Coisas Novas
Acumulador de Feitos Invisíveis
conquistou
todas as coisas
que se há
para conquistar,
menos fama,
sucesso,
luxo, dinheiro e poder.
ele de fato
não teve nada
que pudesse mesmo
se gabar,
exceto insistência,
consistência,
dignidade, afeto e saber.
23/01/23
Michel F.M.
Ao cabo de muito refletir sobre a justiça das coisas, não chego a compreender como é que uns ainda no ventre da mãe estão destinados a serem felizes por toda a vida, ao passo que outros são atirados para a roda e só conhecem tribulações durante todo o tempo que se demoram por este mundo de Cristo! E, entretanto, a vida é isto, e às vezes até qualquer imbecil é protegido pela sorte.
A magnanimidade, uma virtude muito esquecida, é a aspiração do espírito a grandes coisas. Uma pessoa é magnânima se tiver a coragem de buscar o que é grandioso e se tornar digna disso. (...) A magnanimidade, como nos dizem Tomás de Aquino e Aristóteles, é "a joia de todas as virtudes", pois sempre – e particularmente em questões éticas – decide em favor daquilo que, em dado momento, representa a maior possibilidade do potencial humano para o ser.
Há coisas que Deus abomina e entre elas está a língua mentirosa a *testemunha falsa* e *quem semeia contenda entre irmãos*
A calúnia não é apenas uma injustiça humana. É uma afronta espiritual.
E quem vive disso, não herda o Reino de Deus.
Você pode até tentar manchar minha imagem.
Pode inventar histórias, distorcer fatos, espalhar mentiras.
Mas eu não preciso me defender com gritos.
Porque a verdade tem voz própria.
E Deus é meu juiz.
Jesus já nos alertou:
_"Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque grande é o vosso galardão nos céus."_ (Mateus 5:11-12)
Não é sobre vingança.
É sobre permanecer firme.
É sobre usar a língua para *edificar*, não para destruir.
É sobre não retribuir mal com mal, mas deixar que Deus cuide do que é Dele.
Eu não sou obrigado a aceitar o que me fere.
Não sou obrigado a corresponder ao que não me faz bem.
E não sou obrigado a carregar rótulos que não me pertencem.
A mentira pode correr solta por um tempo.
Mas a verdade…
Ela sempre chega.
E quando chegar, vai calar.
Pobres são as mãos que colhem apenas o que o vento apaga. Escrevem tantas coisas, mas a alma está vazia, o coração empobrecido e a mente embotada; pois de nada serve a tinta no papel se a vida não transborda de dentro. Onde não há luz no sentir, a palavra é apenas um eco no deserto.
Antes de tudo tenha bom senso - saiba pensar e saiba ver o porquê das coisas. A sabedoria do raciocinio abre as portas da fé e acompanha de mão dada a gratidão. Uma fé cega não ajuda e só causa atrito. Seja grato, e ser grato é bonito, mas não seja subserviente!
Eu já quis tantas coisas
que hoje não fazem mais sentido.
Perdi o interesse…
e é estranho perceber
que algo que um dia foi tão intenso
agora não me alcança nem de longe.
Nem parece que eu quis tanto assim.
Talvez o querer também tenha seu tempo.
Talvez ele nasça, cresça…
e, silenciosamente, vá embora.
Por isso, o querer que hoje me atravessa com força
o que me desperta, inquieta e chama
que se faça presente.
Que permaneça vivo.
Que continue se fazendo desejar.
E que me deseje tanto
quanto eu o desejo.
Antes que, logo ali na frente,
eu também me torne ausência.
Antes que o encanto se dissolva pelo cansaço
e o gosto de querer se perca.
Porque eu sei…
eu posso, de novo, me distrair com o mundo
e deixar passar.
Então hoje,
se faça presença.
Se faça sentido.
Se faça interessante.
Seja forte, cuide do seu coração e descanse. Há coisas que virão no tempo perfeito do Pai, pois “tudo fez Deus formoso no seu tempo”
(Eclesiastes 3:11).
Te agradeço por todas as coisas, diante das bênçãos, e diante das circunstâncias delicadas, porque em tudo eu recebo o teu sustento!
Tem coisas difíceis de se fazer, mas, nunca acreditei que existem coisas impossíveis de se fazer.
Coisas difíceis requer esforço, coisas impossíveis, requer perseverança.
Sei que existe um limite de coisas pra fazer sozinho, mas também existe um limite do que a gente depende de outras pessoas pra fazer.
