Citações
1° Timóteo 1.15-16: Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal. Deus sempre começa pelos piores, por isso começou primeiro com você. Seja bem vindo ao grupo dos improváveis.
João 13.35: Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. A manifestação do nosso amor na vida e pelo próximo revela o quanto somos Dele.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova... O mundo não é mudado por quem olha para trás e vive discutindo o passado.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova...
Tem perdas que são bênçãos! Pois só com as mãos vazias você poderá receber o novo de Deus na sua vida.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo. O passado é referência e não residência.
Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.
O Inigualável Complexo da Realidade
Esperamos o complexo de realidades alternativas; dentro de cada conclusão, vemos perguntas que necessitam do complemento da superfície das imagens na mente. Com uma percepção aguda do nada, compreendemos diante do inevitável problema, e então olhamos, espantados, para o frio dos nossos sentimentos. Na imensidão, criamos paredes e precipícios, pois a curiosidade torna-se evidência da consciência, gerando a transmutação das ideias.
Quando sonhamos, vemos soluções na pausa e na recreação; ao mesmo tempo, olhamos para o infinito das soluções e ganhamos a finitude de cada solução alcançada. Vemos a satisfação de continuar a exploração espacial. E quando olhamos mais profundo, achamos sentido; mas a busca nos leva mais longe. Numa batalha, não precisamos compreender a luta, mas sim batalhar nossas mentes. Em uma onda transdimensional, vemos conceitos espaciais que tornam o conflito um senso comum entre mentes que se aprimoram no ataque: a ilusão oponente já se sente derrotada, pois o maior truque de um jogador é o olhar que cria uma batalha que prende o inimigo no seu próprio sonho.
A vitória é conquistar o entardecer de cada dia e ver que a noite foi mais um passo na imensidão. Ouvimos a consciência crescendo e criando asas para novas aventuras adversas no cosmo. Dilemas sociais e psicológicos são fantasmas que pairam sobre a sanidade. Muitas vezes cenários iluminados, outras vezes a escuridão medieval nos faz existir, no mesmo brilho da fogueira que nos consome. Conceitos são vozes no silêncio denso, poluído para ganhar espinhos e raízes.
Então vemos grandezas e certezas no contínuo espaço sideral profundo. Achamos sentido no profundo de cada ser, enquanto alguns traços da realidade se tornam um tempero mais forte, como pimenta que arde até o fundo da alma. Deixamos cada sonho numa nebulosa cheia de água...
Não espere que um outro surto apareça na sua vida para ir atrás da vida que você quer, porque a vida é frágil e o tempo é curto.
O mundo não aceita o diferente. Mesmo os que pregam a diversidade carregam a culpa de não aceitar que os outros não queiram lidar com o diferente como eles querem que todos aceitem.
Eu nasci diferente. Diferente na alma, no pensamento, no coração. Diziam que tinham me trocado na maternidade por querer coisas diferentes do resto da família.
Fui atrás do diferente porque era o natural para mim, mas diziam que eu queria aparecer. Escolhi um curso diferente dos amigos, estudei instrumentos musicais diferentes da maioria.
Não queria ser médica, advogada nem professora. Queria ser juíza de futebol e acabei na psicologia, uma profissão que enxerga o diferente.
Sempre fui diferente. Nunca me deixaram. Era imprescindível que me encaixasse nos modelos sociais, pois uma menina na minha época não tinha direito de ser diferente. Aprendi que não era legal ser diferente e perdi metade da vida buscando ser igual aos outros.
Querendo comer o que todos comem, vestir o que todos vestem, fazer o que todos fazem. Ao mesmo tempo, algo me pressionava o peito para que eu não matasse o diferente dentro de mim.
Uma luta eterna entre aceitar o que eu era e fazer o que os outros queriam. Ainda hoje essa luta existe. Silenciosa mas voraz, íntima mas reverberante. Vivo um conflito constante, ser o que sou ou ser o que o mundo quer que eu seja.
Assim eu sigo, equilibrando o primitivo e o sociável dentro de mim. Até já acostumei, e quanto menos penso nisso, mais eu morro por dentro. Oras, não é isso mesmo o que a sociedade quer? Mais pessoas seguindo as ditaduras, menos seres pensantes?
Texto pensado por Marina Rotty, numa tarde de verão qualquer…
Em dez tempos verbais, o verbo espera seu libertador. No tempo cronológico confronta o biológico. No biológico atravessa ciclos. Nos ciclos constrói história. E na história deixa marcas que podem ser narradas, mas jamais ensinadas.
Porque há saberes que só nascem quando alguém ergue com as próprias mãos sua cadeia de valores.
Tudo é uma crença, e eu estou sempre acreditando em algo — até quando penso que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito. Não há como escapar das crenças, porque até na tentativa de fugir delas, estou acreditando que estou fugindo. Mesmo quando digo que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito em nada.
A única coisa que eu posso fazer é mudar minhas crenças. E, no fundo, isso também é uma crença: a crença de que eu tenho o poder de transformar aquilo em que acredito. Cada crença que tenho, seja consciente ou inconsciente, muda a minha realidade. Ao alterar essas crenças, mudo não só o que penso, mas também o que sou e como vejo o mundo. E isso, por si só, é um ato de transformação.
Assim, percebo que a liberdade não está na ausência de crenças, mas no poder de escolher quais crenças adotar. O simples fato de acreditar que posso mudar minhas crenças já é uma crença poderosa, capaz de transformar minha perspectiva de vida.
LEILA
Conheci o poder das tuas franjas
e do teu sorriso
Tu trazias a lua pra varanda
E improvisava um paraíso
Aprendi s admirar mulheres de óculos
A desejar seus os óculos...
A acordar de madrugada
Sem ter saudade da namorada...
Aprendi a achar que o mundo precisa de Leilas
Dengosas , belas e meigas
Cheguei a achar que o destino
Contigo podia ser melhor,
Mas o destino te deu amor.
O mundo te deu paixão
E a vida te deu David, o Abrahão...
Agora me falas de Tempo,
Ninguém conhece mais o tempo do que eu...
A beleza não perece com o tempo,
Ela se protege na alma...
Continuas linda...
Quem te conhece sabe,
Quem tem sensibilidade vê...
FELIZ ANIVERSARIO
Florescem Cosmos
nas duas Américas
cada Hemisfério
guarda o seu mistério.
Continuo esperando
por você como a noite
espera o dia clarear:
te quero ver raiar.
O nosso Sul é o norte,
o coração é ciente
de que o amor tem
a sua própria sorte.
Você é meu fraco,
o meu ponto mais forte,
e na vida não há outro
amor que em mim horte.
Conheço bem as tuas trapaças
para não me envolver contigo,
sou mais doce do que mil goiabas,
possuo autopercepção de valor
e os limites que mantenho claros
e cultivados para lidar com fatos.
Não nasci com nenhuma vocação
para ser troféu, caça ou recompensa,
virei refém da primeira impressão,
admito porque não consigo apagar
o teu olhar de desdém de quando
nos conhecemos naquele tal lugar.
Um olhar que expressou arrogância
não tem jamais a minha confiança
de que passou para a fase de me olhar
com outros olhos da noite para o dia.
Não te quero mal e não te quero meu,
nem por capricho nem por algo parecido,
sei que não nasci para ser o seu caminho,
por isso não avento hipóteses ou permito.
É janeiro de Murici-da-praia
florido e de esperar o dia
da Companhia de Reis
passar pelo nosso caminho,
E de quem sabe o amor
chegar de vez no nosso destino.
Conheço todos
os seus sinais,
No mar de rosas
os teus lábios
hão de ser o cais,
Para unir-nos
como uma orquestra,
nos leve onde
o céu encontra a terra,
e o amor seja a linha mestra.
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