Citações
Eu não sei o que eu faço, eu não sei o que eu penso, eu só queria te olhar nos olhos e te dar um beijo.
Eu sei o que sentes...
Passas madrugadas em claro tentando perceber, perceber o que há de errado.
Não sabes como e quando começou esse vazio que há em ti, é difícil explicar e entender, por isso, não desabafas, sofres calado.
Durante o dia ris e durante a noite choras, por isso temes a escuridão.
A madrugada é barulhenta pra ti, vives uma luta no teu subconsciente. É uma luta dolorosa.
Buscas preencher esse vazio de várias formas, mas nem drogas, festas e muito menos paixões são capazes de o preencher, pois quando o efeito delas passa voltas à realidade dura e cruel que te tornou cativo no teu próprio corpo.
Dormir pra ti é um pesadelo, pois nem no mais profundo sono encontras paz.
Quanto mais tentas disfarçar, mais dói, dói tanto que o vazio só aumenta, já tentaste acabar com a tua vida, mas nem isso deu certo.
Só te resta continuar a lutar até um dia conseguires sair desse poço que roubou-te a vida.
eu só sei fazer amor te chamando
gritando seu nome
eu só sei te amar
sinto falta de você quando some
a dor me consome
eu sei que nunca mais te esqueço
pois basta fechar os meus olho
pra te lembrar
O seu cheiro
Ah: “O seu cheiro”
Eu sei de có
Como confundir ele com outro qualquer?
Qualquer mesmo, pois o seu é único, incomparável, inigualável; perfeito é, enquanto você for a vida!
O sofrimento não é o fim, mas é uma parte do cominho rumo ao alto da montanha. Sei que ao subir, terá dificuldades, porém verá que, apesar de tudo, o mais importante, é o objetivo, ver a bela imagem do alto, ver que apesar de tanto suplício, sorrirá. É certo falar que, o suplício é a introdução da felicidade.
Tenho 50anos, sei ler,escrever,fazer contas,mas não tive o prazer de poder estudar.Aos 11 anos de idade, minha mãe me deu a notícia que não iria mais na escola, pois teria que tomar conta do sobrinho. Eu decepcionada respondi, eu preciso estudar,então ela disse, não temos dinheiro para comprar os livros. Impressionante é que eu nunca consegui retornar a escola, pois o trabalho estava sempre em primeiro lugar. Aos 7 anos andava 6 kilometros para chegar na escola num pequeno município. A moda era uma conguinha azul, meu sonho colocar uma nos pés, mas nunca realizei, ia com os pés no chão. E pelos caminhos, trilhas,haviam muitos espinhos de sapê, juá...subia e decia,era cansativo mas as vezes até divertido. A minha sala era no salão da igreja, tínhamos 5 minutos para fazer xixi atrás da igreja, não havia banheiros . Eu nunca pude levar merenda pra escola,antes de ir eu comia hiame que meu pai cozinhava também para os porcos . Minha mãe sempre adoecia e meu cunhado a levava para a cidade para ir ao médico. Com o tempo eu percebi que a doença dela era não ter o que fazer para comermos. Assim que ela saia eu ia pra cozinha preparar o jantar, abria o armário e só encontrava os restinhos dos alimentos. Eu pegava o restinho do arroz, que era um bem quebradinho, que meu pai comprava na máquina, era mais barato. Juntava com o feijão, ia na horta e pegava cheiro Verde,aqueles tomatinhos azedinhos,não me esqueço da enxadinha que eu usava para arrancar batata doce e hiame,resumindo ,fazia um belo sopaõ. Enquanto isso Meu pai dava seus pulos e minha mãe voltava aliviada, pois a sopa ainda sobrava. As 17horas eu colocava querosene nas lamparinas. A água esquentava no fogão a lenha, para lavarmos os pés rsrs . E a noite eu lia os romances Sabrina, dormia num colchão de palha, e a lamparina ficava sobre meu peito, é eu lia até tarde sem maldade alguma,sem noção do perigo.
[...] É tanto de “Você” na minha vida que não sei mais onde é que fica o “Eu” nessa história. Ando vivendo em blocos, dividindo cada pedacinho de minha existência atrelada a sua. Ando vivendo do ar que lhe entra pelos pulmões, suspirando do cheiro que lhe cabe às narinas. Comendo do gosto que te derrete na boca. Vivendo em cada poro, em cada fio de cabelo que te nasce pelo corpo. Como se sua vida me mantivesse vivo, como se minha vida fosse feita da sua. Como se tu fosses um pedaço de mim que se desprendeu do meu corpo.
Ricardo F
[...] Até que não seria nada se não fosse grande, mas o meu maior problema é que só sei amar incondicionalmente.
Ricardo F.
Não me dou bem com finais, não sei lidar com eles. Sempre me vejo perdido e com medo, porque depois que acaba, a imprevisibilidade é maior, eu não sei o que começa, mas sei que termina, e esse ciclo é cruel.
As vezes procuro nem começar, com medo do fim. E funciona, não ter nada a perder as vezes é melhor que ter e perder tudo.
O que eu sei é que somos trágicos. Os deuses escolheram assim. Somos todos uma brincadeira deles, marionetes que envelhecem rápido demais, uma experienciazinha carnal - de modo que não lhes interessa a parcimônia: criam uns num caldo de fúria e outros na doçura total.
Eu escolhi você para planejar e ter fé — Ter filhos, até cachorro e até já sei o nome. Eu escolhi você, porque no meio de tanta gente, a sua loucura pareceu um pouco com a minha. Eu escolhi manter contato, confiar, amar e é muito bom viver ao teu lado, mesmo só namorando. Ouvir da tua boca um ''te amo'' e ''te quero pelo resto da vida'', me sinto mais confiante e com autoestima lá em cima, ninguém lá fora me afeta quando você me acha muito lindo!
Não sei.
Talvez seja porque eu repeti demais
que eu não priorizaria mais ninguém além de mim
que às vezes eu me vejo distanciando sem querer.
Mas eu estou aqui!
Eu sei.
Dessa segurança que o meu abraço te leva
E do seu riso "hum" ao te apertar
Isso me faz querer repetir esse gesto sempre.
É sempre bom!
Obrigado por estar aqui!
Eu sei que aquele vestido é o carma, o perfume do arrependimento
Você me faz pensar em quando você era minha
E agora eu estou totalmente na sua, o que você esperava?
Mas você não vai para casa comigo hoje à noite
não sei ao que o certo se arremete, pois vivo com o errado um eterno flerte. Uma dança que de perto se repete, arrepia os pelos em desejo aos mesmos erros, mas a longo prazo essa valsa vaidosa grita a plenos pulmões liberdade é o que crio com essa imagem.
A loucura da terra - Ygor Mattenhauer
Vale de Sentimentos
Enquanto mestre das palavras e escriba sei que nada sei, ante a mim ou ao mundo imundo e as palavras que me faltam são as que não ouso dizer, pois somente tolos gritam ao mar morto de sentimentos teus próprios ressentimentos, sim se a ti é quem amo nunca saberes de vero, não é que não seja sincero é apenas que não vale escarnecer aos mortos o brando sentimento dos vivos tais como meu coração e teus ouvidos, ambos mortos inóspitos e a falta de juízo como jazigo.
Ygor Mattenhauer
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