Choro sem Lagrimas
As lágrimas do justo são verdadeiras demonstrações de sinceridade, humildade, quebrantamento, confiança e do total reconhecimento e da total dependência divina sobre a sua vida.
Chore muito pelos seus erros, porque até então é melhor derramar lágrimas de arrependimento do que pelas lágrimas de remorsos, que fazem a alma sofrer a vida toda, sem corrigir as imperfeições de suas más escolhas.
Encha os seus olhos de lágrimas quando arrepender-se daquilo que hoje não precisa praticar mais e corrija sempre a sua alma quando cair em tentação para alegrar-se o seu coracão com as boas escolhas e decisões.
Lance ao mar uma gota de suas lágrimas para que na sua mente permaneça uma doce lembrança quando vierem águas salgadas.
Agradeça de coração às pessoas pelos mínimos gestos de gratidão e as lágrimas virão como expressão de felicidade, de valorização e de reconhecimento pessoais.
Vendo lágrimas rolarem no rosto, olhe com fé para dentro do coração, porque lá existem alegrias que darão ao seu rosto os traços de permanentes felicidades.
Acolha as lágrimas de quem foi vítima da infelicidade e do infortúnio, pois logo verá os sorrisos no rosto, mostrando sem abraços, o valor de sua oportuna presença.
Meus olhos ardem pelo trabalho diário, mas as minhas lágrimas rolam só de saber que isso não enriquece a vida humana, senão obediência, respeito e temor a Deus.
Por trás de um abraço, pode-se carregar muitas lágrimas
derramadas, e a sua essência tem o poder de transformar cada
lágrima em sorrisos de esperança.
Para arrancar lágrimas de seus olhos, há uma multidão de pessoas e uma infinidade de motivos. No entanto, atreva-se a sorrir.
Quando um humorista nós faz verter as lagrimas da alma, é a mais bela expressão da arte e do artista.
Supere suas dores, lágrimas e tristezas causados por alguém sem afeto, sem amor, e sem maturidade, você pode muito mais.
A chuva derrama em as lágrimas do mundo desde o pecado, e o oceano guarda as lágrimas de Deus desde o dilúvio. Pois há um segredo escondido de baixo de tanto amor.
Todas as lágrimas que, por longos três anos, guardei, vêm à tona agora — de uma vez só. Receio que nem todos os lugares tenham um banheiro onde eu possa chorar escondida. Foram tantos meses engolindo o choro que, a qualquer momento, um gatilho vindo do fundo do meu ser pode me desabar de dentro para fora. Sei que, daqui a alguns anos, vou olhar para trás e pensar que meu sofrimento foi prematuro, que ainda dava tempo. Mas eu não quero chegar até lá para viver o que acabei de narrar. Quero olhar para trás e perceber que sofrer foi necessário para crescer. Que a frustração com a realidade me moveu, de verdade. Quero, com todo o meu ser, olhar para trás e ter orgulho de mim — por ter ficado, e por ter escolhido seguir.
