Citações
“Eu encerro aqui qualquer expectativa, espera ou prazer condicionado à sua aparição.
Eu retiro de você o poder sobre o meu humor.
O que você representa, eu recolho para mim.”
"Quem precisa aparecer para te fazer feliz nunca foi companhia.
Foi distração."
Seja melhor para as pessoas
do que elas são capazes de oferecer
e nunca espere que as pessoas
te tratem melhor do que você
é capaz de tratá-las.
Quando houver esta atitude em ti
e não houver este tipo de expectativa
social, a sua paz interior
passará a ser inquebrantável.
Uma Bofetada de Amor.
Não espero curtidas ou coraçãozinhos...
Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...
E é exatamente isso que quero...
Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.
Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...
Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.
E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.
Mas não tenho pressa. Eu espero.
Esse é o preço do amor...
E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.
Uma das maiores ilusões da humanidade é acreditar que sempre haverá tempo.
Tempo para mudar, pedir desculpas, viver, tentar de novo.
Mas a vida não avisa quando está oferecendo uma última oportunidade.
A gente só descobre depois que passou.
K.B
MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL
Capítulo I: A Esperança do Homem
Olá, senhores. Sejam bem-vindos ao Baile de Máscaras.
Saibam... eu também possuo opiniões: irrelevantes para aqueles que as desprezam, relevantes para os que as examinam; como, aliás, sucede com todas as opiniões humanas.
Ninguém, nem mesmo o mais ilustre dos heróis, pode impedir que o ódio ou a mágoa habitem o íntimo humano, pois são, em última instância, as respostas mais autênticas que o mundo oferece. Vivemos sob a lógica da devassidão: um palco miserável onde nenhum desejo encontra plena satisfação, onde toda tentativa de agradar culmina em mais desgosto do que harmonia.
Fui convidado para uma festa de aniversário e, logo em seguida, para um baile de máscaras inadiável: este último, vindo de alguém com quem mantenho um vínculo profundo. Na tentativa de ser justo, e temendo ferir ambos, aceitei os dois convites, ingenuamente crendo que a vontade de agradar pudesse suplantar a impossibilidade lógica de estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Inevitavelmente, falhei. E falhei como todos, em algum momento, falham.
A consequência?
Alguém se magoa. Outro se frustra.
Mesmo imbuído das melhores intenções, tornei-me alvo de ressentimento por parte de quem aguardava a minha presença e não a teve. Eis a essência do convívio humano:
rancor e exigência, jamais compreensão.
Assim caminha o homem: uma criatura incapaz de perdoar a ausência, mas igualmente incapaz de se fazer plenamente presente.
O ser humano é, por natureza, indiferente.
Mesmo quando julga praticar o bem, invariavelmente fere alguém. Toda boa ação encerra, em si, uma traição involuntária. Não há graça, felicidade ou paz; apenas a ilusão intermitente de que um dia possam existir.
Afinal, até o mais ínfimo gesto de bondade pode ferir.
Fere aquele que não foi agraciado da mesma forma.
Para que houvesse igualdade real, todos precisaríamos ser igualmente reconhecidos, igualmente saciados: não era essa a promessa do comunismo? Ainda assim, fracassou.
E por que fracassou?
Porque o homem anseia distinguir-se do outro.
Afinal... não pode o servo equiparar-se ao seu senhor.
O mundo não é justo. Nunca foi. Jamais será.
Para cada vencedor, há um vencido. Para cada glória, uma vergonha correspondente.
Eis a engrenagem invisível que move a espécie: a miséria de uns sustenta a alegria de outros. Na penúria de alguns, outros prosperam. É nesse ponto que emerge a verdadeira revolta — não a política, mas a ontológica.
O homem, frustrado por não receber aquilo que julga devido, recolhe-se em si mesmo. Isola-se no ressentimento e escolhe desaparecer.
Tornar-se areia. Poeira. Esquecimento.
Melhor ser ninguém do que um fracassado lembrado.
Afinal, quanto mais se busca agradar à maioria, mais se violenta a minoria que permanece à margem dos favores.
Eis a máxima: só haveria paz se todos sofressem na mesma medida ou desfrutassem, indistintamente, das mesmas regalias; sem distinção de classe, gênero, raça ou função. Ainda assim, tal hipótese revela-se uma utopia repugnante até mesmo em sua concepção.
A igualdade absoluta só pode erguer-se sobre os escombros da individualidade.
E a própria natureza — essa mãe implacável que nos impôs a existência — encontra-se em guerra consigo mesma.
Tudo colapsa. Tudo degenera. A vida, em si, é uma contradição:
ansiamos pela verdade, mas somos incapazes de suportá-la. Por isso, preferimos a confortável mentira da harmonia.
Todos somos falsos. Não há amor que escape à máscara; não há amizade que sobreviva incólume ao afastamento.
A verdade é insuportável.
É mais fácil consolar alguém com mentiras, sustentá-lo com ilusões, do que curá-lo com o real e conduzi-lo à lucidez. Eu mesmo minto. Todos mentimos.
A mentira é o código genético da convivência.
Não sei se ainda resta em mim alguma lucidez substancial; mas, do pouco que persiste, extraio esta súmula: o mundo é um teatro ilusório, decadente, sustentado por sonhos risíveis e promessas vazias. Aqui, ninguém vive segundo a própria convicção.
A liberdade de pensamento cobra um preço: a rejeição.
Ser verdadeiro é ser excluído.
As pessoas são amigas apenas enquanto lhes convém. Afaste-se — e tornar-se-á um vestígio, um eco que só ressurge quando a memória alheia é instigada.
Ninguém é lembrado por afeto, mas por utilidade. Persistimos na lembrança apenas enquanto ainda temos algo a oferecer, enquanto servimos aos interesses de outrem.
Este mundo é um baile de máscaras.
E quem triunfa... é quem melhor sabe mentir.
Arthur Schopenhauer estava certo: o homem só é autêntico na solidão. Todo o resto é encenação, ruído e teatro.
“O aparelho pode detectar doenças que o corpo não está a sentir. As pessoas podem julgar o que a pessoa nunca foi. O mundo gira perante esta lógica absurda.”
Graças a essa educação deseducadora e alienadora as pessoas aceitam o inaceitável, toleram o intolerável, suportam o insuportável e até mesmo defendem o indefensável.
“A Pedagogia do Discernimento é a arte de transFORMAR informAÇÃO em conheCIMENTO, conheCIMENTO em consCIÊNCIA e consCIÊNCIA em transformAÇÃO.”
“Temos acesso a um mar de informações, mas nem todas se transformarão em um oceano de conhecimento.”
“O conhecimento nos ensina a enxergar o mundo; a sabedoria nos obriga a questionar os olhos com que o enxergamos.”
- Relacionados
- Citações de Filósofos
- Citações de Amor
- Citações sobre leitura na visão de grandes pensadores
- Citações de Amizade
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases de término de namoro para entender, aceitar e seguir em frente
- Frases sobre sonhos que alimentam a esperança e a fé
