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⁠Você se reconhece neste circo espiritual? V

A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.

Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.

O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.

Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)

Houve um tempo em que ele acreditava que pisaria num foguete. Não porque gostasse de ciência. Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena. O foguete nunca foi um veículo. Era uma mentira bonita. Daquelas que se contam para não perceber cedo demais que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.


Depois vieram os quarenta.


A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.


Ali ficou claro que nenhum foguete pisaria o quintal daquela casa. Restou o café frio, os bares de luz amarela, algumas mulheres que passaram como chuva de verão e amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir. Ele ainda procurava alguma coisa. Não sabia o nome. Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.


Agora vieram os sessenta e dois.


A essa altura, não dói apenas o corpo. Doem as expectativas que sobreviveram tempo demais.


Os dias se parecem com copos vazios esperando por uma bebida que nunca chega. Não é exatamente tristeza. É um cansaço antigo. Um animal velho dormindo no peito.


Às vezes, observa uma folha cair da árvore.


E sente um impulso ridículo de colocá-la de volta no galho.


Como quem pudesse devolver um casamento ao começo, uma amizade ao primeiro abraço, um pai à juventude, um amor ao instante em que ainda não conhecia a despedida.


Mas folhas não voltam.


Nem pessoas.


Nem o tempo.


Todo mundo merece um dia melhor, pensa ele. O problema é que ninguém ensina o caminho. Ensinam a produzir, competir, acumular, parecer feliz. Nunca a existir.


Durante muitos anos procurou sua rainha da beleza.


Não a mulher das revistas.


Essa morre quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.


A rainha que procurava tinha outra anatomia. Beleza sentimental. Inteligência que abraça sem tocar. Capacidade de permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância. Uma mulher cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.


Ainda procura.


Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar, fingindo que o gelo do copo basta para resfriar a solidão.


Olha para antigos amigos.


Todos parecem brilhar.


Casas maiores.


Carros melhores.


Viagens.


Sorrisos impecáveis.


Mas ele já não acredita tanto na luz.


Aprendeu que existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.


Lá, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.


As pessoas compram identidades em prestações.


Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.


Sorriem como quem cumpre expediente.


Abraçam como quem assina um contrato.


A empatia virou artigo de luxo.


A delicadeza, uma excentricidade.


A verdade, inconveniente.


Talvez seja por isso que se sinta preso numa bolha.


De um lado, o mundo do faz de conta.


Do outro, um mundo real que quase ninguém parece querer habitar.


Nesse lugar antigo, os valores ainda tinham peso. A palavra ainda valia mais que uma assinatura. O afeto não precisava produzir conteúdo. A dor podia existir sem virar espetáculo.


Talvez o erro nunca tenha sido do mundo.


Talvez tenha sido nascer acreditando que honestidade seria suficiente.


Ainda assim, todas as manhãs ele acende um cigarro imaginário para conversar com as próprias ruínas. Serve um copo como quem brinda aos mortos, aos amores que não vieram, aos sonhos que explodiram antes da decolagem.


E continua vivo.


Não porque espere um foguete.


Nem porque a felicidade esteja logo ali na esquina.


Continua vivo porque existe uma estranha dignidade em permanecer inteiro quando tudo ao redor insiste em ensinar a arte de apodrecer por dentro.


Talvez seja isso envelhecer.


Descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.


E, mesmo assim, recusar-se a chamar de vida essa enorme coleção de sorrisos emprestados

Não trabalho para servir as pessoas; trabalho em busca de conhecimento e estabilidade.

“Há encontros que parecem acaso, mas deixam na alma a sensação estranha de que já eram esperados.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Eu desconfio das almas que nunca conheceram a própria escuridão; talvez elas ainda não tenham descoberto a profundidade da própria luz.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Quem conhece a própria sombra não precisa ter medo da noite.”

— Juliana Hoffmann Liska

A Alegria de Estar no Caminho.


Viver é se movimentar, é aceitar o chamado para a ação e entender que as lutas fazem parte do nosso roteiro de evolução. Existe uma beleza profunda no ato de batalhar pelos nossos ideais. Estar na arena da vida, tentando, errando e recomeçando, é muito melhor do que ficar na plateia apenas assistindo o tempo passar. Sinta o prazer de ser o protagonista da sua história. Cada cicatriz adquirida no caminho é uma medalha de coragem que atesta que você não teve medo de viver, de amar e de buscar o seu crescimento.

Meu amor foi tão sincero
que nem ela acreditou,
e ao som de um bolero,
em devaneios fraquejou.
O ciúme é uma tormenta
tempestade em alto mar,
represa que arrebenta,
e o sentimento pode afogar.
Quero a paz da madrugada
chega de aturar ingratidão,
nessa noite tão estrelada,
tenho de volta meu coração.
Agora vou dar um tempo
em sonhos e fantasia,
até o total esquecimento,
do que restou dessa agonia.
Vou viajar na poesia
chega de contestação,
falar de amor e alegria,
desejo e muita paixão.
Em minhas horas vadias
em bares vou encontrar,
violão, mulheres e boemia
para a saudade matar.
Vou ver decotes ousados
e lábios cor de carmim,
voltar aos anos dourados,
que por amor esqueci.
Beijar na boca fogosa
de quem só pensa em viver,
querendo ser uma rosa,
para quem queira colher.
Cantando a mesma canção
que tanto te encantou,
vou despertar a emoção,
que teu ciúme apagou.
Em belos motéis coloridos
vou passar de mão em mão,
ouvindo falsos gemidos,
embriagando-me de ilusão.
Então quando a loucura findar
regressando a realidade,
irei desesperado te procurar,
quase morto de saudade.
Sob a luz do teu lindo olhar,
temendo que digas não,
teu perdão irei rogar,
porque és minha paixão.
Te darei uma bela rosa,
em teus braços irei jurar,
que na vida caprichosa,
para sempre irei te amar.
E da lição que o mundo
tristemente me ensinou,
não esquecerei um segundo,
que nada substitui teu amor.
De meus sonhos a única realidade é que te amo de verdade.

~~A MARCA DA VERDADEIRA EMOÇÃO~~
Não existe dia certo para acreditar que cada realidade vivida, sentida, sempre é o recomeço de grandes momentos onde somos capazes de nos entregar, esquecer o tempo, esquecer os problemas do mundo e sentir no coração o ritmo que nos enlouquece, o frio que sobe no peito e aos poucos vai esquentando, aquecendo todo aquele momento.

Nós somos capazes de nos permitir acreditar o quanto é bom viver.

O calor dos seus braços me envolvem e me fazem sentir que carrego dentro do peito muito amor, capaz de envolvê-lo com eterna ternura onde todas as emoções não são apenas vividas
mas também sentidas da forma mais límpida e sincera.

A cada reencontro nossos olhares se encontram e são capazes de dizer muito mais que palavras, porque o beijo simboliza a comunicação de viver intensamente novos momentos, novas emoções, marcando com muita ternura uma cumplicidade eterna.

A Marca da Verdadeira Emoção
~~EDEMILSON RIBAS~~

Sorte não é esperar que o mundo nos favoreça.


Sorte é ter a inteligência para aprender, a disciplina para se corrigir e a coragem para enfrentar as dificuldades.


O homem que melhora a si mesmo todos os dias não depende da fortuna. Ele transforma cada experiência em conhecimento, cada erro em aprendizado e cada obstáculo em força.


A verdadeira sorte é ter a oportunidade de se tornar, a cada dia, um ser humano melhor.

"É muita ingenuidade acreditar que quem mente para conseguir um voto passará a falar a verdade depois de conquistar o cargo. A única diferença é que, com a caneta na mão, a mentira ganha orçamento e poder de destruição."

A vida não espera por ninguém. Viva cada segundo ao máximo! Escolher a própria companhia não é solidão, é maturidade; é entender, de verdade, o sentido de estar vivo. Seja o seu próprio porto seguro neste mundo. Erga-se e não deixe, absolutamente ninguém, diminuir o seu valor."

“Talvez não sejam as pessoas que nos julgam, mas os pensamentos que criamos a partir daquilo que imaginamos que elas pensam sobre nós. E, muitas vezes, são esses pensamentos que, silenciosamente, nos destroem por dentro.”

A incerteza e a esperança do amanhã


A vida nos oferece dois caminhos que caminham lado a lado: a incerteza do amanhã e a esperança de vivê-lo.


Não sabemos o que o futuro nos reserva. Fazemos planos, sonhamos, imaginamos encontros, conquistas, recomeços e tantas histórias bonitas que ainda gostaríamos de viver. Entretanto, não temos sequer a certeza de que estaremos aqui para testemunhar tudo aquilo que planejamos.


E, mesmo assim, esperamos.


Esperamos viver dias melhores, conhecer pessoas, realizar sonhos, descobrir novos caminhos e escrever capítulos que ainda não existem. A esperança talvez seja justamente isso: continuar acreditando na possibilidade de um amanhã que não nos foi prometido.


A vida é frágil e imprevisível, mas isso não precisa nos impedir de sonhar. Pelo contrário, talvez seja justamente a consciência de que o tempo é incerto que torne cada possibilidade tão preciosa.


Não sabemos se viveremos todas as histórias que imaginamos. Mas enquanto houver vida, podemos continuar esperando por elas, fazendo planos e caminhando em direção ao que desejamos.


Porque viver também é isso: não ter certeza do amanhã, mas ainda assim guardar no coração a esperança de que ele trará lindas histórias para contar.

Gerar valor é transformar conhecimento, decisões, processos e relacionamentos em benefícios percebidos pelas pessoas

A civilização começa quando o poder aceita perder uma disputa sem destruir o adversário.

Tenha uma vida de solução, não fique a espera da felicidade no vazio, a nossa vida é cheia de problemas, seja feliz enquanto você os resolve.

⁠Não aceito ser manipulado nem por meus próprios desejos, quanto mais pela opinião e vontade alheia.

Sou o Filho da Luz.
Escrevo o que a mente livre pensa quando recusa o domínio.
Acredito que o impossível é só uma porta: é só abrir, seguir em frente, abrir de novo e chegar do outro lado.
Em busca da verdade em vida. Sem máscara, sem medo.

Na minha avaliação, considerando a história e a diversidade de origens da população, o Brasil é provavelmente o país mais miscigenado do mundo."