Choro sem Lagrimas
Sou uma voz, sou o silêncio
Um grito, um choro, uma risada
Sou igual sendo diferente
Uma mulher, uma criança
Refazendo, reinventando minhas verdades e mentiras
Um pássaro numa gaiola
Ora afinado, ora desafinado é o meu canto
Procurando meu espaço num vazio
Fecho os olhos para não ver o mundo em minha volta
E sonho... sonho... com a Ilha almejada!
Faço juras absurdas,
Falo com o olhar,
Me desespero.
Choro um rio de água salgada,
Mais não me omito, eu vivo!
Ontem estava bem estranho e triste.
Tive que parar e chorar.
No meio do choro resolvi orar,
Mas não consegui pedir nada.
Em vez disso agradeci,
Que meu choro não seja em vão
Seja libertador aliviando a dor que mata
Que o futuro me reserve
Bondade, vida, felicidade.
E um bônus suficiente para me causar espanto
Não há sentindo em ser muito boa. Só vejo desvantagem. Choro à toa, sempre amarga, fico de cara amarrada por aceitar quieta o que não agrada. Bom mesmo é ser danada. Danada de esperta, danada de brava, danada. Ter sempre uma carta na manga, uma carta mágica: uma carta 'cala boca cara, pega essa sua mala, cheia de tranqueiras, não me amola mais com suas besteiras, que eu tô o bicho – não tô de bobeira'. Bom mesmo é ser danada, danada igual pimenta.
Vai que cola?
Quando bate a saudade eu choro
Quando você diz que vem, logo eu rio.
Quando você vai embora eu imploro
Mas se você voltar eu vicio.
Se for só pra ficar não demoro
Seu beijo é bom, que chega dá arrepio.
Então venha logo me beijar que eu adoro
Por esse beijo fico doido, louco, como um cão vadio.
Se você me deixar deito e rolo
Fico na cama triste, chorando sozinho.
Se você me abandonar eu vou até no fórum
Falar pro juiz que você usou e abusou de mim todinho.
Assim como o choro, que expele os excessos do ego de forma liquida, as palavras brincam com uma forma de chorar a seco pra não molhar o papel.
Chorei, e choro até hoje se preciso for. Mas não deixarei nenhuma lágrima dentro de mim, que faça me lembrar você.
Daí eu me silencio, deito e choro...choro até não poder mais.
Até que Eu sinta tanta dó de mim, tanta dor por mim...
Daí eu me enxugo, levanto e respiro...respiro até aliviar meu coração.
Pronto...assim é que eu me lavo por dentro.
Eu apenas me perco perto de você, te dando uma chance pra você me achar.
Eu apenas choro perto de ti, esperando tua mão me tocar.
Eu apenas desistir de você, não foi por desistir de lutar e sim por você não me notar.
Muitas pessoas desobedecem ao Senhor
O que sobra depois: agonia, choro e dor
A não ser que você tenha tempo de se arrepender
Caso contrário
Me desculpe você vai morrer
Então nascer de novo vale a pena
Deus te ama e não acha sua vida pequena
Tentou fugir da voz de Deus
Se enganou ao se esconder
E num escuro de um porão
Achou que era solução
Pingos de chuva a cair
E o vento forte a soprar
E num escuro de um porão
Achou que era solução
Achou que tudo e a acabar
E o desespero apareceu
Muitos diziam: “não sou eu”
Jogue no mar o do porão
Que não ouviu a voz de Deus
E jogado no mar tragado foi
Oh, meu Deus, agora o que será de mim?
Estou num ventre sem saída, o que vou fazer?
Me socorre, estou em trevas, não quero morrer
E o mistério estava perto de se desvendar
“Tem que sair do porão e pela água passar”.
Para que os planos de Deus pudesse entender
Das entranhas de um ser vivo tive que de novo nascer.
Saia do porão!
Saia do porão... Pra nascer de novo
Vivo por viver
Choro por chorar
Canto por prazer
Ah!!quém dera eu fosse + q um cantor
Fosse a música...
A música q te alegra,
Q te inspira a fazer poesia,
Q te consola.
Mais estou feliz
Feliz por saber q a música q te encanta
Vem de mim.
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APÓS A LUTA VEM A VITÓRIA – Salmo 30.5b
Pr. Abílio Carlos dos Santos
“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”
Primeiramente vamos falar sobre o choro. Quando vem a dor, derrota, solidão, tribulação, enfermidades, desemprego e mais uma série de coisas vem também o choro, não é mesmo!
Neste texto o salmista não fala em chorar de felicidade, e sim de tristeza. No momento da cura, da libertação, da benção sentimo-nos alegres e sorrimos. Após a luta vem a vitória. Oh, Glória!
Agora vamos falar sobre a noite. A noite apresenta muitas coisas boas e alegres. Neste pequeno texto o salmista nos apresenta a noite no sentido de sofrimentos, dores e lutas. Às vezes em pleno dia com o sol a brilhar, nós estamos sozinhos, olhamos para os lados, não temos ninguém para nos ajudar... É noite!
Noite... O tempo não passa. Estamos a sofrer, o momento é desesperador... Noite longa!
Finalmente vamos falar do raiar de um novo dia.
O Senhor Jesus disse em Mateus 5.4 – Os que choram serão consolados - Atravessamos a noite sofrendo e com os olhos secos e esbugalhados. Agora chegou o momento do raiar do dia. Que benção!
É hora de abrir os olhos. É hora de abrir o coração para Deus. É hora de chorar diante do Senhor. Nesta hora sentimo-nos como nada na presença do Senhor – I Pedro 5.7 - É a hora do raiar da manhã em nossa vida para a Glória de Deus.
O Senhor Jesus nos abraça...
É o momento da benção... É o momento da vitória.
Que Deus te abençoe ricamente em Cristo Jesus!
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abilicusvidanova@ig.com.br
28 março 2009
A chuva esta caindo
E meu coração esta sofrendo
Enquanto não estamos juntos
Eu choro e me arrependo
Eu sei que as pessoas procuram pelo mundo
Para encontrar algo parecido com o que temos
Não acharão em um só minuto
O nosso amor lindo resumido em momentos
Continuo me apaixonando sempre por você
O seu amor me acorrentou e não consigo te esquecer
Mas isso tudo não satisfaz uma emoção
Só o seu amor para completar meu coração
Nenhuma ação acaba com o sofrimento
Vou lutar pelo nosso amor
Que começou em apenas um momento.
Derrepente
Derrepente me dou conta que cinqüenta anos se passaram desde o primeiro choro e que desde então muitas outras lágrimas rolaram; por um pai guerreiro, por um irmão gozador, por primos, tios, amigos, vitórias, derrotas, amores perdidos e amores não vividos.
Derrepente me dou conta que o tempo como contamos, em minutos, horas, dias, semanas, meses, anos, séculos e milênios nada mais é que pura convenção. O tempo nada mais é que a própria vida, e esta como um grande rio, nasce em lugar conhecido, segue um curso sujeito a mudanças bruscas, passando por calmarias, fendas, e quedas, até ser consumido por grandes águas e destino desconhecido.
Derrepente me dou conta que represento as duas faces de uma mesma moeda, ora feliz, ora infeliz sem nunca saber, na verdade, até onde cada estado de espírito se justifica diante da “quantidade” de felicidade e infelicidade que batem minha porta, através de tantos meios de comunicação.
Derrepente me dou conta que erros e acertos foram cometidos ao longo desses cinqüenta anos, sem entretanto poder, com isenção, dizer que faria diferente, seja nos acertos ou nos erros, porque cada um gerou um resultado, e este mais outro, e mais outro.
Derrepente me dou conta que, por alguma razão, minha própria vida não pertence apenas a mim, e por ter esta consciência, preciso abrir mão de uma outra vida, uma outra possibilidade de existência, consciente finalmente que, ainda que pareça uma questão de escolha tudo volta ao início, aos erros e acertos.
Derrepente me dou conta que outros cinqüenta anos não virão, mas venham quantos anos vierem, espero que quando for por na balança, “Alguém” diga que o choro inicial valeu a pena, que eu fiz por merecer.
