Citações
Os Olhos da Alma
Vivemos cercados por grandes discursos sobre amor, relacionamento e conhecimento, como se essas riquezas estivessem escondidas apenas em feitos grandiosos, em declarações memoráveis ou em momentos raros. Mas a verdade costuma caminhar em silêncio. O essencial quase sempre mora no pequeno, no simples, no que passa despercebido aos olhos distraídos.
Muitos procuram o amor como quem busca um espetáculo. Esperam fogos de artifício, promessas eternas, cenas dignas de aplauso. No entanto, o amor verdadeiro frequentemente se revela em gestos que não fazem barulho: em uma escuta sincera, em um copo d’água oferecido sem pedir, em alguém que percebe o cansaço do outro e permanece ao lado. O amor não precisa gritar para existir. Ele sussurra.
Também o relacionamento se perdeu, em muitos casos, na aparência. Fala-se em conexão, mas vive-se distante. Compartilham-se imagens, mas não intimidade. Trocam-se mensagens, mas não presença real. Um relacionamento não nasce da quantidade de palavras ditas, e sim da verdade contida nelas. Ele floresce quando duas almas decidem se enxergar além das máscaras diárias.
E o conhecimento, esse tão celebrado, não se resume aos livros empilhados ou aos títulos pendurados na parede. Há sabedoria em quem aprende a ouvir, em quem observa o tempo das coisas, em quem entende a dor alheia sem precisar explicações longas. Há mestres anônimos sentados em bancos de praça, em cozinhas simples, em mãos marcadas pelo trabalho. Nem todo saber veste formalidade.
O problema é que nos acostumamos a olhar depressa. E quem olha depressa, vê pouco. Passamos por manhãs bonitas sem notá-las, por pessoas valiosas sem reconhecê-las, por oportunidades de amar sem percebê-las. A vida oferece tesouros discretos, mas exige sensibilidade para encontrá-los.
É por isso que precisamos olhar com os olhos da alma.
Os olhos comuns enxergam forma, cor e distância. Os olhos da alma enxergam intenção, dor, beleza escondida e verdade silenciosa. Eles percebem quando um sorriso pede socorro. Notam quando o silêncio de alguém é cansaço e não indiferença. Reconhecem amor onde outros veem rotina.
Talvez o maior erro humano seja esperar que o extraordinário venha sempre vestido de grandiosidade. Muitas vezes, ele chega disfarçado de simplicidade: uma conversa breve que cura, um abraço sem palavras, uma lembrança gentil, um perdão concedido, uma presença fiel.
Quem aprende a ver assim nunca mais chama de pequeno aquilo que carrega eternidade.
Porque o amor está nas entrelinhas do cotidiano. O relacionamento está no cuidado constante. O conhecimento está na humildade de aprender com tudo. E a vida, em sua mais pura grandeza, continua acontecendo nos detalhes que só os olhos da alma conseguem notar.
A vida não é justa! Não espere satisfação plena em nada; Os que aproveitam demais, desperdiçam tempo e dinheiro.Os que só trabalham lamentam que não aproveitaram nada.
"Para a sociedade, é mais glamouroso acreditar na fachada do que encarar a realidade! 🤯
- Van Escher
Aprendi a conhecer o ser humano pelas palavras ásperas e macias.
Umas ferem, outras curam.
E no meio das duas, escolhi ficar com quem me aponta pra Deus, ainda que a verdade doa.
_Van Escher_
Quando for conhecer alguém, vai sem pressa.
Sem pressa pra falar.
Sem pressa pra olhar.
Sem pressa pra tocar.
Sem pressa pra comer.
Sem pressa pra olhar pro celular.
A pressa apressa tudo.
E tudo que é com pressa e sem paz...
não merece nem 1 minuto do teu tempo.
Van Escher 355
Conhecimento é poder e poder é como você utiliza esse conhecimento para fazer coisas incríveis, utilize-o de forma sábia.
Conhecimento é poder, e o poder reside em como você o utiliza para alcançar feitos extraordinários. Certifique-se de usá-lo com sabedoria.!
O Zoológico dos Últimos Dias
O ar frio e doentio.
Olhares que julgam e condenam na essência,
enquanto a flor apodrece diante do mar poluído.
Peixes mortos, palavras de consolo e lamento:
nada trará a vida de volta,
nenhum pesar pagará as dívidas da existência.
Diante do fato, o ônibus cheio.
Palavras jogadas no lixo do oceano.
O mau cheiro é a simplicidade,
o retrato exato do ser que se diz humano.
Humanize seu ser humano:
Leve para passear três vezes por dia,
dê banho uma vez ao dia,
recolha seu lixo e recicle, simulando preservar o mundo.
Não deixe que o alimentem na rua.
Leve-o para ser castrado.
As luzes do híbrido se tornaram vivas
porque a energia biológica estava esgotada.
Depois de uma semana sem descanso,
é preciso trocar os olhos e descarregar a memória.
Enquanto isso, o bot humano prepara o novo ensaio:
a locução do algoritmo dando espetáculo no palanque.
Vamos criar um novo circo. O pão?
As migalhas damos para as crianças;
algumas engolem moedas, achando que são doces caindo do céu.
Mas, dos céus, só cruzam os aviões,
pulverizando as nuvens para que a chuva já caia limpa com cloro.
No zoológico, humanos são expostos como répteis,
condutores da curiosidade alheia.
"Como se reproduzem?", pergunta o documentário raro.
Mas não há reprodução ali:
um casal de homens num recinto, duas mulheres no outro.
Os velhos são exibidos como souvenir e adorno;
a pele humana, supervalorizada,
agora serve para esticar tambores e fabricar sabonetes.
Alienígenas tentam comprar um exemplar:
mais uma espécie em extinção no mercado negro da deep web,
sorteada na deepdark.
Enquanto isso, nos confins do universo,
seres desconhecidos abrem uma caixa lacrada:
"Não abra. Produto com prazo de validade vencido."
O humano se contorce no fundo do caixote.
Está bêbado? Está drogado?
A mãe puxa o filho pelo braço e avisa:
— Não toca. Ele tem um cachimbo.
O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.
O Inigualável Complexo da Realidade
Esperamos o complexo de realidades alternativas; dentro de cada conclusão, vemos perguntas que necessitam do complemento da superfície das imagens na mente. Com uma percepção aguda do nada, compreendemos diante do inevitável problema, e então olhamos, espantados, para o frio dos nossos sentimentos. Na imensidão, criamos paredes e precipícios, pois a curiosidade torna-se evidência da consciência, gerando a transmutação das ideias.
Quando sonhamos, vemos soluções na pausa e na recreação; ao mesmo tempo, olhamos para o infinito das soluções e ganhamos a finitude de cada solução alcançada. Vemos a satisfação de continuar a exploração espacial. E quando olhamos mais profundo, achamos sentido; mas a busca nos leva mais longe. Numa batalha, não precisamos compreender a luta, mas sim batalhar nossas mentes. Em uma onda transdimensional, vemos conceitos espaciais que tornam o conflito um senso comum entre mentes que se aprimoram no ataque: a ilusão oponente já se sente derrotada, pois o maior truque de um jogador é o olhar que cria uma batalha que prende o inimigo no seu próprio sonho.
A vitória é conquistar o entardecer de cada dia e ver que a noite foi mais um passo na imensidão. Ouvimos a consciência crescendo e criando asas para novas aventuras adversas no cosmo. Dilemas sociais e psicológicos são fantasmas que pairam sobre a sanidade. Muitas vezes cenários iluminados, outras vezes a escuridão medieval nos faz existir, no mesmo brilho da fogueira que nos consome. Conceitos são vozes no silêncio denso, poluído para ganhar espinhos e raízes.
Então vemos grandezas e certezas no contínuo espaço sideral profundo. Achamos sentido no profundo de cada ser, enquanto alguns traços da realidade se tornam um tempero mais forte, como pimenta que arde até o fundo da alma. Deixamos cada sonho numa nebulosa cheia de água...
As metáforas que fogem ao paradoxo inicial são vistas como aceitáveis na beirada da alucinação coletiva.
As flores do conhecimento — reminiscência evolutiva — são apenas o carvão na fogueira alucinada dos deuses místicos. O loop temporal de ideias flutua nas profundezas da razão racional, enquanto a linguagem verbal guarda segredos para a metáfora que se torna semântica. Traços de realidade observam equações dentro da função da física: uma evolução existencial determinada pelas heranças da geometria, que reluta, mas permanece genuína.
O fluxo temporal no egocentrismo e, bilateralmente, na geopolítica, transforma o cidadão em um fluxo abrangente de dados. Dize-se que o bot sabe mais de filosofia do que a gravidade na continuidade relativa, sendo a translação do curso abstrato uma condição pré-determinada pelo algoritmo — aceita e validada pela ciência e pela física.
As metáforas no tom vermelho realçam sua presença; a arte enfeitiça a mente e o olhar se fixa nos lábios rubros. O vestido vermelho reforça a ideia de controle e domínio mental — o terreno ideal para a alienação. O vídeo rápido entrega satisfação e dopamina barata, preparando o terreno para que outras drogas colonizem a mente. O que é uma ideia diante da vontade e do desejo? Simplicidade: o acúmulo de imagens configurado para que a atenção seja rápida e funcional. A venda de produtos nada agrega à vida; é apenas o comércio acelerado alimentando a compulsão até o limite da obsessão. Esta dinâmica é uma patologia coletiva. Como em um buraco negro, nem a luz escapa da sua gravidade: a atenção é movimento que transcende o campo massivo.
No macrocosmo e na socialização do emaranhado quântico, os fótons se movem e somem quando observados. Contudo, a existência espontânea mostra dois indivíduos no mesmo espaço seguindo este mesmo pensamento. Vemos deepfakes existenciais: dois seres se obliteram no campo das ideias — um preso, o outro com um simulacro de livre-arbítrio —, duas consciências agindo simultaneamente. Enquanto isso, a política ganha um mito que não passa de um canastrão mequetrefe. A moça de vermelho passa; você pensará na moça de vermelho, no político ou no trecho de física e filosofia?
As metáforas, como sombras do conhecimento e reminiscências evolutivas, compõem o mosaico que torna o cotidiano aceitável diante das maquinações do mundo. São escolhas toleráveis na Teoria do Caos: mesmo no caos absoluto, a beleza predomina e encontra sentido em nossas mentes.
Os vieses da filosofia são expostos por experiências manipuladas pela extrema-direita, reduzindo o absurdo a um loop temporal de respostas curtas e diretas. Nessa disfunção mental, as decisões se tornam extremas, descambando no terrorismo doméstico, enquanto o senso comum se degrada no fenômeno terraplanista.
O Problema dos Três Corpos é apenas a equivalência dessa mentalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Cubismo político cognitivo
O explorador de voto
E a falta do intelecto no julgo da politica.
Denota o poder do voto?
Compreende que o poder pode mudar suas vidas?
Monopólio familiar e seus benefícios de enriquecimento político!
A verdade deles e a sua verdade?
A sua escolha é sua da família que enriquece a cada instante no poder!
Suas experiências te jogam na ruas como um joguete político.
Quem é sábio obedece e quem desobedecer é um tolo que sofrerá as consequências...!
As prática da sobrevivência recolher lixo e reciclar.
Neste contexto a pobreza escolhar e a falta de oportunidades são pontos de dificuldades, do ensino, e a saúde pública precária entre outros problemas.
Fazem a cartilha do bom gestor,
O retro do desapego político.
O desligamento social
O abandono social.
Desordem mental..
São conjecturas do aspecto de alienação social e moral.
A festa da eleições no estado inerte político.
O favorecimento político surge...
Farra dos bois...
Novos capítulos de velhas práticas.
Fila do bom osso.
Esse moço boa gente ... !
Tem muito que trabalhar pela gente...
Muita conversa e poucas ações de cidadania.
Quatros anos se passam seus filhos abandonados pelo estado.
Sera obstáculo a vida melhor...?
País sempre será de uma dia tudo sera melhor?
Eixo da ilusão
Para poucos insanos medonhos serão frutos do conhecimento.
Insensato os filhos perdidos da verdade.
O homem é copia do pai.
Ate que outro seja criado.
Nos laços da consciência crítica seja o silêncio.
Pois a alma é reconhecer seu ser.
Verdade que toma o caminho.
A esperança vivemos nao mesma orientação que seguimos.
Temos que ser o que eles querem sejamos, que pense o que eles querem que pensamos.
Mesmo nas possibilidades a probabilidade e insurgencia da revolução.
Manipulação surge com várias opções...
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