Coisas Novas
Se você decidir não fazer nada porque está com medo, as coisas ficarão assim para sempre. Se não quiser isso, então tem que fazer alguma coisa.
Nunca reclame da vida.
Diariamente acontecem tantas coisas na sua vida e você nem percebe, esteja mais atento e realmente você terá mais clareza sobre tudo que faz sua vida realmente ter sentido.
Reclamar de tudo nunca resolverá tudo o que você tem julgado como problema.
Aprenda a usar a ótica da generosidade e, com certeza, tudo fará sentido em sua vida.
As pessoas falam coisas que não praticam, mentem sem pensar nas consequências e machucam aqueles que amam como se não houvesse amanhã... Mas saiba que há o amanhã! E é no amanhã que as pessoas perdem... Perdem o amor,a paz, a virtude, e perde todos aqueles que se machucou no ontem. Errar é humano, persistir no erro é tolice! Deixar que os seus erros interfiram na vida de outras pessoas, é egoísmo! E saber reconhecer seus erros, é humildade!
Há coisas que não voltam, há momentos que não vão voltar ...
você pode querer voltar, fechar os olhos, voltar os passos pra trás, mas não vão voltar.
Você pode repetir a canção mil vezes, você pode tentar, retentar, e tentar mais uma vez, que não vai voltar.
Há momentos que serviram apenas pra acontecer e ficarem guardados numa caixinha bem secreta, aquela que você deixa bem escondida no guarda-roupa, que de vez em quando você encontra, e relembre, mas não volta.
Esses momentos só servem pra ficar na memória, não voltam, não foram feitos pra voltar, e sim pra guardar.
Para fazer um bom trabalho, quatro coisas são indispensáveis: fé em Deus e em si mesmo, paixão pelo que faz, paciência pra superar os obstáculos e profissionalismo pra tratar do menor até o maior com o mesmo grau de atenção e respeito.
Minha fé não está firmada
Nas coisas que podes fazer
Eu aprendi a Te adorar pelo que és
Dele vêm o sim e o amém
Somente dele e mais ninguém
A Deus seja o louvor
O amor verdadeiro tem destas coisas: não se explica, não se controla, não se racionaliza, simplesmente toma conta
A gente se acostuma. Acostumamos-nos a deixar as coisas pra lá. Acostumamos-nos a ficar parados, a não agir, a não crer. Não cremos na mudança. Não acreditamos que podemos mudar a vida, mudar a realidade, criar melhorias. Nós não mudamos... ou mudamos? Olhando para trás, cerca de anos ou décadas, vemos que sim... mudamos. Mudamos pequenos hábitos, pequenas crenças, pequenos modos. Goles de mudança, somente. Somos por dentro aquilo de sempre; a mesmice, o costume. Deixamos os planos de lado quando “oportunidades irrecusáveis” aparecem. O que seria mais irrecusável do que seus sonhos? Mas eles vão se esvaindo... vão ocupando espaços menores, um tempo menor. Até que são esquecidos. E a vida vai indo naquele ritmo igual, sem mudanças. Ah, mudanças. Como creio nas mudanças!...
Como espécie, todas as coisas que fazemos são únicas e também são observadas em todo o mundo natural.
LISBON REVISITED (1926)
Nada me prende a nada.
Quero cinqüenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.
Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.
Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.
Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.
Outra vez te revejo,
Cidade da minha infância pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?
Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.
Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...
Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...
Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!
Saber das coisas é uma bênção e uma maldição, pois inevitavelmente sabemos de coisas que gostaríamos que não tivesse acontecido ou que irá acontecer.
Há coisas nessa vida que não tem explicação, há coisas que não podem mudar, há pessoas que não devemos amar e mesmo assim amamos.
Sofremos por fazer coisas que não devemos, amar quem não nos ama, querer quem não nos quer.
Ás vezes mentimos para nos livrar de alguma conseqüencia, mas acabamos descobertos.
Amar demais, querer demais, fazer demais, chorar demais, tudo demais é veneno!
Meu veneno foi amar demais e chorar demais.
Amar demais quem não me amava, chorar demais por quem não merecia.
Sofri por cada erro a sua conseqüencia e ganhei por te perder.
Te perder foi um ganho de certa forma, é como eu disse no começo -há coisas que não tem explicação, não dá pra explicar como ganhei, mas posso afirmar que ganhei, e muito.
Certa estou de que você nunca irá sentir minha falta, embora eu ainda sinta a sua.
Mas saudade passa, amor passa, solidão passa, demora, mas passa.
Um dia tudo passa, por que afinal nada dura para sempre!
Aprendi a primeira grande lição da minha vida: não podemos mudar o nosso início, como as coisas aconteceram na nossa vida, mas podemos mudar o nosso final.
A gente aprende não exatamente a desprezar outras coisas, mas a dar a elas apenas o tamanho e o espaço que merecem.
Pare uns minutinhos e observe ao seu redor. A Natureza nos presenteia com coisas maravilhosas: flores, pássaros, animais, que alegram nossos olhos. Deus te deu o dom da visão. - Agradeça! (Verluci Almeida)
