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O engano espera que não prestemos atenção.

As mulheres são espertas: rendem-se por quinze minutos, e conquistam o poder por cinquenta anos.

A mente do movimento espera a mente conceitual.

Através da arte conhecemos o infinito.

Era só uma dor de barriga, mas acreditou que era câncer. E morreu.

Os Olhos da Alma

Vivemos cercados por grandes discursos sobre amor, relacionamento e conhecimento, como se essas riquezas estivessem escondidas apenas em feitos grandiosos, em declarações memoráveis ou em momentos raros. Mas a verdade costuma caminhar em silêncio. O essencial quase sempre mora no pequeno, no simples, no que passa despercebido aos olhos distraídos.

Muitos procuram o amor como quem busca um espetáculo. Esperam fogos de artifício, promessas eternas, cenas dignas de aplauso. No entanto, o amor verdadeiro frequentemente se revela em gestos que não fazem barulho: em uma escuta sincera, em um copo d’água oferecido sem pedir, em alguém que percebe o cansaço do outro e permanece ao lado. O amor não precisa gritar para existir. Ele sussurra.

Também o relacionamento se perdeu, em muitos casos, na aparência. Fala-se em conexão, mas vive-se distante. Compartilham-se imagens, mas não intimidade. Trocam-se mensagens, mas não presença real. Um relacionamento não nasce da quantidade de palavras ditas, e sim da verdade contida nelas. Ele floresce quando duas almas decidem se enxergar além das máscaras diárias.

E o conhecimento, esse tão celebrado, não se resume aos livros empilhados ou aos títulos pendurados na parede. Há sabedoria em quem aprende a ouvir, em quem observa o tempo das coisas, em quem entende a dor alheia sem precisar explicações longas. Há mestres anônimos sentados em bancos de praça, em cozinhas simples, em mãos marcadas pelo trabalho. Nem todo saber veste formalidade.

O problema é que nos acostumamos a olhar depressa. E quem olha depressa, vê pouco. Passamos por manhãs bonitas sem notá-las, por pessoas valiosas sem reconhecê-las, por oportunidades de amar sem percebê-las. A vida oferece tesouros discretos, mas exige sensibilidade para encontrá-los.

É por isso que precisamos olhar com os olhos da alma.

Os olhos comuns enxergam forma, cor e distância. Os olhos da alma enxergam intenção, dor, beleza escondida e verdade silenciosa. Eles percebem quando um sorriso pede socorro. Notam quando o silêncio de alguém é cansaço e não indiferença. Reconhecem amor onde outros veem rotina.

Talvez o maior erro humano seja esperar que o extraordinário venha sempre vestido de grandiosidade. Muitas vezes, ele chega disfarçado de simplicidade: uma conversa breve que cura, um abraço sem palavras, uma lembrança gentil, um perdão concedido, uma presença fiel.

Quem aprende a ver assim nunca mais chama de pequeno aquilo que carrega eternidade.

Porque o amor está nas entrelinhas do cotidiano. O relacionamento está no cuidado constante. O conhecimento está na humildade de aprender com tudo. E a vida, em sua mais pura grandeza, continua acontecendo nos detalhes que só os olhos da alma conseguem notar.

⁠A maior ignorância do ser humano não é a falta de conhecimento, é achar que sabe demais.

⁠A vida não é justa! Não espere satisfação plena em nada; Os que aproveitam demais, desperdiçam tempo e dinheiro.Os que só trabalham lamentam que não aproveitaram nada.

"Para a sociedade, é mais glamouroso acreditar na fachada do que encarar a realidade! 🤯
- Van Escher

Aprendi a conhecer o ser humano pelas palavras ásperas e macias.
Umas ferem, outras curam.
E no meio das duas, escolhi ficar com quem me aponta pra Deus, ainda que a verdade doa.


_Van Escher_⁠

Quando for conhecer alguém, vai sem pressa.
Sem pressa pra falar.
Sem pressa pra olhar.
Sem pressa pra tocar.
Sem pressa pra comer.
Sem pressa pra olhar pro celular.


A pressa apressa tudo.
E tudo que é com pressa e sem paz...
não merece nem 1 minuto do teu tempo.


Van Escher 355

Conhecimento é poder e poder é como você utiliza esse conhecimento para fazer coisas incríveis, utilize-o de forma sábia.

Conhecimento é poder, e o poder reside em como você o utiliza para alcançar feitos extraordinários. Certifique-se de usá-lo com sabedoria.!

O Zoológico dos Últimos Dias
​O ar frio e doentio.
Olhares que julgam e condenam na essência,
enquanto a flor apodrece diante do mar poluído.
Peixes mortos, palavras de consolo e lamento:
nada trará a vida de volta,
nenhum pesar pagará as dívidas da existência.
​Diante do fato, o ônibus cheio.
Palavras jogadas no lixo do oceano.
O mau cheiro é a simplicidade,
o retrato exato do ser que se diz humano.
Humanize seu ser humano:
Leve para passear três vezes por dia,
dê banho uma vez ao dia,
recolha seu lixo e recicle, simulando preservar o mundo.
Não deixe que o alimentem na rua.
Leve-o para ser castrado.
​As luzes do híbrido se tornaram vivas
porque a energia biológica estava esgotada.
Depois de uma semana sem descanso,
é preciso trocar os olhos e descarregar a memória.
Enquanto isso, o bot humano prepara o novo ensaio:
a locução do algoritmo dando espetáculo no palanque.
Vamos criar um novo circo. O pão?
As migalhas damos para as crianças;
algumas engolem moedas, achando que são doces caindo do céu.
Mas, dos céus, só cruzam os aviões,
pulverizando as nuvens para que a chuva já caia limpa com cloro.
​No zoológico, humanos são expostos como répteis,
condutores da curiosidade alheia.
"Como se reproduzem?", pergunta o documentário raro.
Mas não há reprodução ali:
um casal de homens num recinto, duas mulheres no outro.
Os velhos são exibidos como souvenir e adorno;
a pele humana, supervalorizada,
agora serve para esticar tambores e fabricar sabonetes.
​Alienígenas tentam comprar um exemplar:
mais uma espécie em extinção no mercado negro da deep web,
sorteada na deepdark.
Enquanto isso, nos confins do universo,
seres desconhecidos abrem uma caixa lacrada:
"Não abra. Produto com prazo de validade vencido."
​O humano se contorce no fundo do caixote.
Está bêbado? Está drogado?
A mãe puxa o filho pelo braço e avisa:
— Não toca. Ele tem um cachimbo.

O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
​É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
​Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.

O Inigualável Complexo da Realidade
​Esperamos o complexo de realidades alternativas; dentro de cada conclusão, vemos perguntas que necessitam do complemento da superfície das imagens na mente. Com uma percepção aguda do nada, compreendemos diante do inevitável problema, e então olhamos, espantados, para o frio dos nossos sentimentos. Na imensidão, criamos paredes e precipícios, pois a curiosidade torna-se evidência da consciência, gerando a transmutação das ideias.
​Quando sonhamos, vemos soluções na pausa e na recreação; ao mesmo tempo, olhamos para o infinito das soluções e ganhamos a finitude de cada solução alcançada. Vemos a satisfação de continuar a exploração espacial. E quando olhamos mais profundo, achamos sentido; mas a busca nos leva mais longe. Numa batalha, não precisamos compreender a luta, mas sim batalhar nossas mentes. Em uma onda transdimensional, vemos conceitos espaciais que tornam o conflito um senso comum entre mentes que se aprimoram no ataque: a ilusão oponente já se sente derrotada, pois o maior truque de um jogador é o olhar que cria uma batalha que prende o inimigo no seu próprio sonho.
​A vitória é conquistar o entardecer de cada dia e ver que a noite foi mais um passo na imensidão. Ouvimos a consciência crescendo e criando asas para novas aventuras adversas no cosmo. Dilemas sociais e psicológicos são fantasmas que pairam sobre a sanidade. Muitas vezes cenários iluminados, outras vezes a escuridão medieval nos faz existir, no mesmo brilho da fogueira que nos consome. Conceitos são vozes no silêncio denso, poluído para ganhar espinhos e raízes.
​Então vemos grandezas e certezas no contínuo espaço sideral profundo. Achamos sentido no profundo de cada ser, enquanto alguns traços da realidade se tornam um tempero mais forte, como pimenta que arde até o fundo da alma. Deixamos cada sonho numa nebulosa cheia de água...

​As metáforas que fogem ao paradoxo inicial são vistas como aceitáveis na beirada da alucinação coletiva.
​As flores do conhecimento — reminiscência evolutiva — são apenas o carvão na fogueira alucinada dos deuses místicos. O loop temporal de ideias flutua nas profundezas da razão racional, enquanto a linguagem verbal guarda segredos para a metáfora que se torna semântica. Traços de realidade observam equações dentro da função da física: uma evolução existencial determinada pelas heranças da geometria, que reluta, mas permanece genuína.
​O fluxo temporal no egocentrismo e, bilateralmente, na geopolítica, transforma o cidadão em um fluxo abrangente de dados. Dize-se que o bot sabe mais de filosofia do que a gravidade na continuidade relativa, sendo a translação do curso abstrato uma condição pré-determinada pelo algoritmo — aceita e validada pela ciência e pela física.
​As metáforas no tom vermelho realçam sua presença; a arte enfeitiça a mente e o olhar se fixa nos lábios rubros. O vestido vermelho reforça a ideia de controle e domínio mental — o terreno ideal para a alienação. O vídeo rápido entrega satisfação e dopamina barata, preparando o terreno para que outras drogas colonizem a mente. O que é uma ideia diante da vontade e do desejo? Simplicidade: o acúmulo de imagens configurado para que a atenção seja rápida e funcional. A venda de produtos nada agrega à vida; é apenas o comércio acelerado alimentando a compulsão até o limite da obsessão. Esta dinâmica é uma patologia coletiva. Como em um buraco negro, nem a luz escapa da sua gravidade: a atenção é movimento que transcende o campo massivo.
​No macrocosmo e na socialização do emaranhado quântico, os fótons se movem e somem quando observados. Contudo, a existência espontânea mostra dois indivíduos no mesmo espaço seguindo este mesmo pensamento. Vemos deepfakes existenciais: dois seres se obliteram no campo das ideias — um preso, o outro com um simulacro de livre-arbítrio —, duas consciências agindo simultaneamente. Enquanto isso, a política ganha um mito que não passa de um canastrão mequetrefe. A moça de vermelho passa; você pensará na moça de vermelho, no político ou no trecho de física e filosofia?
​As metáforas, como sombras do conhecimento e reminiscências evolutivas, compõem o mosaico que torna o cotidiano aceitável diante das maquinações do mundo. São escolhas toleráveis na Teoria do Caos: mesmo no caos absoluto, a beleza predomina e encontra sentido em nossas mentes.
​Os vieses da filosofia são expostos por experiências manipuladas pela extrema-direita, reduzindo o absurdo a um loop temporal de respostas curtas e diretas. Nessa disfunção mental, as decisões se tornam extremas, descambando no terrorismo doméstico, enquanto o senso comum se degrada no fenômeno terraplanista.
​O Problema dos Três Corpos é apenas a equivalência dessa mentalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Cubismo político cognitivo

O explorador de voto
E a falta do intelecto no julgo da politica.


Denota o poder do voto?
Compreende que o poder pode mudar suas vidas?


Monopólio familiar e seus benefícios de enriquecimento político!


A verdade deles e a sua verdade?
A sua escolha é sua da família que enriquece a cada instante no poder!


Suas experiências te jogam na ruas como um joguete político.
Quem é sábio obedece e quem desobedecer é um tolo que sofrerá as consequências...!

As prática da sobrevivência recolher lixo e reciclar.
Neste contexto a pobreza escolhar e a falta de oportunidades são pontos de dificuldades, do ensino, e a saúde pública precária entre outros problemas.
Fazem a cartilha do bom gestor,


O retro do desapego político.
O desligamento social
O abandono social.
Desordem mental..
São conjecturas do aspecto de alienação social e moral.
A festa da eleições no estado inerte político.
O favorecimento político surge...


Farra dos bois...
Novos capítulos de velhas práticas.
Fila do bom osso.
Esse moço boa gente ... !
Tem muito que trabalhar pela gente...
Muita conversa e poucas ações de cidadania.
Quatros anos se passam seus filhos abandonados pelo estado.
Sera obstáculo a vida melhor...?
País sempre será de uma dia tudo sera melhor?

Eixo da ilusão
Para poucos insanos medonhos serão frutos do conhecimento.
Insensato os filhos perdidos da verdade.
O homem é copia do pai.
Ate que outro seja criado.
Nos laços da consciência crítica seja o silêncio.
Pois a alma é reconhecer seu ser.

Verdade que toma o caminho.
A esperança vivemos nao mesma orientação que seguimos.
Temos que ser o que eles querem sejamos, que pense o que eles querem que pensamos.
Mesmo nas possibilidades a probabilidade e insurgencia da revolução.
Manipulação surge com várias opções...