Chega de Desculpa Esfarrapada
E então chega o momento em que você, o bom e fiel soldado do rei baixa a guarda, você acredita que diante do objetivo alcançado você pode celebrar junto ao rei e aí, uma simples pedra no caminho te leva a tropeçar. Seria apenas um tropeço, em qualquer outra circunstância, mas neste momento você esta com a guarda baixa e cai, e ao cair senti a dor que não percebera ao longo do percurso da batalha. Nota o corpo dilacerado, golpeado, alanceado, e então precisa aceitar que é tempo de recuperação. Esta fora temporariamente do combate, é tempo de cuidado. Nesta hora você se recorda do princípio de que não importa o quanto você é forte, o que realmente vai contar é o quanto você resiste aos golpes, as pancadas, porque o mundo, o mundo vai bater forte e a diferença está no quanto você consegue suportar e ficar de pé, afinal para bater o inimigo empenha força e se desgasta e até que bate, cansa e quando isso acontece ... você se levanta, e bate de volta seguindo adiante, seguindo em frente ... até o próximo confronto.
Sempre chega aquele momento que você desiste de provar o que para muitos estava certo e para alguns não era claro. Neste momento temos que lamentar o pior inevitável!
É...e alguém chega e diz:
- Como se tudo fosse fácil assim!
- E não é? O problema é que nos mesmos nos encarregamos de tornar as coisas mais difíceis!
O amor não tem respeito por ninguém, ele não bate para entrar em nosso coração, chega na hora que quer, entra sem bater, e o pior de tudo, quando mandamos ele sair de dentro de nós ele não sai e vendo que estamos tentando tirá-lo a força, sabe o que ele faz? Ele nos machuca ainda mais e em alguns momentos nos faz chorar.
Mulher!
Chega já com o anoitecer no lar que tanto tu amas, faz o serviço da casa de dores tu não reclamas, o dia te foi pesado, mas veio o pão das crianças, sonhas sonhos de amor no coração esperanças de que teu homem teu bem! Teu amado, um coração de criança chegue logo e te ame! Saudades que tanto estranhas, as horas te passam longas seus pensamentos vagueiam o ciúmes toma conta, na madrugada ele chega o álcool ali despontas, você não sabe o por quê? A rotina e o trabalho caminhos que não se encontras um sonho que se despedaça, no peito uma dor tamanha! A briga já se formou a violência ali mais uma alma que ganhas, da dor de mãe e esposa o corpo que trás as manchas da violência de um ser que tu achavas criança...
(Zildo de Oliveira Barros) 08/11/13 07h49min
Filho nasce quando chega. Ele pode ser biológico ou por adoção. Um filho sempre nasce quando chega.
Somos quem pensamos ser, aprendemos o que achamos necessário aprender e chegamos onde queremos chegar!
Cada fase da vida com suas prioridades. Mas chega um determinado momento, que precisamos aceitar a realidade, que estamos neste mundo em breve estadia, que tudo passa de forma repentina que nos assustamos com nossa idade. Sim, os que graciosamente seguem vivos, presume adquirir sabedoria, de modo a compreender perfeitamente que as coisas existem para serem usadas, e as pessoas, para serem amadas.
Chega o tempo em que apresentamos o enfado natural do viver. Uns de forma precoce, outros tardiamente. Sorte a nossa não termos longevidade além das centenas de anos nesta terra cheia de males e enganos.
A vida é tão complicada e confusa que chega a dar medo na gente...Veja um simples exemplo, muitas vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais! Hoje me sinto fortalecido de certa forma, já me decepcionei o suficiente com as pessoas pra me importar com o que elas pensam ou não sobre o que sobra de minha vida. Aprendi que pessoas falsas são como produtos piratas. Te atraem pela facilidade, mas logo te decepcionam pela qualidade. Hoje quando eu caminhava pela praça, cabisbaixo uma senhora me abordou e me disse: "NOSSA NENÊ COMO VOCÊ ESTA MUDADO", respondi, claro que eu mudei, é impossível se decepcionar tanto com as pessoas e não mudar. Disse ainda a ela que as pessoas ao longo da vida, vão sempre acabar nos decepcionando. Algumas com algum propósito e outras sem querer. Mas quem escolhe sofrer ou superar cada uma dessas decepções, não são elas, somos nós. A decepção me ensinou a enxergar as pessoas como exatamente são e não mais com os olhos do coração..
nene policia
A inteligência individual chega primeiro, à frente da massa, que segue sem questionar. Por isso, buscar a verdade é se aventurar a ousar. Digo isso com razão, a massa segue, em sua marcha, na contramão.
Quem anseia pela aceitação da multidão, nesse caminho, encontrará desilusão, pois a verdade vem com seu próprio ritmo nesse compasso, e a massa a entenderá com atraso.
A solidão não brota da ausência de rostos, mas das opiniões que são como desgostos, da posse de ideias inadmissíveis e raras. Não existe a falta de companhia, mas sim de ouvidos que aceitam ideais que desafiam a norma vazia, ideias que detém àqueles que ousam de normas discordar, e na busca do saber, ousam se arriscar. Aqueles que ousam pensar de forma inaudível, encontram-se sozinhos. Buscar a verdade é aceitar ser sozinho. O conhecimento eleva o homem, é verdade, mas também o isola, sem dó nem piedade.
Eu mergulho, sozinho, é o meu caminho. Aceitar a solidão, o preço, eu escolho sem remorsos.
A aceitação da massa, a popularidade efêmera, para mim, não tem valor, nem atrativo algum, pois aquele que busca o conhecimento sincero, sabe que a verdade é rara, exige dedicação.
Quem olha lá fora, sonha e se perde, mas quem olha pra dentro, a alma se aquece. Numa jornada onde o conhecimento se oferece, aos que têm a coragem de ser quem merece.
Mergulho na minha mente, no silêncio do pensamento, encontro o que realmente é urgente, sinto-me verdadeiramente vivo, sinto que é minha maior herança. A luz da compreensão tem sua liberdade, a verdadeira redenção.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
"" O amor quando chega, faz morada
Embora por vezes, encontre o coração oco, vazio
Vai se sentir à vontade
Ainda assim fica
Nem que seja para um dia ser chamado de saudade...""
lá vem meu amor
como qualquer amor que chega
mundo aflora
traz esperanças de uma nova história
lá vem o riso a brincadeira
o gosto de ter alguém, que é um bem
que se admira, curte
lá vem a felicidade, deixando para trás as saudades
os medos
lá vem a chuva que molhará nosso chão
chão que de repente
fertilizará nossa semente
semente que poderá florescer e fazer nascer
um grande amor...
