Chico Xavier - sobre Disciplina
A vida não é sobre buscar sempre os limites para viver tudo de uma vez e sim sobre buscar a estabilidade para viver de tudo um pouco e um pouco de cada vez.
Sobre equívocos e êxitos:
Por não dispor de uma boa autoconfiança, a pessoa controladora não consegue construir LAÇOS genuínos de amizade. E, por consequência, torna-se hábil em criar NÓS de inimizade difíceis de desatar.
Não estamos aqui para sermos felizes, estamos aqui para aprender sobre a felicidade.
27/06/2019 (Palavras escritas no marca página laranja que eu guardei)
Basta um olhar sobre o sujeito, sobre a coisa é pronto, não li o livro pela capa; apenas senti o espírito da intenção pela sensibilidade e sei do que se trata.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Um dia talvez queiram escrever sobre minha biografia, sou grato pela vida e pela morte que me foi concedida; agora pois, vivo estou nas obras registrado que por aqui passei e nada foi em vão senão minha partida.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
A rosa reflete nossa posição
Uma interpretação adequada,
Lições sobre a nossa vida.
Enquanto ela floresce no início da manhã,
Suas flores desvanecem,
E as pétalas caem com a idade.
Entre o por do sol e o romper da aurora,há tempo suficiente para refletir sobre o romper da aurora e o por do sol.
Hoje senti o desejo de comentar sobre a letra da música do Nando Reis, “Pra você guardei o amor”.
Ao ouvir e prestar atenção na letra fui remetida a tempos imemoriais de minha infância, onde a figura paterna se fazia presente e de quando eu imaginava o amor, como eu via, com meus olhos inocentes, o relacionamento de meus pais. Época de sonhos e verdades limitadas ao que ocorria a poucos metros de mim, pois não existia a internet ou nada de muito tecnológico.
Lembro de estar sentada em nossa sala pequena, na Casa que morávamos, na rua conhecida como Bêco Salgado, na Cidade do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Casa pequena, de frente, uma porta e uma janela. Na sala, neste dia que consigo recordar, eu por volta dos meus nove anos, sentada numa mini cadeira, meu pai, na cadeira de balanço, minha mãe fazendo um tipo de artesanato que lembrava o crochê, sentada numa cadeira baixa ao lado dele, ela usava uma tábua cheia de pregos, para trançar com linhas, foi quando, num diálogo entre meus pais, de repente , minha mãe bate no joelho dele com esta tábua cheia de pregos, ele grita de dor, as cabeças dos pregos entraram na pele, ela imediatamente, procurou cuidar do ferimento, mas não se desculpou, a partir deste dia, comecei a perceber que o amor que eu imaginava entre eles, não existia mais, algo tinha abalado a relação.
Comecei a prestar atenção aos detalhes da convivência diária e pude facilmente perceber que algo externo acontecia e que a minha mãe sofria em silêncio. Uma nova mulher ocupava o coração de meu pai e ele vivia esta paixão em segredo. Mas um dia tudo se tornou insuportável e minha mãe entregou o seu grande amor a sua melhor amiga. Traumas se formaram, dores imensas, família desfeita. O tempo passou, hoje meu pai já falecido, ainda faz meu coração vibrar de saudade, pois apesar de tudo, ele era meu pai. Com a maturidade entendemos que cada um faz suas escolhas e consequentemente arca com as consequências, não temos o direito de julgar, apenas de aceitar. Com os eventos que se seguiram, meu coração se transformou em quase pedra, sentimentos contidos, medo de amar e sofrer.
Todas as vezes que tentei abrí-lo, ele foi machucado e novos traumas se formaram, porém o amor está lá guardado, potente, pulsante, o qual sempre quis mostrar, mas por medo guardei sob uma carapuça grossa, quase intransponível. Todas as vezes que tentei deixar fluir e fui machucada, me senti uma idiota e me perguntava: Você sabia que o mundo é assim, cruel, sem moral, sem valores éticos, por que você se abriu? E lá estava eu de volta a concha protetora. Hoje, ao meio século de vida, vejo que as pessoas continuam do mesmo jeito, se enganam e enganam, tiram proveito de pessoas boas sem a menor crise consciência, quando tudo vai mudar de fato?
Caminhamos a passos de tartaruga para a evolução moral tão pregada pelo Cristo. Sinto uma tristeza muito grande quando consigo perceber que será ainda necessário muita dor e sofrimento para que tenhamos absorvido o aprendizado de como amar de verdade e com a verdade. Vida que segue, porém cá estou com muitas restrições, mas na esperança de um dia poder dar o amor que sinto, livre e feliz, como diz a letra da música.
As vezes eu tenho vontade de te procurar para conversar sobre a forma como tudo terminou, eu não fui justo contigo ao apontar o dedo pra ti e dizer que você havia sido culpado por tudo. Eu errei muito tanto na hora de colocar um fim tanto depois de alguns meses tentando esquecer tudo que você havia feito de bom pra mim.
O bajulador finge que ama, o bajulado finge que acredita e assim, ambos seguem felizes sobre o patíbulo ou cadafalso.
Vou engolir a vontade de gritar sobre você. Não vou alimentar o monstro. Vou enterra-lo em meus pesadelos e nunca mais verá a luz do meu dia.
Onde está a verdade
Afinal.
O que o presidente sabe sobre as vacinas que o povo não sabe.
Onde está o bem, onde está o mal.
Médicos franceses rasgando diploma.
A besta.
Grafeno.
Nanochips.
O que tem essa trama.
O domínio do mundo.
Um vírus letal.
A origem em oculto.
Adentrando o mundo.
Vida artificial.
O que é ser livre e independente.
Soberania.
Ora, ora.
Quem realmente governa o Brasil.
Quem está por trás do carnaval.
Um faz de conta.
A riqueza trimendissional.
Nas mãos de poucos.
A multidão passando mal.
Medonha a vida robótica.
Mas...
Quem é que humilha e massacra toda uma gente.
Quem é dono da patente.
Eu sei que a oca é do índio.
O tronco é do negro.
A humilhação é da classe proletária que limpa o cocô do país.
Enquanto a gravata vende a alma e empina o nariz.
Alguém consegue me dizer.
Vivo mais 80 anos.
Mas não quero morrer.
Antes saber.
Quem é a semente do ódio e da maldade.
Dê me condições oh pai.
Que seja também anseio do semelhante.
Eu e tu adiante.
Cortar a raiz.
Plantada neste país.
Que causou, causa tanto desastre, massacre e devaneio.
Giovane Silva Santos
CONTRA O TEMPO NESTE CONTRATEMPO
Nossas dúvidas, sobre nossas dívidas de nossas vidas não vividas.
Paramos no tempo, tentando tentando vencer o contratempo, causados por nossas correrias que nos esquecemos das alegrias.
Nos ocupamos criando e cuidando de novas feridas e assim deixamos de viver a vida.
Quando escrevo sobre você eu saio do lugar no qual me coloquei, mas principalmente te tiro do lugar no qual te permiti ficar na minha vida. E eu sempre preferi lugares vazios aos indevidamente ocupados, até porque os primeiros podem ser realmente preenchidos.
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