Citações
Sinceramente
" Eu nunca dei mt valor a dinheiro. Mas sei que preciso te-lo para sobreviver, e não ele me ter. Sempre precisei sim, das pessoas que me amam ao meu redor. Estas sim me fazem feliz e me dão motivação de encarar as dificuldades e o amparo de ve-las após um dia árduo de trabalho. Existe presença que tranquiliza e até a voz tb ( telefone). Estas são as forças das pessoas que amo. O dinheiro pode me fazer comprar o que quero para cobrir meus problemas, mas a noite o travesseiro será testemunha das minhas horas insone de não ter aquilo que não consegui comprar: A minha felicidade!!!" Quem me conhece sabe que sou assim!!!
Não é quase amor ou quase paixão. Ou é amor ou é paixão, se não for isso, não passa de sei lá… não passa de sorte.
Não sei que forma tem teus olhos, não sei como é tua face nem mesmo o quanto tu és belo... Mas eu sei como é tua alma, teu coração... Não sei tudo, mas o pouco que sei me basta. Por isso quero sempre conservar você. Seja como amigo, ou como alguém que um dia foi um amigo. Vou sempre lembrar que um dia tudo isso aconteceu e você fez a minha vida mágica. Sei disso porque quando falo com você, tudo vira poesia, tudo vira poético. Se você soubesse o quanto eu gosto de você, talvez se surpreendesse. Você me faz muito bem.
Não precisa responder nada não. É só um lembrete... Só o que quero em troca é a metade do que quero pra você. Não precisa ser o msm. Só precisa ser de coração. Todos os tipos de carinho, amor, dedicação é bem vindo.
Dias estranhos acontecem com frequência, não sei se hoje é um dia para comemorar ou lamentar, reviver ou esquecer, na dúvida faça o que tiver vontade. Seriam 24 anos ou 7, mas com certeza são 9 meses.
São duas pessoas, mas muita importância. A data é a mesma, a comemoração é oposta, em partes, então faça o que deseja.
Dizem que relembrar é viver, concordo. Mas não pode lembrar-se de algo que nunca esqueceu.
Parabéns a mim, parabéns a você, mas principalmente a nós, por termos tido tudo isso.
Seguimos os caminhos em que a vida nos leva.
(Se)i lá se! Troca(se) a roupa, o pente (se) ,usa(se) outra gilete para retirar o bigode .(Se)i lá Se ?
Independência ou Morte
Dejavu
Abri os olhos e me vi em um lugar cercado de pessoas que riam, um cachorro que não sei a raça, não lembro. Parecem tão conhecidos e estranhos ao mesmo tempo. Dei me conta que havia alguém me chamando um nome que deveria ser meu, então me virei fintando-os, este era o meu nome. Eles riam e eu fingia entender tudo direito. Me senti num dejavu, mas só depois percebi onde estava, e reconheci finalmente todas aquelas pessoas alegres. Eu tinha sido atendida, voltei ao tempo.
Mas porque voltei pra esse lugar e não para o momentos em que ficamos a sós pela primeira vez? Eu precisara concerta algo nesse momento, nesta hora em que estávamos cercados de pessoas que futuramente seriam meus amigos também. Não, não era isso que eu tinha que mudar. Era o quê então? Seus olhos pausavam em mim, nas minhas palavras, e eu caçava seus olhos como da primeira vez que estive nessa cena. Mas se eu voltei exatamente aqui, tinha que fazer algo diferente para você perpetuar. Não mexi em nada nesse instante. Riamos, um outro amigo tocava violão para nós, e você mexia nos seus pés, eu, no cãozinho que lá estara. Não era aqui que eu tinha que mudar algo, então deixei rolar. Não poderia perder uma oportunidade crucial que Deus, destino ou sei lá o quê tinha me dado. Fiquei quieta.
Depois estávamos em outro lugar, não me lembro a ordem das cenas. Mas ficávamos á sós, finalmente. E nossos olhos investigava o novo que a mim possua que a ti possua. Meus cabeços soltos pelo casaco que eu vestia, engraçado e você ria. Então percebi, era ali que eu tinha que ter entrado em ação. Seus olhos miravam os meus lábios, e eu parada, simulava não entender nada. Era nessa hora que eu devia ter chegado mais perto e ter lhe dado um beijo sem permissão. E então tu corresponderia porque era isso que querias também. Cega fui eu que não vi, não fiz, por medo de te perder pra sempre. Mas ao menos se eu te perdesse ali,a dor seria maus plausível ou não doeria do jeito que doeu depois dessa cena. Tentei mudar, reverter. Fui até você e quando o quase acontecia finalmente, acordei. Era um sonho e não uma surpresa da vida. Seria bom se pudéssemos mudar certas coisas né? Mas eu não podia.
Acordei e me posicionei na cama. Determinada a sair de mim. Ou pelo menos tomar meu café da manhã sem me arrepender de quando te perdi antes de ter.
Eu aproveito bem a vida, porque sei que ela passa muito rápido, então eu não perco nenhuma chance que ela me dá.
A felicidade mora dentro de mim e está em todos os lugares por onde passo, por isso sei o tamanho de meu bem estar. E nada tira de mim o sorriso que sai de meus lábios.
“Quando lhe vi, perdi o senso. Fui desnorteado. Não sei se foi amor, paixão ou admiração, só sei que naquela hora era tarde demais, já era um lacaio”.
Eu sei que não nos falamos muito como antes, e às vezes até passamos um pelo outro sem dizer uma palavra. Mas há aqueles momentos em que nossos olhos se encontram e eu sei que, no fundo, você está sentindo minha falta tanto quanto eu sinto sua.
Eu sou forte, porque sei das minhas fraquezas. Eu sou lindo, porque eu estou ciente dos meus defeitos. Eu sou destemido, porque eu aprendi a reconhecer meus medos. Eu sou sábio porque eu aprendo com meus erros. Eu sou um amante, porque eu senti ódio. Eu posso rir porque eu sei que tristeza.
Uma adrenalina alucinante toma conta de mim. Sei que ainda não é tudo, sei que ainda vou sentir isso de uma forma mais intensa lá na frente. Mas eu falo do agora. É esse o momento. Uma criança que sonhava com heróis e hoje concretiza seus sonhos. Hoje eu posso ser o que eu amo de uma forma lúdica. A criança sai, mais uma vez. E por assim dizer, quero nem saber de julgamentos. Quero me divertir até cansar, até o sono chegar. E o adulto fica a espreita, observando, aprendendo e se divertindo, também, dando apenas o controle e o equilíbrio. Eis que me cito. Um homem, um menino; um menino que se tornou um homem, mas um homem que nunca vai deixar ser um menino.
Meus caminhos são tortos
Não, não são tortos porque são errados
São tortos, porque não sei o que há após a curva
Não sei o que me espera depois que a maré baixar
Não posso distinguir qual onda, é qual
Elas dançam, se misturam
Umas são mais fortes e batem nas pedras
Outras morrem, antes mesmo de se formar
Minha vida é isso
Não sei qual onda vai ser forte, qual irá morrer
Só sei que a maré sempre vai subir
Pois minha vida, é um mar sem fim
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