Citações
Ninguém entende esse amor que sinto por você. Para ser sincera, nem eu mesma entendo. Só sei que sinto e que nunca diminuiu um mm sequer.
Quando começo a me sentir assim, eu bem sei. São os primeiros passos para a estrada que jamais voltarei.
Mas primeiro, o ápice. Depois, queda. Por fim chão, e depois o tempo.
Somente nele que tenho aprendido a confiar...
O cozinheiro sempre sabe tudo sob culinária e eu que não sei nada, fico a admirar as delicias que ele prepara.
Hoje acordei com saudades de você, um sentimento diferente me assolava não sei ao certo o que tem acontecido no meu interior me sinto cada dia mais sensível, frágil, sinto que preciso de alguém tenho falta de alguém, e esse sentimento de saudade tem me amedrontado.
E sabe que o que mais sinto que não tem me feito bem, não sei bem ao certo o porque mais me sinto sem capacidade de conquistar alguém, fico observando tudo ao meu redor as pessoas e elas ao meu ver não são legais, sabe elas traem, e ainda dizem que amam mais então não entendo, elas dizem que se gostam mais andam na contramão fazem tudo parecer tão difícil, olha como é fácil: eu te quero você me quer então o que vai nos impedir??? Porque não posso ficar com você??? Sabe que não entendo as pessoas os seus motivos às vezes tão triviais, vazios . Penso como seria estar com você e fico pensando em fazer diferente mais nem sei como seria esse diferente quero fugir de formas convencionais, não quero nada que parece ser um casal bonito que sobreviva de aparências, quero amar incondicionalmente, viver intensamente, que os momentos sejam simples porem especiais que cada dia ao seu lado seja único não cheio de amor mais de ternura de compreensão e respeito, você pode ate me perguntar mais e o amor?...sabe quero amar inconscientemente e não me apaixonar loucamente, quero sempre ter os pés firmes no chão e sei que nada vai ser pra sempre que tudo da mesma maneira que tem um começo tem um fim mais mesmo depois de tudo ter acabado vai ficar você fazendo parte de um momento único e especial em que eu consegui ultrapassar limites, senti prazer em tudo, libertei meus desejos e vivi muito mais que um conto de fadas
Jesus, ensina-nos a entender a diferença entre dependência e amor. Sei que o amor não termina, nós é que nos transformamos; e, por consequência, mudamos nossa visão sobre o mundo e as pessoas. Como pode o amor - o mais nobre dos sentimentos - nos fazer mal? Como alguém pode agir sobre nós tal qual uma droga, um alucinógeno que nos exalta e ao mesmo tempo nos arrasa? Como dosar ou utilizar na proporção certa a inclinação amorosa? São essas dúvidas cruéis que nos rodeiam a mente e nos fazem às vezes sentir vontade de desistir da busca: tudo nos parece sem importância, não conseguimos avançar, não vemos com otimismo o futuro. Estamos cientes de que a paixão termina, o amor não. A paixão vence e refreia o que a razão sugere e pondera; o amor propõe liberdade. Por isso, quando amamos alguém, devemos deixá-lo livre. Se partir, é porque nunca o tivemos; se voltar, é porque o conquistamos. Hoje nosso amor não é maduro, e sim uma dependência psíquica. Somos viciados na "emoção do enamoramento" e na sensação de felicidade que ela nos proporciona; consequentemente, sempre esperamos do "bem-amado" a fonte da alegria de viver, o que nos torna seduzidos e cativos. Parece que sem "um amor" nos assemelhamos a criaturas que não sabem nadar, buscando freneticamente um tronco flutuante para não se afogarem. A paixão é um prazer que nos causa agonia, mas essa mesma agonia nos dá prazer. Isso é o paradoxo da paixão - é a etiologia dos diversos tipos de dependência. Na Terra somos muitos os viciados em relacionamentos. Essa condição, que supostamente alivia a dor de uma realidade intolerável - a de não se amar e não sentir capaz de cuidar de si mesmo - perpetua a compulsão afetiva de "ter sempre alguém por perto" e nos desvia da motivação para recuperar e valorizar a própria vida. O sentimento afetivo pode nos fazer muito mal quando o objeto de nosso amor tem efeito alucinatório sobre nós, anestesiando-nos e, ao mesmo tempo, causando-nos deslumbramento!
De novo estou aqui não sei o que dizer, parece que as palavras sempre fogem ao te ver, mas sei que tudo pode acontecer, eu e você. Sentados conversando na beira do mar
as risadas quando a gente não sabia o que falar. Você me apareceu foi como um sonho, e hoje eu sei que foi você quem fez o meu mundo girar... Então, me diz, que ouvindo a nossa musica você chorou e lembrou, do fim, que já não é tão doce quanto o nosso amor, ficou pra trás, ja não sei mais, e agora? pra quem eu vou falar de amor?
Será que essa canção que eu fiz para você te faz
tremer, alucinar? Nem sei se o seu coração bate como o meu coração bate ao te ver, nem sei porque, só quero que você saiba que eu andei pensando muito em você. Sentados naquele banco do parque, você sempre rindo do meu sotaque.
Seja hoje ou qualquer dia, você é minha estrela-guia.
- Não tem mais jeito. Eu já cheguei no meu limite.
- Eu sei. Eu te entendo. - abracei o ombro esquerdo dele.
- Mas a gente pode tentar de novo.
- É. A gente pode.
Eu nem sei decifrar essa coisa que foge de mim, que se derrama em sentimentos inexplicáveis. Pensamentos inacessíveis. Invioláveis.
Isso é amor. / — Será? Tem coisas, tem coisas que ele escreve que parecem. Não sei, parecem verdade, entende? Ele me toca, mexe comigo.
Fernando Anitelli - "Nunca fiz música sem motivo. Sei o que quero"
Fernando Anitelli fala sobre os quatro anos de O Teatro Mágico, mensagem subliminar e grana
Por: Fabiana Faria
Quem é o Fernando Anitelli, afinal? Existe uma aura de mistério ao seu redor, não?!
Bom, tenho 33 anos, sou formado em comunicação social e comecei a fazer teatro muito cedo. Já fiz o Vale Encantando, do Oswaldo Montenegro. Já fui caricaturista de um jornal diário de Osasco, já trabalhei na área de produção visual de um banco, usava crachá de bancário e tudo. Acabei aprendendo no banco a organizar, administrar um negócio.
Como foi o início do Teatro Mágico? Foi você quem inventou esse conceito?
Eu tinha um trio de música brasileira chamado Madalena 19 que acabou porque cada um tomou seu rumo. Eu acabei indo trabalhar ilegalmente como garçom nos Estados Unidos durante um ano. Lá eu comecei a ler o livro "O lobo da estepe", de um alemão. Tinha uma passagem que dizia que as pessoas têm muitos personagens dentro de si e, ao mesmo tempo, todo mundo está em extinção. Isso tinha tudo a ver com o que eu imaginava para um projeto musical e decidi nomear o CD como "O Teatro Mágico - entrada para raros".
Você fez o CD com a grana que ganhou nos Estados Unidos?
Eu usei a grana de lá, vendi metade de um apartamento, meu carro e tive ajuda do meu pai. Também juntei uma grana de uns shows que a gente fez.
Então você já sabia o que queria a partir da concepção do projeto?
Nunca fiz nada para atingir um público específico. Eu vomitei o Teatro Mágico em cima das pessoas e elas aceitaram. Tem famílias que deixam de ir ao zoológico para verem o Teatro Mágico. Isso é ótimo.
Você imaginava que fosse fazer tanto sucesso?
As coisas foram acontecendo aos poucos, mas eu sempre tive muita organização. Eu sabia que o projeto tinha força para crescer, amadurecer e se manter. É legal porque tudo aconteceu no boca a boca, pela internet e é muito bacana ver que tem um público ansioso pela gente.
Mas vocês não fazem propaganda, a música de vocês não toca no rádio... Por que isso?
Sobreviver da arte independente no Brasil é uma guerra. Tem que ter humildade e cabeça fria. No rádio, a gente não toca porque tem que pagar jabá (dinheiro em troca da execução das músicas). E, como a gente não é gravadora nem pretende ser, a gente não toca. A gente acaba tendo divulgação melhor em cidades pequenas e em jornais regionais. Os artistas acham que tocar no rádio e na televisão são as únicas formas de ganhar dinheiro e fazer seu trabalho. Mas isso não é verdade.
Vocês já tiveram proposta de gravadora?
A gente já teve convite de todas as gravadoras multinacionais para comprar o projeto, fazer CD, DVD... Eles oferecem uma Ferrari e você só tem uma bicicleta. Mas, como eu acredito no ET, faço minha bicicleta voar.
E o Teatro já dá uma grana?
Hoje ele se auto-sustenta. Se você tem um trabalho bem feito e responsável, o dinheiro vem naturalmente. Mas é uma luta constante para não faltar dinheiro e continuarmos levando o projeto.
A Veja publicou que vocês ganham 40 mil reais por show. É verdade?
Imagina! Tem show que a gente ganha 500 reais. Muito pouco. Alguns músicos ainda tocam em projetos paralelos para completar a renda.
E o que acha da internet?
A internet é uma ferramenta poderosa. Eu disponibilizo tudo de graça mesmo, esse processo de comunicação novo é sensacional. O nosso objetivo é tocar em Marte, se for possível e só a internet pra divulgar o nosso trabalho tão bem. Você lembra que existiam as fitas cassete e todo mundo gravava música pra todo mundo? Era a mesma coisa, mas em uma mídia diferente. O You Tube acabou com a MTV. Nós temos mais de 1700 vídeos publicados lá, mas só fizemos dois. É muito louco isso. As gravadoras querem pegar nosso dinheiro e a internet, não...
Assistindo ao show de vocês, tive a impressão de que os fãs idolatram a trupe toda, especialmente você. As meninas gritam histericamente...
Eu acho um absurdo isso. Meu cabelo está caindo e eu sou a cara do palhaço Bozo!
Mas, então, de onde você acha que vêm essa paixão toda dos fãs?
De alguma maneira, o projeto tocou cada pessoa que gosta da gente. Eles sabem que o nosso som não está sendo empurrado goela abaixo como é feito com a música do rádio. É um projeto de verdade, em que eles podem mostrar sua arte, discutir o assunto de verdade. Tem gente que faz tatuagem das letras, dos personagens... Eu não acho que isso seja tanta loucura. Se eu fosse um adolescente descobrindo Secos e Molhados, por exemplo, eu também faria o mesmo.
Por que você citou Secos e Molhados? Você se compara a eles?
É uma referência e uma comparação, sim. Sempre gostei do Ney Matogrosso, ele tem uma coisa meio menestrel. Meu pai diz que eu danço como ele.
Algumas pessoas comentaram comigo que acham que as músicas de vocês têm mensagem subliminar (mensagens não captadas conscientemente pelos sentidos humanos) para meio que hipnotizar as pessoas. E aí, tem ou não tem?
Olha, eu nunca fiz música aleatoriamente. A mensagem que a gente passa é a da arte livre, independente. Mas tem uma porção de mensagens em várias músicas. Se você escutar com fone de ouvido, vai ver que tem sons acontecendo do lado direito e esquerdo do fone. Se você escutar em disco e rodar ao contrário, vai escutar vozes do meu avô. Na música Separo, tem um riff de guitarra no final. Quando a gente estava gravando, na hora do riff, entrou a freqüência de um rádio e acabou gravando a voz de um cara falando "uma lembrança que você vai ter". Nós deixamos. Essas coisas não são coincidências, são providências. Tudo o que é subliminar, soma.
Tenho medo de lhe amar porque tenho medo de sofrer,
Eu sei que não sei lidar com a dor do abandono,mais se eu prometer lhe amar, você promete não me abandonar ?
Eu me repito porque não sei ser outra coisa, eu me desgasto porque só sei ser muito. Não sei diversificar e não sei falar de outra forma, só conheço meu próprio modo. E, se me perguntar, não, não estou insatisfeita.
Ainda não sei o meu destino, nem cabe a mim saber...
Talvez,
é melhor deixar oculto,
só assim dói menos.
Eu não sei explicar no entanto nem descrever, mas algo em seus olhos me chama, me acende, e meu coração sem que eu entenda acelera. E eu sinto que algo aí dentro de ti, me pertence.
Eu sei que não vai funcionar, a não ser que alguém crie uma lei proibindo as garotas de irem pra cama com quem não estão verdadeiramente apaixonadas.
(Tudo pode dar certo)
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