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“O que precede a iluminação é o conhecimento. Se uma pessoa deseja ser iluminada, ela tem que antes obter o conhecimento e, o conhecimento só é conseguido a partir de bons livros.”

Inserida por hagp

Caros amados que acreditam na ressurreição da carde como está descrita na Bíblia Sagrada, gostaria de fazer a vós a seguinte pergunta: Para que haja a ressurreição da carde, como descrito na Bíblia, é preciso que exista ao menos os restos mortais dos que irão ressurgir. Portanto, como irão ressurgir os que optaram por serem cremados ou os que tiveram os ossos cremados pelos cemitérios, por ter se passado longos tempos e ninguém ter contestado essas ossadas?

Aqui vos digo em verdade que aquele que interpretar a Bíblia ao pé da letra poderá desrespeitar a palavra sagrada e cometer antagonismos e dogmatismos imensuráveis.

Inserida por hagp

Posso até perder as esperanças de amar, mas nunca perderei a fé no amor.

Inserida por rangelalvess

Podemos ter duas formas de ver o mundo;

Podemos acreditar que o amor existe: E sofrer por ele ser único
ou
Podemos acreditar que ele é somente ilusões que criamos: E nunca amar nem ser amado

Inserida por adelaiderocha

Eu tenho uma imensa dificuldade em aceitar o que é novo. Nem sempre mudanças são bem vindas. Gosto de tudo certinho. Tudo normal. Gosto de estabilidade. De segurança. De comodidade. Não reajo bem à mudanças e afins. Novidade pra mim só se de cara for pra melhor. Só se de fato for bom no exato momento. Esperar? Também não gosto. Eu sou assim, fazer o que?! Gosto de ver o resultado na mesma hora. Até sou paciente, mas tem horas que não dá pra ser de forma alguma. Por tanto eu quero aquilo e eu quero é já, antes que mude.

Inserida por bruaaf

De que adianta ser grande dentro do seu EGO,
Sabendo que é tão pequeno, no conhecimento de suas
Emoções ?

Inserida por ViniciusJayz23

Conheço pessoas que estão vivas apesar de terem morrido várias vezes por dentro, é mais alma do que corpo, é triste. Conheço pessoas que estão vivas apesar de já terem morrido uma única vez é questão de afinidade, saudades. Entende? Não parece o certo, então porque é? Entende?

Legi4o.blogspot.com.br

Inserida por barbaramendes

As vezes as coisa não são como gostaríamos que fossem. Por esse motivo não acredite nem em sorte, e nem no azar, acredite no destino.

Legi4o

Inserida por barbaramendes

Prefiro tentar e falhar do que nunca tentar,
nunca tentar só significa que você se considera derrotado.

Inserida por EdgardCJR

" A escrita foi feita para não esquecer e não para julgar as pessoas que não tem diploma. "

Inserida por gatoso23

JAMAIS PROVOQUE UMA PESSOA QUE ESTEJA QUIETA. POR JULGAR ELA IMBECIL, RIDICULA OU ARROGANTE. ELA PODE SER AMIGA DAS ABELHAS.

Inserida por mestrearievlis

Desconfiar de quem se ama
é não acreditar na própria
capacidade de amar.

Inserida por GVM

Fazer afirmações sobre aquilo que se desconhece, é revelar a sua ignorância ao conhecimento de todos.

Inserida por albejane

Quando a circunstância não se mostrar garantida, o melhor a fazer é esperar, resistir, transformar o tempo em aliado. Jamais descer do umbuzeiro antes da hora.

Inserida por anacarolinastamato

Cada ser humano é um universo desconhecido. Atravessamo-lo por toda a vida e não o conhecemos de fato.

Inserida por warleywaf

Engana-se quem pensa que o mundo é dos mais espertos. No final, os justos prevalecem.

Inserida por viviangalvao

Se for julgar alguém, julgue a ti mesmo, pois tu és o unico responsavel por teus atos e escolhas..

Inserida por DanielMachado

Nunca julgue um coração apaixonado, pois não saberás as consequencias disto.

Inserida por DanielMachado

É tão difícil entender o que se passa em meu coração. E tantas vezes eu tentei entender. Eu acredito que o que sinto é real e verdadeiro. Eu sinto aqui dentro de mim, que eu te amo mais do que eu poderia amar. Sempre sonhei com um amor de verdade, e sempre tive paciência; e sei que um dia você vai estar aqui. Pois um sonho, nunca acaba.

Inserida por luzio

A gente conhece as pessoas mas nem sempre sabe da sua origem.


Outro dia escrevi do meu avô, imigrante espanhol e cujo primeiro emprego foi ser carvoeiro, chegando exclusivamente pelo árduo trabalho, a ser um dos maiores latifundiários do Brasil.
Nos dias seguintes tive uma torrente de lembranças dele, do meu pai, da minha mãe e especialmente da minha avó materna Rosa de Andrade Pacheco.
Dona Rosinha como era chamada, teve quinze filhos, dos quais doze sobreviveram. Acho que foi um recorde para a época onde a mortalidade infantil era enorme. Minha mãe filha mais velha, tem hoje 92 anos de idade e vários tios e tias estão vivos.
Dona Rosinha era quase venerada por todos que a conheciam. Depois do segundo ou terceiro incêndio que destruiu a marcenaria do meu avô, deixando-o depressivo e praticamente inabilitado para o trabalho, arregaçou as mangas e com forças tiradas de não sei onde, transformou a casa onde morava e outra que herdara da mãe, em casas de cômodos, as quais alguns mal educados e deselegantes chamavam na época de cortiços.
Com a renda dos aluguéis sustentou e formou todos os filhos, tendo como peculiaridade a formação musical da maioria no Conservatório Musical e Dramático de São Paulo, coisa que não era para muitos na época.
Não eram tempos fáceis como me contou minha mãe, mas a vó Rosinha conseguiu agregar toda a família e a sua casa era o porto seguro, o lugar onde mesmo depois de casados, filhos, filhas e netos se reuniam em almoços, festas de aniversario e especialmente no Natal, na Rua Sergipe 248, endereço nobre em Higienópolis, casa que ela comprou depois que as coisas melhoraram e ela ficou até bem de vida, tendo reformado e transformado o casarão imenso num belo palacete.
Cheguei a morar com a vó Rosinha por uns seis meses porque minha mãe, acometida por uma nefrite, ficou imóvel na cama, e essa lhes pareceu a melhor solução, uma vez que eu estudava no Colégio Rio Branco, apenas três ou quatro quadras da casa da vó.
Depois que meu avô morreu e ele morreu cedo, acho que com uns cinquenta anos, minha vó e as filhas mantiveram um longo luto, vestindo-se de preto por pelo menos um ano, como era costume na época. Eu tinha quatorze anos.
Terminado o luto, e é dessa época que eu me lembro. A casa estava sempre em festa, abastecida de comida e cheia de visitas. Familiares e amigos e amigas dos filhos vinham visitar a Dona Rosinha com um carinho memorável, uma vez que ela participou ativamente na formação de todos e a todos dava conselhos, atenção e carinho.
Dona Rosinha morreu cercada da família que criou e manteve agregada. A família amparou-a na velhice e até que o casarão da Rua Sergipe desse lugar a um luxuoso prédio, a família ainda se reuniu lá por um tempo.
Tenho saudades da lembrança do que é uma família grande e unida, coisa que hoje em dia pouco se vê.

Inserida por marinhoguzman