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⁠Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.

⁠Rejeite o julgamento daqueles quem não estavam nas tempestades que você passou. Apenas os que estavam no barco sabem onde estão as marcas das tempestades.

⁠Considere perdido o dia em que você não meditar nas Sagradas Escrituras.

⁠Todos os reis e rainhas da história enviaram seu povo para morrer por eles. Eu só conheço um Rei que decidiu morrer por seu povo.

⁠Gostemos ou não, aceitemos ou não, você e eu fazemos parte da LEI da CEIFA, de acordo com a Bíblia.

1. Você ceifará o que semeia (Gl 6.7-9);

2. Você ceifará de acordo COMO você semeia
(2º Co 9.6);

3. Você ceifará MAIS do que semeia (Mt 13.31-32);

4. Você ceifará SEMPRE (Gl 6.9).

⁠Não fique esperando as tormentas passarem quando você precisa avançar. Aprenda a caminhar nos piores momentos da vida.

A falta de conhecimento da doutrina bíblica ortodoxa faz com que muitos pensem que a graça assegura automaticamente a salvação sem santificação. Ledo engano, pois a graça assegura a potência suficiente para uma vida de santificação que nos leva à salvação.

Permanecer na superfície é escolher o conforto; mergulhar na profundidade é aceitar a possibilidade de se tornar outro.

Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.

Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia. Quando as relações humanas falham e a amizade parece distante, ele não cai no abandono definitivo, pois reconhece a presença daquele que é o “amigo mais chegado que um irmão”, cuja fidelidade não se esgota. E ainda que as alegrias desta vida, como as “aboboreiras” que trazem sombra passageira, sejam retiradas, ele encontra abrigo na Rocha eterna, cuja solidez não pode ser abalada. Assim, mesmo quando as estruturas que sustentavam suas expectativas terrenas são removidas, sua confiança permanece firme. Não porque ele ignora a perda, mas porque aprendeu que sua esperança última não repousa no que é frágil, mas naquele que permanece inabalável.

O amor sabe suportar, mas também sabe discernir. Aceitar tudo indiscriminadamente não é amor; é ausência de responsabilidade.

Muitos se frustram na caminhada porque absolutizam a instituição e relativizam o Messias, esperando da engrenagem religiosa o que só Deus pode dar.

Esperar acolhimento perfeito da religião é esquecer que ela própria carece de redenção diária.

Nosso dever é convidar a TODOS, sem NENHUMA EXCEÇÃO. Devemos dizer ACORDE, ARREPENDA-SE, ACREDITE, VENHA a Cristo, CONVERTA-SE, CLAME a Deus, LUTE para entrar pela porta estreita, VENHA porque tudo já foi consumado e Deus o ama. Cristo morreu por você.

O que não é clara e expressamente revelado nas Sagradas Escrituras deve ser considerado matéria de especulação humana, não possuindo autoridade dogmática até que seja discernido à luz da própria Palavra de Deus.

O Evangelho não conhece a lógica da bajulação. Por isso, a palavra mais devastadora, se nascida das entranhas da verdade do Eterno, carrega em si a maior das ternuras. É o amor em sua expressão mais crua, que quebra o nosso ego para salvar a nossa alma.

Olhem para o estado da igreja atual. Como podemos discernir o falso se não nos importamos em conhecer o verdadeiro? Se não há paixão pelas Escrituras, se não há temor ao estudar a teologia ortodoxa, e se desconhecemos o testemunho dos pais da igreja primitiva, nosso julgamento está corrompido. A nossa ignorância doutrinária é o solo fértil onde os falsos mestres prosperam sem serem contestados.

A fé contemporânea tem pressa em sentir, mas cultiva a lentidão em conhecer. Criamos uma geração fascinada pela ideia de um Salvador, mas distante do Seu Evangelho — servos que abraçam a cruz com fervor emocional, mas que ainda não pararam para ouvir a história Daquele que nela morreu.

A cultura desse mundo caído nos diz que o sucesso é fazer o nosso nome ser conhecido por todos. Mas o Evangelho subverte essa lógica. O verdadeiro sucesso não é a multidão gritando seu nome no topo do mundo; é a certeza mansa e humilde de ouvir o Rei do Universo sussurrar ao seu coração: 'Eu conheço você'.

Ser amado sem ser conhecido é mero artifício. Ser conhecido sem ser amado é o nosso pior pesadelo. Mas Jesus faz o impossível: Ele nos conhece até a raiz e nos ama até a eternidade.