantar e honrar o seu hino.
Que vende sua terra por trocados, para salteadores, que se travestem de homens públicos.
Rui Barbosa, vibrava ao ouvir o seu hino, e jamais se enrolou na sua bandeira.
Muitos não sabem o grande homem, cidadão, patriota que era Rui.
Muitos não sabem nem o que é Constituição Federal....
Não sabem a capital dos estados da Federação
Não sabem nada..
Sabem sim, o nome de cada guerreiro que vai disputar um mundial futebolístico,
E estes são os heróis da nossa Patria ?
E os heróis que sobrevivem com salário que mal dá para alimentar-se ?
E os heróis que não tem educação, saúde e emprego ?
E os heróis que não tem dignidade ?
E os Direitos Fundamentais, são desprezados.
Realmente, O POVO é herói.
Por isso que um pouco de comida e dinheiro,
Faz surgir novos senhores feudais contemporâneos,
Que tomam o poder, e engavetam interesses coletivos,
Em prol dos seus interesses particulares.
Rui Barbosa sentia vergonha:
“Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer… “
Eu, tenho vergonha de ti,
Que não sabem a força que tem.
Que não sabem pleitear os seus direitos.
Que jogam fora a sua soberania.
Deixamos os valores se perder.
O corrupto, controla o poder.
O honesto foge para não morrer.
Rui Barbosa tinha do que se envergonhar:
” De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto “.
Eu, tenho vergonha de ti, e me envergonho,
Ao lutar pela verdade,
De fazer valer a justiça,
Resgatar valores perdidos,
Honrar a pátria amada.
Mas Rui Barbosa, sentiu o mesmo sentimento que eu:
“ Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !”
AUTOR: Atila André de Negri Fonseca.
Somos anônimos, em um mundo de grandes nomes.
Os grandes nomes, do presente e do passado, já sabiam a importância de se fazer história.
Por isso que se tornaram grandes nomes.
Aos anônimos: façam a sua história e tornarse-ão grandes nomes.
Sonhar, sempre é possivel sonhar.
Mesmo que pareça distante,
Sempre é possivel sonhar.
Mesmo que as cinrcunstâncias sejam obscuras,
Sempre é possivel sonhar.
Somos movidos pelos nossos sonhos,
E guiados pela nossa certeza de alcançar os nossos objetivos.
O sonho aliado a perseverança, nos leva a grandes horizontes.
Mas lembremos nunca chegamos sozinhos, a um ser onipotente, onipresente e onisciente que nos proporciona, sonhar e a realizar os nossos sonhos.
Somos sonhadores e conquistadores da realidade.
Não te atemorizes quando o dia mal chegar, nem quando se perderes em vãs pensamentos.
O mal dia é inevitavel, assim como o tempo,que ora amanhece chuvoso e ora ensolarado, a nossa vida também as vezes sofre contratempos e aflições.
Orgulhoso e soberbo é o que diz: Não existe dia mal...
Esse sofre em seu interior a manifestação dos seus próprios sentimentos de altivez.
Ora se grandes homens já provaram de tais momentos em suas vidas, de certo que o dia mal pode chegar.
Há uma diferença entre passar pelo dia mal e aceitar o dia mal.
Com fé e esperança naquele que vive para sempre, podemos superar tais momentos.
Um choro não dura a vida inteira, nem tão pouco uma tempestade perdura eternamente.
O dia mal, é para ficarmos serenos e abrigados nas asas do nosso Pai Eterno, até que esse dia passe.
Na tempestade também nos abrigamos em local seguro, e o eterno Deus é o nosso local seguro.
Lutar, perseverar e acreditar são as palavras chaves para que a vida volte a ter o equilibrio necessario para as mudanças.
E lembremos, que após a tempestade, um novo dia surge, e com ele um céu ensolarado.
