Chegou ao fim

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⁠Você não deu valor
ao meu lado bom,
chegou a hora de conhecer
meu lado ruim.

Estava pensando e de verdade estou chegando a conclusão que, a Patrícia Ribeiro que chegou aqui em 2025 não será a mesma que vai partir em 2027.
Nesse ano de Irlanda, está em construção uma nova mulher, mais madura, mais consciente de si mesma e do que realmente merece. Uma mulher mais seletiva com as pessoas que permite permanecer na minha vida, mais sensível ao que sente, menos ingênua e muito mais forte diante dos desafios.
Estou aprendendo que nem todos caminham ao meu lado para sempre e que tudo bem deixar algumas pessoas, situações e versões de mim mesmos para trás.
Estou aprendendo a ter paciência com os processos, a respeitar o tempo das coisas e a entender que crescimento nem sempre acontece quando queremos, mas quando estamos prontos.
Hoje me sinto mais resiliente, mais focada e mais presente.
Estou aprendendo a viver um dia de cada vez, sem a ansiedade de controlar o futuro e sem carregar o peso do passado e as feridas que ele me deixou.
Então estou aprendendo a decidir a aproveitar o agora de forma intensa, verdadeira e de coração aberto.
Porque, no fim das contas, a vida é um presente frágil.
Não sabemos o que acontecerá amanhã, na próxima semana ou no próximo ano.
E está sendo essa consciência diária que está me ensinando a valorizar cada momento, cada conversa, cada abraço, cada oportunidade e cada pessoa que faz sentido na minha caminhada aqui na Irlanda.
Por isso, estou escolhendo viver sem arrependimentos.
Escolho estar perto de quem amo, fazer o que me faz feliz, seguir meus sonhos e criar memórias que aqueçam meu coração.
Se o futuro chegar, quero recebê-lo com gratidão.
Mas, enquanto ele não vem, vou viver hoje com coragem, intensidade e verdade.
E talvez essa seja a maior transformação de todas, entender que a felicidade não está em chegar a algum lugar, mas em aprender a apreciar a jornada enquanto ela acontece no hoje.🥹❤️

Sobre ser poetisa



A poesia chegou em minha vida de repente, profunda e decidida.
Ela veio como um toque leve, mas com certo magnetismo.
Essa poesia que vejo em tudo, me trouxe novos olhares para a vida e favoreceu meu autoconhecimento.


Onde ela está?


Ora, naquela arte majestosa que é apreciada nos espaços fechados ou nos muros esquecidos.
Na letra de música que retrata um contexto histórico ou uma paixão arrebatadora.
Naquele texto de mensagem do WhatsApp feito com capricho para desejar felicitações de aniversário.
Nas palavras escolhidas sabiamente antes de serem proferidas com empatia e gentileza a alguém, que a recebe com grandíssima alegria.


Viva a poesia! ❤️

O outono chegou, passou o verão e a primavera ainda está em mim.

AMOR!
Você chegou em mim como se não quisesse nada, de repente se tornou tudo! Eu te amo.

Um indivíduo chegou num boteco e pediu 5 doses de whisky, tomou tudo, e pediu mais 4 doses tomou também, depois 3 doses demorou um pouco mas foi, mais 2 doses e tomou já com certa dificuldade, e por fim 1 dose. Então meio desequilibrado das pernas e falando enrolado, ele pediu ao dono do boteco! Por favor chame um táxi, por que não sei o que acontece comigo, que quanto menos eu bebo mais bêbado eu fico.

"O destino não pediu licença. Só chegou… e levou quem era tudo."

"Quando você acha que chegou ao limite, seu espírito prova que ainda tem mais."

Embora eu seja senhor da minha vida, há alguém que está mais longe, que já chegou aonde eu só desconfio. Seguindo por esse caminho do desconhecimento, nem sei se chegarei há algum lugar, só vendo.

Cego


Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.

Entre Algoritmos e Silêncios Humanos


A modernidade chegou sem bater na porta.


Entrou, se acomodou e começou a reorganizar tudo como se sempre tivesse sido a dona da casa.


Agora ela atende pelo nome de inteligência artificial.


Pensa rápido.


Responde mais rápido ainda.


Escreve, calcula, cria, sugere, corrige, aconselha e, em muitos casos, até parece entender aquilo que o próprio ser humano já não sabe mais explicar.


E o homem, curioso como sempre, ficou olhando esse espelho novo.


Primeiro com desconfiança.


Depois com encantamento.


E agora com uma mistura perigosa de dependência e admiração.


Mas no meio dessa era acelerada, algo estranho começou a acontecer.


Quanto mais as máquinas falam, mais algumas pessoas se calam.


Não porque não tenham o que dizer.


Mas porque começaram a escolher cuidadosamente onde ainda podem ser humanas sem serem julgadas.


Existe hoje uma espécie de cidadão invisível.


Ele trabalha.


Ele pensa.


Ele sente.


Ele observa.


Mas fala pouco.


Muito pouco.


Não porque seja vazio, mas porque aprendeu que cada palavra pode virar sentença.


No mundo digital, tudo é opinião imediata.


Tudo é análise instantânea.


Tudo é julgamento em tempo real.


E a verdade, quando aparece sem filtro, costuma incomodar mais do que esclarecer.


Por isso muitos preferem o silêncio.


Outros preferem a máscara.


E há aqueles que vivem divididos entre o que são e o que precisam parecer ser.


Enquanto isso, a inteligência artificial avança.


Organiza o caos.


Simplifica o complexo.


Responde o que ninguém quer pensar com profundidade.


E, de certa forma, começa a ocupar o espaço que antes era reservado às conversas demoradas, aos debates de esquina, às reflexões imperfeitas, mas profundamente humanas.


O mundo moderno virou uma grande vitrine.


Todo mundo se mostra.


Poucos se revelam.


As redes sociais transformaram a vida em palco.


E o palco exige personagem.


Por trás das câmeras, porém, existe um ser humano cansado de interpretar.


Um pai que não sabe mais como educar sem ser questionado.


Uma mãe que tenta equilibrar tudo enquanto o mundo exige perfeição.


Um professor que ensina sob pressão de sistemas que mudam mais rápido do que a compreensão humana.


Um jovem que busca identidade em meio a diagnósticos, tendências e rótulos que aparecem e desaparecem com a mesma velocidade de uma notificação.


E todos, de alguma forma, dialogam com máquinas que parecem entender mais do que pessoas.


Mas será mesmo entendimento?


Ou apenas processamento eficiente de palavras?


Enquanto a tecnologia avança, cresce também um fenômeno silencioso.


O medo de ser julgado.


O medo de ser mal interpretado.


O medo de não se encaixar.


O medo de não parecer atualizado.


O medo de não estar “correto” segundo padrões que mudam o tempo todo.


E assim, muitos vão se recolhendo.


Se escondem em conversas curtas.


Em respostas neutras.


Em opiniões diluídas.


Em versões editadas de si mesmos.


A moralidade, que antes era vivida no cotidiano, agora muitas vezes é performada.


Há quem fale de valores com perfeição nas redes, mas não consiga praticá-los na vida real.


Há quem defenda respeito, mas não escute ninguém.


Há quem pregue empatia, mas não pare para olhar o outro na calçada.


O mundo ficou sofisticado na fala, mas às vezes pobre na prática.


E nesse cenário, a inteligência artificial surge como companhia confortável.


Não julga.


Não se ofende.


Não se cansa.


Não abandona.


Mas também não sente.


E é aí que mora a grande contradição.


Porque, ao mesmo tempo em que buscamos respostas perfeitas, sentimos falta das imperfeições humanas.


Da conversa sem filtro.


Da discordância sincera.


Do erro que ensina.


Do silêncio que acolhe.


Do olhar que entende sem necessidade de palavras.


As pessoas reais ainda existem.


Elas estão aí.


Nas casas simples.


Nos corredores das escolas.


Nos ônibus lotados.


Nas filas longas.


Nos trabalhos exaustivos.


Nas noites silenciosas em que ninguém vê.


Mas muitas delas estão escondidas.


Não por ausência.


Mas por proteção.


Proteção contra o julgamento.


Contra a exposição.


Contra a exigência de parecer sempre bem resolvido.


Contra um mundo que cobra presença constante, mas oferece pouca escuta verdadeira.


E assim seguimos.


Conectados com tudo.


Desconectados de muitos.


A inteligência artificial aprende com dados.


O ser humano aprende com dores.


A máquina responde em segundos.


O humano amadurece em anos.


A máquina não erra por emoção.


O humano, muitas vezes, só aprende porque errou sentindo.


Talvez o futuro não seja uma disputa entre homem e tecnologia.


Talvez seja um convite à reconciliação.


Um lembrete de que nenhuma máquina, por mais avançada que seja, substitui o valor de uma conversa genuína entre pessoas que ainda se permitem ser imperfeitas.


Talvez o verdadeiro desafio da modernidade não seja criar sistemas mais inteligentes.


Mas resgatar seres humanos menos escondidos.


Menos julgados.


Mais presentes.


Mais reais.


E quem sabe, no meio de tanta conexão digital, ainda sobre espaço para algo antigo e insubstituível:


A simples coragem de ser humano.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

*O Circo Van Escher Chegou*


Eu sempre fui assim: muito animada, muito brincalhona.


As pessoas que saem comigo pra qualquer lugar já sabem:
Se me levar pra uma festa, o entretenimento tá garantido.
Porque comigo sempre acontece umas coisas engraçadas.
Eu não procuro confusão...
A confusãoé que me acha.


_Van Escher

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 2 - No Mercado*


Eu fui só comprar pão. Juro.
Em 10 minutos eu já tinha:
Derrubado uma pilha de Danone,
Feito amizade com a moça do caixa,
E virado fiscal não oficial da fila do açougue.


Minha filha só falou: "Mãe, pelo amor de Deus".
Eu falei: "Filha, entretenimento gratuito pro povo".


Moral: se me ver no mercado, corre.
Ou pega uma pipoca e assiste.
_Van Escher_

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 3 - Na Escola*


Fui na reunião de pais. Silêncio total na sala.


A diretora perguntou se alguém tinha dúvida.
Eu levantei a mão.


Quando vi, eu tava contando piada, dando ideia pra festa junina
e organizando vaquinha pro ventilador da sala.


Saí de lá como "a mãe do grêmio". Não pedi. Aconteceu.


Por isso que eu falo:
Não me coloca em lugar sério.🤭😂


_Van Escher_

PEDIDO DA PLATEIA 😂🎪
*O Circo Van Escher Chegou: No Banco
Eu fui só resolver uma coisinha no banco. Juro.
Em 7 minutos eu já tinha:
Entrado na fila errada,
Contado minha vida pro segurança,
E virado conselheira financeira da tia do caixa eletrônico.
Meu extrato me viu e pediu socorro.
O gerente me viu e pediu demissão 🫣
Eu só queria um comprovante.
Saí com três boletos pagos, um consórcio e uma crise existencial.
Moral: se me ver no banco, finge que não me conhece.
Ou já separa uma senha preferencial pra mim.🤦🏼‍♀️
Ps: o sistema caiu. A culpa não foi minha.
Eu acho.
_Van Escher_

Fel


Aos 20 você chegou.
E ao olhar para trás vejo que éramos apenas duas crianças.


Você,
Com um olhar doce me fez acreditar que eu era capaz.
Me fez olhar o mundo com garra, e querer mais.


De tudo, sei que muito eu errei.
Mas segui.


Em meio a tantos erros,
O melhor acerto era Você, a Luz que me fazia seguir.


Você me forjou Mãe!
A mais forte e doce que poderia existir.


A ti,
Só resta agradecer.
Você foi paciente e soube aguardar.


Hoje sou melhor,
Mais paciente, mais ouvinte e sem dúvidas, mais alegre.


Muito preciso me desculpar.
Você contudo, me provou como é bom a arte do improvisar.


Crescemos juntos e hoje sabemos o real valor do amar

Março chegou com 31 dias na bagagem, 31 possibilidades de fazer mais uma vez, 31 oportunidades de fazer do jeito certo.

⁠#O #QUE #SINTO

Chegou sem mimos...
Sem falar de flores...
Nem de badalos de sinos...
Nem de amores...

De olhar flamante...
Invasor...
Resgatou algo em mim perdido...
Sem muito esforço...
Me conquistou...

Sabendo o que sinto...
De andar compassado...
Bem barbeado...
Vestido galante...
Sedutor...
Me tocou...

Mãos grandes e fortes...
Em um arrepio...
Vi minha sorte...

Ninguém ousaria...
Dizer ser tão desfrutável...
Aceitei seu olhar...

Eu seria...
Já queria...
Me entregar...

Não precisei beber...
Para coragem ter...
Não queria conversar...
Mas sim me envolver...
Àquele olhar...
Que tudo prometia...

Empunhando uma brandura dissimulada...
Ele já prenunciava..
Cordialmente aceitava...
Sua vitória...
Que eu concedia...

Não havia por que ter resistência...
Ninguém queria...
Sem tempo...

Não era hora...
De ilusões mentidas...
De jogos e conquistas...

Tão galante...
Bom amante...
E eu ali...
Tão perdido...

Homem volátil...
Por devoção...
De cheiro forte...
Sedução...

Sabe o que sinto...
Sabe o que quero...
Não se fez de rogado...
Levou-me a sério...

Óh... céus...
Que luxúria...
Com isso...
Não posso mais lutar...

Também não quero...
É mais que preciso...
Nem é bom tanto pensar..

Nem tudo tem por quê...
Mas o que estou eu a dizer?

Bradando contra esse vício...
Me rendo...
Só ele sabe...
O que agora sinto...

Rasgando minha esperança...
Me entrego na festança...
Dentre os braços que cerrados me tem...
Já não sou mais ninguém...

Já no leito...
Em tudo me toca...
Onde sua mão alcança...
Isso em nada ...
Me amansa...

Palavras desconchavadas...
Sandices ritmadas...
Seu corpo alinhando ao meu...
Levando-me ao apogeu...

Maciez torpe...
Onde tudo sinto...
Não controlo ...
Meus gemidos...

No leito que clama...
Quem me dá...
Também me tira...
Levando à loucura...
Tamanha tontura...

Rendido, quebrado...
Pelo seus gestos de amor...
Me dou por vencido...

Um olhar lânguido...
Muitos suspiros...

Rompendo férreas algemas...
Por completo...
Ele muito sabe...
O que sinto...

Derrotado e vitorioso...
Com o estranho...
E meu ninho...
Adormeço...
Esquecido...

Sandro Paschoal Nogueira

Bom dia! Chegou segunda feira, vamos agradecer a Deus por mais este dia e que seja muito abencoado. Vamos a luta e seguir enfrente e até chegar a hora do descansa ao chegar em seu lar. Obrigado, Deus por me acordar com vida e saúde.

Só algo.

O frio chegou, mas a minha alma está quente.
Porém não esquenta o suficiente.
Não espanta a fraqueza e a falta de coragem.
A procrastinação domina a mente
Ela sabe e aceita.
No meio dessa teia.
Sigo no embalo, esperando algo.
Novo, velho, sábio, alegre e feliz ou… só algo.