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Em algum momento irei te encontrar, não sei o dia, tão pouco a hora... Mas tenho certeza que irei te encontrar.

Sei que há amor

Sei que me amas
quando mostra paciência
para comigo mesmo quando
louca, descontrolada.
Quando você não desiste de mim
mesmo quando eu mesma já desisti
Saber que me ama me fortalece
para levantar e lutar
Enquanto houver paciência
Sei que há amor!

O retrato de Dorian Gray

Dorian Gray, tu és tão belo, eu sei
Dorian Gray, o teu retrato eu verei
Ainda que ele oculte fatos macabros
Sejam eles sujos ou só incalculados

Tu amas com ardor, és profissional
Conquistas qualquer desventurado
Tua imagem provoca o bem e o mal
Deixas de amar sem achar errado

A filha e a mãe lhe desejam, Dorian
O padre e o cético lhe odeiam, Dorian
Por que tu não envelheces, garoto?
Deixas facilmente o conceito torto

Tu cortejas a filha do teu amigo, Gray
Tu consegues a citada filha, caro Gray
Penso não haver limite para a loucura
Vivendo do prazer e da plena fartura

Enquanto aumentas o círculo social
O teu inimigo chora ensanguentado
Bem sei que não imaginas um final
Mas és morto, quadro mal-acabado.

Coisas que eu sei

1. gosto de mim.
1.1 embora me odeie repentinamente.

2. Me deixo por onde passo.
2.1. e guardo algo também.

3. Odeio despedidas.
3.1. por isso vou embora sem avisar.

4. O vazio é como estar cheio,
4.1. de nada

5. Nunca me calo.
5.1. tão pouco falo.

Percebi que o brilho nos seus olhos quando me via se foi. Não sei para quem, não sei quando e talvez nem importe o porquê. Só sei que se foi.

Cálice

Hei -me aqui na penumbra da noite.
Nem sei que hora bate no relógio, se
Uma, duas, quatro ou três da madrugada.

Hei-me nesse canto, aqui, acolá
Me pondo da sala pro quarto a andar.
Do livro que tenho, de algumas linhas
Não pude passar.

Sento agora no velho sofá,
Cor de sangue, como as lágrimas que,
De quando em vez, não consigo segurar.
Já me arrasto de lá para cá, na lembrança
Da moça que sem pensar, pus-me a matar.

Bebi do cálice, das incertezas
E, ao mal dei lugar, delirei, a matei sem dó.
Não ouvi o seu chorar doído, como criança a clamar.
Sim, bebi do cálice maldito e comi da sopa do inimigo
Servida num prato de nó.

Fiquei gorda, empanturrada de insanas besteiras.
Fui um tolo, sem paz, um péssimo jogador.
Acreditei piamente que me traía, aquele amor.
Não vi a razão, encontrei na loucura,
Um lugar sem fronteira.

Ahh.. Como pude não ouvir aquele choro,
Como pude não pegar em sua mão,
Não olhar nos olhos dela,
Não cumprir o prometido?

Como pude dar lugar, ao medo, a ilusão?
Se era eu o homem em nossa cama,
Como poderia ela me afrontar, se
Tudo o que meus olhos pediam,
Era dela concordar.

Ainda vejo, aqui a mão sua, o seu esforço.
Na mesa do canto, no som da música a voar.
Nas marcas entranhadas no colchão, na pele,
Na alma, a sua ausência, lamentar, nas noites
De luar, quando a moça, corria para a janela
E ponhava a me chamar.

Olha a lua, é cheia, amor.. Que linda que está!

Não existe lua mais bonita que aquelas
Que ao seu lado pude apreciar.
Nem essa que a saudade, vem mostrar.


Se não me rasgasse inteira, o silêncio
Quando encontro seu olhar, algo divino, com ela teria pela vida toda, não posso negar!

Nessas horas o silêncio vem espicular,
Um pouco daquele jeito de olhar.
Será que ainda é de ódio, escarnio,
O desprezo que sublinhei,ou de desespero
Porque a golpei?

Foi no mesmo golpe de incertezas que, provei,
Esse gesto que no fundo matutei.

Ó que atimia, caí sobre essa madrugada!
Que quase sempre segue, além da alvorada.
Na falta da namorada, da mulher,
Que vinha desconfiada,um riso de criança
Me tirava e em nossa cama me abraçava.

Bebi da maldita, me arrependo!
Entreguei seu corpo em sua porta,
No final, da tardinha que sumia.

E sob a lua que ainda lumia
Me apartei dela que ia...

Daqueles dias que eramos dois sóis,
Dado a minha covardia,
Não guardo nem fotografia
Ó.. Quando a encontrarei,
Quando serei de novo um rei,
Uma rainha?

Não sei que hora bate no relógio,
Se uma, duas, quatro ou três,
Se é noite, se é dia.
Invento risos para fugir da agonia.

Se é uma, duas, quatro ou três, não sei.

Sei que parece engraçado, mas não é!
Descobri que posso suportar a dor.
Garota estou te deixando hoje e amanhã.
Me parece garota que acabou.
você sabe que fiz tudo que podia.
Você vê que eu mendiguei, roubei e pedi emprestado. Seu Amor.

Por que no mundo você me prenderia?
Eu paguei o que te devia para fazer isso.
Quer que eu seja um sem amor?
O que quer que eu seja?
Eu não fico feliz quando tento fingir!

Eu estive sozinho com você dentro da minha mente.
E em meus sonhos eu beijei seus lábios mil vezes.
E às vezes eu vejo você passar pela minha porta.
Hoje, você a fechou. Para sempre. No campos ficou seu cheiro.

As vezes não sei o que dizer

como mostrar os meu

sentimentos, só sei que sou

completamente seduzido pelo

Teu olhar... Teu sorriso e teu

Jeito, teu carinho, tudo em você...

Amo cada parte do seu corpo.

Sempre me encantas com tua ternura

E teu amor sereno e calmo.

você acorda com aquele
sorriso bobo estampado
no rosto? Estou assim,
não sei bem o motivo
mais sei que não vou
desperdiçar esta felicidade
por nada. Estou me sentindo
tão bem.

❝ ...Uma nova semana se inicia, se grandes supressas
estão por vir não sei. Mas tenho a certeza de que
sera linda e abençoada por Deus. Ele já preparou
tudo. uma linda e abençoada semana...❞

⁠Eu te vejo.
Sei que você faz muito, mesmo quando não aparece.
Sei que você aguenta mais do que deveria.
Sei que você cala, pra manter tudo em paz.

Mas eu tô aqui pra te lembrar:
Você também merece colo.
Você também merece ser cuidada.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Não sei me expressar! As vezes ninguém compreende o meu raciocinio, as vezes sou iracional, as vezes porque não um gênio?

Não sei quando me tornei um sábio, só sei que me tornei o insensato toda vez que sabia o que fazer e não fiz...

O meu teclado não faz barulho, ele traduz o que eu não sei dizer.

Cada tecla tem um pedaço da minha história, por isso só eu sei o que tocar.

⁠Mas uma coisa sei: qualquer evento nos marca e nos transforma só na repetição ou, melhor dito, num segundo momento, em que ele é evocado, retomado, revivido.

Quanto aos comentários: não me enfraquecem de maneira nenhuma.
Pelo contrário... Sei o chão onde piso e tenho maturidade suficiente pra entender entre o certo e o errado.
Consigo abranger, com olhar de longo alcance, o que me cerca e o que vem adiante e na minha reta guarda. Sei discernir o que falta e o que completa. Sei ouvir, observar e aprender.
E, acredite: pedras lançadas funcionam como degraus... Degraus que facilitam a minha subida e me fazem chegar com maior facilidade ao ponto desejado, que me fazem atingir o apogeu.
Me chamem de METAMORFOSE!

Como o Sócrates perdeu a paciência ao não saber o que dizer ou fazer e disparou:
"Só sei que nada sei."

Sei lá, hoje estou meio assim, sem rumo, confusa, entediada, sem foco, desanimada, cansada, com sono, mas com Jesus no coração. Sempre mantenho pensamentos positivos, mesmo que eu esteja desorientada; Ele está sempre comigo, meu melhor amigo, Jesus! Ele me traz tranquilidade, calma, serenidade e paz; Ele me faz feliz.

Sou um museu de lembranças de um homem que eu já não sei quem é. De que vale o Mirante, o mar de Itaipuaçu e as fotos na estante, se eu sou apenas o eco de um nome que você chama, mas que eu já não reconheço como meu?
Eu me perdi tentando te guiar. E agora, a maior loucura não é te amar... é não saber quem sobrou de mim para continuar escrevendo.


DeBrunoParaCarla