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"Se a escola não ajudou a domesticar a sua estolidez, por que acredita que eu conseguiria?"

⁠"Muitos políticos são conhecidos por sua ingratidão, esquecendo os esforços daqueles que os apoiam."

"A mente que edifica é aquela que se conhece; a que destrói é aquela que se ignora. Busque em si mesmo a fonte da sua construção."

"Proteger quem o vício ataca é aceitar o papel de vidraça: você salva o destino de uns, enquanto recebe as pedradas de outros."

"Na selva de pedra, quando lobos cercam o rebanho, sobrevive-se de esperança e jejum."

"Se lugares, pessoas ou maus hábitos começarem a pesar, renuncie ou aceite sem queixas. Evoluir exige mudar o cenário."

"As pessoas se prendem a vícios: drogas, bebida, café, celular ou futebol. Antes de julgar alguém, confira a sua própria lista."

"Me doei por pura consideração, sem exigir nada em troca, e você nunca percebeu a sorte que teve de ter esse cuidado tão raro em um mundo tão frio. Escolhi ser o seu porto seguro por amor, mas o orgulho a cegou. O tempo passou rápido e a minha passagem por aqui não será eterna. Quando eu não estiver mais por perto e a minha presença virar apenas dor e memória, a saudade será o preço que se paga pelo reconhecimento que foi deixado para ter tarde demais."

"Com muito pó no ar, não se vai longe. Espere o vento passar."

A paz não é luxo para quem conheceu a violência; é conquista.

A grande esperança que temos é que, quando nos entregamos a Jesus e confiamos que Ele conduz nossa história, descobrimos que até mesmo nas dores mais profundas o Senhor nos ensina e nos transforma. Cada experiência vivida com Cristo molda nossa caminhada e nos prepara para a eternidade ao Seu lado.

Afaste-se de quem se faz vítima dos problemas que ele mesmo criou. Quem não aceita sua desimportância é um perigo em qualquer lugar, disposto a tudo para se sentir relevante.

Imagine existir sem perceber a realidade. Pior ainda: imagine viver aceitando, passivamente, que tudo é exatamente como sempre lhe ensinaram.

Viver no Brasil é cansativo. A pior notícia é sempre a próxima; ter esperança de que as coisas mudem parece quase uma fragilidade, de quem ainda tenta resistir.

Eu já aceitei que nunca mais vou te ter, mas isso não alivia a dor que sinto todo dia.

A VELOCIDADE QUE CEGA




A velocidade tornou-se inimiga da profundidade. A ilusão do conhecimento sacia mais do que a busca pela verdade. Ler virou um ato mecânico; compreender tornou-se um artigo de luxo.


A sociedade está imersa num oceano de informações que circulam numa velocidade incomensurável. Um povo que vive correndo e não para para quase nada acaba não examinando o que chega a cada instante na tela do celular, na TV.


Aí está o perigo de se fazer juízo de valor das coisas de forma rasa, superficial. O "ouvi dizer", o "alguém me contou", tudo isso passou a ser verdade incontestável.

Nós sofremos quando exigimos que o outro nos dê o que ele ainda não tem para oferecer. Aceite o fim do ciclo sem cobranças. O distanciamento dói menos quando deixamos de idealizar as pessoas.

Eu me gosto bastante e o suficiente...
Para seguir em frente...
Quando? Em quem eu acreditei...
Esta tentando me deixar para trás...
E o tempo é fiel dono de tudo.

Todo pedido de desculpas merece ser ouvido e considerado.
No entanto, o tempo entre o erro e o arrependimento diz muito sobre a sinceridade de quem pede perdão.
Há quem ofenda de forma intencional e premeditada, e por isso, jamais se retrate, pois o objetivo de ferir o outro já foi alcançado. Nesse caso, não há arrependimento, apenas a satisfação de ter machucado o alvo.
Há também quem reconhece rapidamente que feriu alguém, reflete sobre suas atitudes e busca reparar o dano por convicção, demonstrando maturidade, responsabilidade e respeito.
E por último há quem só procura se retratar depois de perder o acesso a você, à sua presença ou aos benefícios que sua relação proporcionava, o que desperta um questionamento inevitável: o arrependimento é pela dor que causou ou pelas consequências que sofreu?
O verdadeiro pedido de desculpas nasce da consciência do erro, não das consequências que ele provoca.
Existe uma grande diferença entre arrepender-se por ter machucado alguém e arrepender-se pelo desconforto de viver sem aquilo que a presença do outro proporcionava.

Hoje celebramos 23 anos de casados.
Engana-se quem acredita que qualquer sentimento, por mais intenso que seja, é suficiente para manter duas pessoas tão diferentes caminhando juntas por tanto tempo.
O amor é muito maior do que isso.
É uma decisão diária, construída por escolhas, atitudes e renúncias em favor de um propósito comum.
O verdadeiro amor se revela na disposição de cuidar, acolher, ouvir, perdoar, dividir responsabilidades, celebrar conquistas e permanecer presente, sobretudo nos dias difíceis.
A paixão vem, colore a superfície e vai embora. O amor é o alicerce.
E alicerces, quando apresentam rachaduras, não são abandonados; são reparados.
Exigem trabalho, paciência e compromisso.
Também se engana quem imagina uma vida a dois sem desafios.
Houve noites no sofá, palavras mal colocadas, julgamentos precipitados, períodos de silêncio e discussões desnecessárias.
Não seríamos humanos se fosse diferente.
A diferença está em não permitir que os conflitos sejam maiores do que aquilo que construímos.
Quando a poeira baixa, o compromisso prevalece, o orgulho cede ao diálogo e o que nos une fala mais alto.
E quando somos tomados pelo ímpeto da raiva, da vaidade ou do orgulho, a vida nos presenteia com pequenos sinais que restauram a serenidade, reorganizam nossas perspectivas e nos lembram de que o nosso verdadeiro porto seguro sempre esteve um no outro.
Hoje somos muito diferentes dos jovens que disseram "sim" há 23 anos.
Talvez essa seja a maior beleza do casamento: acompanhar a transformação do outro sem deixar de escolhê-lo.
Tive o privilégio de vê-la crescer, mudar e se reinventar inúmeras vezes.
E em cada uma dessas versões, encontrei novos motivos para amá-la.
Depois de 23 anos, entendo que o segredo de um casamento não está em encontrar alguém que nunca muda, mas em escolher amar a mesma pessoa em cada nova versão dela.
E em cada reencontro, fazer a mesma escolha: permanecer, construir e seguir em frente, juntos.