Chico Xavier Poesia de Amizade
AS TOXINAS DA ALMA
As toxinas da alma são invisíveis,
Mas não menos perigosas do que as físicas,
Elas corroem nossos pensamentos,
E poluem nossa visão da vida.
São como veneno silencioso,
Que se espalha lentamente,
Afetando nossa paz interior,
E nos afastando da felicidade.
Elas surgem de diversas fontes,
Como a inveja, a raiva e o rancor,
E nos fazem esquecer o amor,
Que é o bálsamo para a alma.
Para livrar-se dessas toxinas,
É preciso ter coragem,
E reconhecer os próprios erros,
E perdoar os que nos fizeram mal.
A cura para a alma doente,
É um processo lento e delicado,
Que exige paciência e dedicação,
Mas que traz a paz tão desejada.
Então, não permita que as toxinas da alma,
Domine sua vida e lhe faça mal,
Busque a cura em cada dia,
E encontre a felicidade que sempre sonhou.
Os teus dias não têm sido
mais os mesmos,
Os teus olhos brilham
quando você ouve
o meu nome,
Por mim você está
a cada dia mais derretido
e anda muito mais romântico.
Eu sei que você quer
me convidar para dançar
na roda o Curitibano contigo,
no teu bolso sei que guarda
com amor um versinho,
e quando a minha cintura
você apertar não
vai querer outro abrigo.
Olho agradecimente para uma rosa amável que está muito elegante com as gotas da chuva enfeitando suas pétalas, um lindo regalo nesta noite chuvosa que a minha inspiração facilmente desperta.
Se o olhar for disposto para simplicidade, perceberá que a natureza possui uma forma de poesia muito peculiar por não usar nenhuma palavra e mesmo assim, conseguir emocionar tanto o coração quanto a alma.
Considerando este prisma, que meus olhos possam sempre prestar atenção nesta declamação poética permitida pelo Senhor, que transmite uma emoção plena, muito distinta, uma amostra bela do seu amor.
O sol brilhoso
O sol brilha,quando eu
Ando,:ele fica seguindo eu
A iluminando os povos,
Aparece que, vai: cair
Chuva o arco-íris, ele
Aparece o sol
E o sol , é o mais brilhoso da
Nossa terra.
Olhar
Olhares que dizem sim
Quando tudo diz que não…
A paixão.
Enquanto a boca cala
Os olhos falam
o que está cheio o coração.
Espetáculo de cores
Na grande tela celeste
Tons azulados misturados aos tons de giz
Neste cenário de verde campestre
Dão cores ao cinzento da vida
Deixando, a minha face tristonha, feliz.
O som da Congada da Lapa
ainda soa na memória,
O doce da infância ainda
guardo na História,
Os heróis ainda vivem
em mim também,
O velho teatro não
saiu do coração,
Algo me diz que
vamos juntos até lá,
Só não sei quando,
Eu só sei que nós vamos.
Que a determinação
Seja a sua imagem
Que a garra e coragem
Habite seu coração
Para cumprir a função
Com respeito e amor
Não importa o setor
Se é fichado ou quebra-galho
Feliz dia do trabalho
Pra você trabalhador.
A verdade está em você,
Por isso não conseguem ver
Somos o que pensamos
Me diz, o que você pensa ser?
Outro dia, só mais um?
Nunca o mesmo, é um fato
Por mais que pareça igual
Cada momento é um ato
Toda ação emanada, tem reflexo
É a lei, tenha certeza
Pensamentos, palavras, emoções
Tudo é um, do Universo a teia
Então, um dia não é mais um
É o Tudo que se apresenta
Repleto de oportunidade e realização
Preste atenção aos detalhes
Sei que me dará razão...
AOS POUCOS
Vi seu rosto no meu café,
O gosto do seu beijo na minha boca,
O seu toque na minha pele,
Talvez eu esteja delirando,
Ou me apaixonando aos poucos.
Esqueci sua feição,
Lembrei do quão amargo era seu beijo,
Lembrei do seu toque frio na minha derme,
Talvez eu esteja delirando,
Ou me desapaixonando aos poucos.
Procurei blindar a minha mente,
Me desapeguei do seu sabor,
Me curei das feridas,
Eu me sinto feliz novamente,
Estou me recuperando aos poucos.
Vi outro rosto no meu café,
Quero saber qual o gosto daquele beijo,
Quero sentir aquele corpo no meu,
Agora sei o que sinto,
Estou amando de novo.
Juro sob o testemunho
do meu generoso
Médio Vale do Itajaí
que se eu tivesse
nascer de novo como
poetisa eu escolheria
o mesmo idioma
como berço esplêndido
para cantar o mesmo
Hino Nacional Brasileiro.
Tenho na minha Língua
o meu passaporte
para onde quero,
a minha balada romântica
o meu descanso e meu protesto.
A minha Língua é Pátria
gigante celebrada
daqui da cidade de Rodeio
onde a celebro com poesia,
honro Santa Catarina
e reverencio o Brasil inteiro.
CONSUMAÇÃO
Há uma lei que eu sei
E deveras será cumprida.
Mesmo que seja
Na última chama
Que impetuosamente
Clama,
Por mais um suspiro...
Aquele respiro
No último triz da vela.
030523
O Fandango Caiçara nos levou
sem pensar no viracorpo poético, caímos um no gosto do outro,
o toque de pele nos incendiou,
decidimos não mais neste
amoroso baile nos largar
e viramos oceano de amar.
Na hora do pega-na-bota você
tirou do bolso a rosa cor-de-rosa,
colocou na minha orelha
e dançamos a noite inteira.
O Fandango Caiçara trouxe
o antídoto para o quebra-chifre,
para nós dois foi apresentado
o amor mais bonito que existe,
nos envolvemos e encantados
de primeira nos declaramos:
predestinados ao nosso amor
sem saber nós já estávamos.
Neste pula-sela você veio
com jeitinho todo encantador,
e desde o começo já havia
percebido que era teu o meu amor.
Meu mandadinho és só no passo,
na vida virou meu amadinho,
e nunca será o suficiente
te dar muito e todo o denguinho;
te cubrir com carinho é o imperativo
porque é o amor quem anda
ditando o compasso, o contrapasso
e cada romântico passo:
o amor estará sempre do nosso lado.
AH, SE VC SOUBESSE
Eu queria que ela soubesse, que Mona Lisa não é a arte mais linda do mundo, e sim esses olhos pintados pelo divino, esse corpo entalhado pelo sobrenatural e essa boca kafkiana.
Queria também que ela dissesse meu nome, várias vezes, até que a vontade de ouvir aquela voz angelical, se esgotasse. Que ela sorrisse todos os dias de manhã quando me visse, que me beijasse ininterruptamente e secasse minha lascívia com toda essa sensualidade.
Eu queria que ela visse todos os sorrisos que esboço ao ler as cartas que ela me manda, eu não sei se é sorriso de amor, paixão, desejo. Mas uma coisa é certa, vem do coração.
Eu queria que ela me amasse, queria que me devorasse, queria que ela decorasse cada detalhe da minha alma, queria que ela me enxergasse, queria que ela soubesse que eu a amo.
Com a Língua Portuguesa
nado de bruços, boio
e nado de borboleta
escrevendo o meu poema
pelo Rio Itajaí-Açu adentro,
Até hoje não tenho
conhecimento de outro
teorema que me faça
descrer que a minha Língua
não seja a mais língua
poética do mundo e poema.
Te agradeço,meu bom Deus, por estar aqui onde estou.
Tu me tiraste da lama e me deste valor.
Na minha fraqueza, como Teu instrumento, utilizaste-me, ó Senhor.
Hoje, tenho a nítida certeza que sem Ti, nada sou.
Seja nadando no Rio Itajaí-Açu
ou flutuando por aqui
pelo Médio Vale do Itajaí,
Na Língua Portuguesa
encontro o meu gentil
e verdejante poema de cada dia,
e é no Pico do Montanhão
que fica em Rodeio é que
se esplende o corolário da poesia.
Eu sempre choro e cai
Água, é um a gente bebe
A banha, lava roupa, a louça,
Lava casa chuvas preciosas
Chorinho de uma criança.
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