Chegou ao fim
Minha Primavera
Após um inverno duro, a primavera chegou e com ela tudo voltou a florescer, as paisagens formadas pela natureza encantam, uma grande diversidade de flores forma um belo tapete acima do solo, a temperatura ficou mais agradável e os dias agora são de prosperidade.
Você é a minha primavera, quero espalhar pelos quatro cantos do mundo que você chegou e agora a felicidade vai jorrar como aguá de uma fonte que nunca seca.
Hoje sou o que você fez
De mim.
Você chegou e diluiu
meu passado.
Sendo passageiro
Veio para ficar.
Desfez quem eu era
e me reconstruiu.
Ergueu-me num pedestal
adorou-me
e depois me fez andar
na estrada
sem olhar pra trás.
Conectou
nossos corações
e assim me mantêm
presa a um encanto,
volúvel e volátil
que se tornou
necessário e permanente!
As vezes,
Dá-me as costas
Mas nunca me esquece
Com os olhos da alma
me vigia
e não me deixa
desaparecer,
Faz que me perde
e depois me acha
e me ama
além de seus limites
e de minhas permissões.
Quem eu era já não importa
nem é possível lembrar.
Foi-se aquela que eu fui
chegou a que ficará.
Gosto de mim
assim
E desse jeito ficarei
e assim agora serei.
Amo-te pelo que fez
e pelo que ainda fará
por mim
hoje, amanhã,
não sei quando
no tempo que ainda virá.
Que Deus o abençoe
e proteja.
De alguma forma sou tua
De alguma forma agora és meu.
E que assim seja.
"Sou Tua, És Meu"
Sal cloreto de sódio
Mar Morto foi a grande fonte desse mineral .
Chegou a ser reconhecido como moeda de troca
Pagava_se divida com o sal, isso se denota !
Por causa dele surgiu a palavra" salário".
jesus, fez referência a esse mineral.
Comparou o homem com o sal.
_"Tu és sal da Terra"isso é valor!
Sal dá sabor ao tempero.
Tempere a vida coloque sabor!
"CHEGARÁ UMA HORA DA VIDA EM QUE NÃO HAVERÁ NENHUM TALVEZ, O NOSSO FINAL CHEGOU, SÓ NOS RESTA PEDIR A DEUS PARA NOS LIVRAR DA DOR" Ademar de Borba
Carta ao meu amor
Você chegou quando o céu ainda estava escuro dentro de mim.
Chegou no fim de uma tempestade que parecia não ter fim.
Quando eu já não sabia mais se ainda existia luz, então você veio.
Como arco-íris depois do caos. Como sol atravessando as frestas da minha alma, acalmando meu anseio.
Como amanhecer depois de uma noite escura.
Você me devolveu motivos para crer, mesmo parecendo loucura.
Chegou sem prometer eternidade, ou jurar permanência, tampouco a tal felicidade; somente com sua insistência.
Mas, mesmo sem promessas, você ficou onde mais importava: dentro de mim.
Trouxe a paz de um amor seguro, calmo e bonito.
Um amor que não gritava, mas acolhia. Que não prendia, mas cuidava.
Que não exigia, mas permanecia.
Quando eu tive medo, você segurou minhas mãos como quem segura um mundo prestes a desabar.
Quando eu senti dor, você não fugiu. Você ficou. E, ficando, fez meu coração aflorar.
Você me ensinou a olhar para a vida com mais delicadeza. Me mostrou que até os dias difíceis carregam alguma lição, algum sentido, alguma pequena luz escondida no meio da dor.
Eu ainda me lembro da sua mão pegando na minha, meio tímida, mas quente. Da sua voz sussurrando no meu ouvido e cantarolando nossas canções.
Você chegou me mostrando que o mundo podia ser mais bonito do que eu imaginava. Me ensinou o valor da empatia, do respeito, do cuidado e da presença. Tocou minhas feridas sem me machucar. Suavizou minhas cicatrizes sem tentar apagá-las. E acreditou que eu ainda podia amar, mesmo quando eu já não acreditava mais no amor.
Você encontrou meus pedaços espalhados e não teve medo da bagunça. Não tentou me consertar à força. Apenas me amou com tanta calma que, aos poucos, eu fui lembrando quem eu era.
Você é mais do que a palavra amor; você é a certeza do meu amar.
A peste chegou
a Rua dos Fracassos
e vem se espalhando.
Até a Rua das Putas está vazia.
Minha mãe cisma que uma boa sopa de legumes cura tudo.
Arrancou todos os que tínhamos na horta e segue levando para os doentes.
Junto vou me arrastando.
Parece que o vírus contamina
o corpo e o psicológico.
E a presença da mãe anima
os doentes, renovam suas forças e alguns até melhoram,mas eu estou arrasada.
Ela trouxe até um maltrapilho, que diz ser escritor,
para morar junto no quartinho.
Nossa casa fede velas e orações.
E seus joelhos ganharam marcas escuras
ajoelhados no chão.
-Deus deve ser surdo,digo a ela, porque nada faz.
As pessoas seguem morrendo,
os corpos enrolados são colocados
em caixões de papelão
na vala dos indigentes.
E a vontade de gritar aumenta, a impotência
e o medo diante do que está acontecendo.
Então faço a única coisa que posso.
Subo no alto do morro
e grito até perder a voz.
Já sentiram o desespero?
Ele fere, marca o coração,
a alma e a pele.
Tem algo que parte
levando pedaços doloridos
a que chamo de arte.
Ferindo a alma e a carne
até que sangre
poesias do íntimo.
Eu não sabia,
que toda vez que escrevia
eu dava forma
ao que doía.
Andréa
Embora eu seja senhor da minha vida, há alguém que está mais longe, que já chegou aonde eu só desconfio. Seguindo por esse caminho do desconhecimento, nem sei se chegarei há algum lugar, só vendo.
Cego
Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.
*O CÉU E O INFERNO FUNCIONAM EM HORÁRIO COMERCIAL*
A sexta-feira chegou ao bar como sempre chegava.
Cheia.
Gente demais tentando parecer feliz por algumas horas. Homens soltando risadas mais altas do que sentiam. Mulheres olhando para o celular enquanto fingiam prestar atenção na conversa. Garrafas sendo abertas como se dentro delas existisse alguma resposta que a semana inteira não conseguiu entregar.
O bar estava lotado.
A música vinha baixa demais para criar clima e alta demais para permitir uma conversa honesta. No fundo, um cantor sozinho brigava com um violão velho e com uma canção que parecia ter envelhecido junto com as pessoas que ainda lembravam dela.
A fumaça dos cigarros subia devagar entre as lâmpadas amareladas. Copos vazios ocupavam as mesas como pequenos relatórios de derrotas particulares.
Eu estava no centro do balcão já que o canto estava ocupado.
O lugar onde ninguém pergunta muito e onde o barman já aprendeu que meu silêncio não precisa de explicação.
Eu gosto desse lugar.
Não porque seja confortável.
Mas porque ninguém espera nada de você quando está sentado diante de um balcão.
Foi quando chegaram os quatro.
Dois casais.
Sentaram perto demais de mim, a mesa atrás de meu banco, porque o bar estava cheio. Não era amizade. Não era interesse. Era apenas falta de espaço.
Mas existe uma coisa curiosa sobre bares.
As pessoas entram pensando que vão beber apenas álcool.
Depois de algumas horas, começam a beber lembranças.
E algumas lembranças descem queimando mais do que qualquer bebida.
No começo, falavam baixo.
Falavam de coisas comuns.
Trabalho.
Viagens.
Conhecidos.
Até que alguém mencionou amor.
Não sei por que as pessoas gostam de falar sobre amor quando estão cansadas dele.
Talvez porque seja mais fácil discutir aquilo que já não conseguem sentir.
A mulher começou dizendo que no começo era diferente.
Sempre começa assim.
“Antes era diferente.”
Essa frase aparece em quase todos os relacionamentos que estão morrendo.
Ela contou que, no início, ele mandava mensagens de madrugada.
Perguntava onde ela estava.
Queria saber como tinha sido o dia dela.
Escutava problemas que hoje ele considera reclamações.
Fazia planos.
Dizia que ela era diferente.
Ele ouviu sorrindo.
Aquele sorriso curto de quem já decidiu que o outro está exagerando.
Depois falou:
— Você está romantizando tudo.
Foi uma frase simples.
Mas algumas frases simples carregam uma crueldade silenciosa.
Ela continuou.
Disse que depois vieram as contas.
O trabalho.
O cansaço.
A televisão.
O celular.
A rotina.
Aquela velha máquina que transforma pessoas apaixonadas em colegas de apartamento.
Ele respondeu que era assim mesmo.
Que ninguém consegue viver de declarações.
Que a vida real não era filme.
Que depois de alguns anos ninguém fica perguntando todos os dias como foi o dia de alguém.
Talvez ele estivesse certo.
Talvez ela também.
O problema é que muitas vezes duas pessoas podem estar certas e ainda assim conseguirem destruir alguma coisa.
Eu continuei bebendo.
Não porque não tivesse opinião.
Tenho opiniões demais.
Esse sempre foi um dos meus problemas.
Fiquei olhando para os dois e pensando em como algumas histórias terminam muito antes de alguém admitir o fim.
O amor raramente morre com uma grande tragédia.
Ele não faz barulho.
Não chama testemunhas.
Não deixa um corpo no chão.
Ele vai desaparecendo aos poucos.
Primeiro vem uma conversa que fica para amanhã.
Depois um abraço que fica para depois.
Depois um beijo que vira hábito.
Depois o silêncio.
Até que um dia duas pessoas acordam na mesma cama e percebem que estão dividindo apenas o colchão.
O resto cada uma carrega sozinha.
O outro casal tentou mudar de assunto.
Não conseguiu.
Quando quatro pessoas bebem o suficiente, sempre aparece alguma verdade guardada.
Vieram acusações antigas.
Pequenas feridas acumuladas.
Coisas que ficaram anos esperando uma oportunidade para sair.
E sexta-feira à noite, em um bar cheio, costuma ser uma excelente oportunidade.
Fiquei pensando naquela velha busca humana pelo Céu.
Essa necessidade de acreditar que existe algum lugar onde tudo finalmente fará sentido.
Talvez exista.
Talvez não.
Nunca tive muita certeza sobre essas coisas.
Mas olhando para aquela mesa, percebi uma coisa:
Talvez o Céu e o Inferno não sejam lugares para onde vamos.
Talvez sejam lugares que construímos enquanto estamos aqui.
O Céu aparece em coisas pequenas.
Quando alguém escuta de verdade.
Quando alguém fica mesmo tendo motivos para ir embora.
Quando alguém pede desculpas sem colocar uma defesa depois da frase.
Quando alguém ama sem transformar carinho em moeda de troca.
Parece pouco.
Mas quase tudo que importa na vida parece pouco antes de desaparecer.
O problema é que nós transformamos amor em contrato.
Eu faço isso por você.
Então você me deve aquilo.
Eu trabalhei.
Então tenho direito ao meu silêncio.
Eu pago as contas.
Então não preciso prestar atenção.
Eu fiquei.
Então você me pertence.
Talvez seja aí que começa o erro.
Porque amar alguém não deveria significar possuir alguém.
Mas nós gostamos de possuir.
Casas.
Objetos.
Memórias.
Pessoas.
Até sentimentos antigos nós tentamos prender.
Depois ficamos surpresos quando alguém tenta respirar longe daquilo que chamamos de amor.
O homem daquela mesa dizia que aquilo era exagero.
Talvez fosse.
Mas existe uma coisa ainda mais triste:
fingir que uma relação continua viva apenas porque duas pessoas ainda dividem o mesmo endereço.
Existem casamentos que continuam apenas porque terminar parece mais difícil do que continuar sofrendo.
Existem pessoas que passam vinte anos juntas e já não sabem mais quem está deitado ao lado.
E existem encontros de uma hora que conseguem lembrar alguém de que ainda está vivo.
O Inferno talvez não seja fogo.
Nem demônio.
Nem castigo.
Talvez seja olhar para alguém que um dia significou tudo e perceber que você ajudou a construir a distância entre vocês.
Tijolo por tijolo.
Com orgulho.
Com silêncio.
Com pequenas crueldades justificadas.
Até que a parede ficou alta demais.
Depois você senta diante dela e pergunta por que ninguém mais consegue chegar perto.
O ódio funciona do mesmo jeito.
Começa pequeno.
Uma mágoa.
Uma palavra.
Uma injustiça.
Depois cresce.
Você começa a separar o mundo.
Os bons.
Os maus.
Os que merecem.
Os que não merecem.
Até que o coração vira uma repartição pública.
Entrada proibida.
Documentos exigidos.
Atendimento somente com agendamento.
O curioso é que quase ninguém percebe quando chega ao Inferno.
Porque ele não parece Inferno.
Ele parece rotina.
As pessoas continuam trabalhando.
Pagando contas.
Postando fotos felizes.
Comprando presentes.
Dizendo “eu te amo”.
Tudo funcionando normalmente.
Talvez seja por isso que ele seja tão eficiente.
O Inferno não precisa de fogo.
Basta parecer normal.
Olhei novamente para aquela mesa.
Ela chorava.
Ele olhava o celular.
Aquilo me pareceu mais violento do que uma discussão.
Porque a raiva ainda reconhece o outro.
O desprezo não.
O desprezo apaga.
O cantor começou outra música.
Ninguém percebeu.
O barman recolheu copos.
A fumaça continuou subindo.
A sexta-feira continuou acontecendo.
O mundo não para quando alguém está destruindo outra pessoa por dentro.
Essa é uma das coisas mais duras sobre estar vivo.
Você pode estar quebrando alguém.
E do lado de fora alguém continua servindo cerveja.
Terminei minha bebida.
Fiquei alguns segundos olhando para aquela cena.
Não sabia quem estava certo.
Talvez ninguém.
Talvez os dois.
Mas pensei que todos nós recebemos pequenas escolhas todos os dias.
Abrir uma porta.
Ou construir uma parede.
Perdoar.
Ou guardar uma dívida emocional.
Amar.
Ou negociar.
O Céu talvez não seja tão distante quanto imaginamos.
Talvez ele apareça quando deixamos de tratar pessoas como propriedades.
E o Inferno talvez já esteja funcionando quando precisamos destruir alguém para provar que estamos certos.
No fim, quase ninguém perde uma guerra contra o outro.
Perde contra aquilo que se tornou.
Saí do bar.
A música ficou para trás.
As vozes ficaram para trás.
A sexta-feira continuou cheia.
Como sempre.
E pensei que talvez o Céu e o Inferno realmente funcionem em horário comercial.
Não precisam de julgamento final.
Não precisam de grandes sinais.
Às vezes basta olhar para quem está ao nosso lado.
Se ainda conseguimos amar sem cobrar pagamento, talvez por alguns minutos tenhamos encontrado o Céu.
Se precisamos odiar para continuar existindo, talvez já tenhamos chegado ao outro lugar.
E o pior de tudo:
não precisamos morrer para descobrir.
Basta continuar vivendo exatamente como estamos.
O mundo chegou ao limite da indecência, intolerância, ganância e, principalmente, falta de amor. As gerações futuras terão repulsa e vergonha dessa página da história humana.
E mais uma vez chegou o dia.
Talvez eu nunca saiba definir aniversários.
Para alguns, esperados;
para outros, apenas mais um dia.
Talvez seja só sobre isso
estar vivo até aqui,
e continuar.
No fim concluímos que foi tudo o que não nos entendemos, porque chegou ao fim. Complicado talvez, mas a vida segue seu rumo, também para um determinado fim.
Chegou, fez silêncio em meu abraço.
O cansaço quase que fica,
mas foi.
Foi neste dia que percebi
que amar também é silêncio,
e calei.
Nildinha Freitas
Jardim de Luz...
Meu jardim, apaixonado jardim
Chegou em minha casa
Vindo de trem de algum lugar
De um rincão ou de uma ribeira sem fim
Dele, brotavam versos
Construindo silenciosas poesias
Como embarcá-lo de volta
Se nem sei onde nasceu e floresceu
Sem cor, sem flor, sábio das coisas do amor
Se admirava com si e as estrelas
Que flutuavam no negro que foi azul
Quantas vozes ouviu em cada morada
Quantas vezes se apaixonou
Se deleitando no arrepio do vento vindo do sul
Nada era longe, nem roça nem céu
Não conhecia geleiras ou fogueiras
Não temia o que sabia e nem o que desconhecia
Era jardim de alma alva
Dessas que floresce luz em sua raiz
Chegou e encontrou problemas? Olhe ao seu redor, imagine com inteligência, pense antes de reclamar e consulte pessoas experientes e sábias e peça-lhes soluções!
Chegou a hora de você parar de sofrer, confiando em mentiras das almas desobedientes a Deus para Ele curar a sua vida com a Verdade que liberta.
Tempo
O tempo me chegou como um feroz devorador, mas devorou meu medo e a minha dor. Ele me deixou mais livre, solta e leve feito vento.
O tempo me fez ventar!
Nildinha Freitas
E chegou SETEMBRO
Entramos num novo mês . É Setembro que chega anunciando um novo colorido de estação . Depois de dias ventosos , muita poeira e clima instável entramos no mês que é tradicionalmente acolhido com alegria e novas expectativas
.
É o Setembro das flores , Setembro da primavera e oxalá tenhamos também dias de clima mais estável e agradável.
Agosto , coroado de expectativas com a espera ansiosa pelas olimpíadas , a conclusão do impeachment da ex presidente Dilma , apoiado por uns e desagradando a outros . De qualquer forma , um clima de insegurança reinava.
A esperança é que agora , empossado o novo presidente , Setembro venha trazendo novas esperanças de um melhor caminhar econômico da nação.
Que todos os sonhos da nação , o desejo de transformação que vem dos homens sejam inspirados por Deus e guiados por sua mão misericordiosa e assim aconteça a mudança que todos esperam.
Que não haja limite para aquilo que é bom e aquilo que constrói . Que as energias negativas tenham se dissipado no ar , as frustrações levadas com o vento e que sopre sobre os homens apenas o vento da fé , que é o que nos impulsiona e nos move.
Brilhe sobre a nação brasileira a luz de Deus .
editelima/ 1º de Setembro de 2016
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