Chuva
A chuva goteja e se espraia,
levando consigo meu vagos pensamentos,
como se lágrimas constantes derramadas do céu
fossem o pranto de dores que não me pertecem,
mas que, ainda assim, em minh’alma ressoam
como se alheio sofrimento me tomasse por inteiro.
Na estrada dessa vida
Dirija com atenção
Reduza a velocidade
Se há chuva ou cerração
Siga em frente e tenha fé
Nunca passe marcha a ré
Nem entre na contramão
Em meio a chuva
A chuva logo cai como prova da escuridão
Em meio às densas nuvens, faíscas e um grande trovão
Como a sétima arte, porém sem hipocrisia
Cada brilho, um estrondo, cada beijo, uma paixão
A alma brilha na íris, resplandecendo cada clarão
A chuva que outrora molhava, revela agora uma linda canção.
Depois da chuva pesada,
Um arco-íris vai surgir.
A vida sempre dá entrada
Para a luz voltar a abrir.
Não importa se houver sol ou chuva, o importante é que Deus te preparou mais um dia. Basta você escolher se vai fazer ele brilhar ou se esconder da tempestade.
Vela, é uma inspiração, nestas lágrimas dolorosas na chuva, ele morreu e nem percebeu que deixou um legado para a nova geração, mas tu és a essência desta fragrância, tens a honra de brilhar neste mundo.
O amor de verdade é chuva quando tudo seca, sol quando tudo escurece, e milagre quando ninguém mais acredita, porque quando Deus une dois corações, eles se tornam abrigo um do outro.
“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.
Mesmo em um tempo difícil, nublado e de chuva, é preciso caminhar, pois a vida é para ser vivida de forma plena. Mesmo que o Sol se esconda por alguns dias, a Luz da estrela que ilumina a vida vai resplandecer em breve em um maravilhoso amanhecer...
Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada
AMOR LÍQUIDO
O amor some ligeiro
Sem tempo pra se firmar
Feito chuva passageira
Que nem chega a molhar
É um pássaro avexado
Que após já ter pousado
Se apressa em voar
A chuva molhou o rosto cansado de tristeza, para que ninguém percebesse as lágrimas sofridas rolando em dor por não ter o teu carinho.
O passado foi como uma chuva passageira: molhou a plantação, deu frutos, mas ficou no tempo, de onde não restam lembranças do que ficou no passado.
Quem está na chuva observa as lágrimas se misturando com a água que molha o rosto. Assim, não há incerteza no choro nem vergonha, pois ninguém saberá se são lágrimas ou apenas o banho da chuva.
A chuva pode encher o riacho até transbordar,
mas o riacho continuará no mesmo lugar.
O vento vem em tempestade, a mil por hora,
e ainda assim, a montanha permanece firme no mesmo lugar.
O sol pode aquecer tanto
a ponto de não sobrar vida em nenhum lugar,
mas basta a água tocar a terra
para que a vida floresça outra vez.
Tudo tem um propósito,
mesmo que não compreendamos o verdadeiro sentido
da vida vivida.
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