Chega de Desculpa Esfarrapada
"Sei que a verdade é difícil, e para alguns é cara e escura. Mas não se chega à verdade pela mentira, nem à Democracia pela ditadura" ("A Implosão de Mentir")
Ansiedade
É como as nuvens carregadas no horizonte, avisam tempestade, que nunca chega ao fim da tarde
É libertador entregar e não esperar nada em troca. Viver e não necessitar de aprovação. Chega a ser um desaforo.
A noite chega, o silêncio, os pensamentos tomam conta. Que frio é esse? Está tão escuro, não consigo ver a luz, tento procurá-la, mas não a encontro.
Quando os pássaros começam a cantar, percebo que um novo dia está a chegar, mas a mente cansada de tanto pensar, já não consegue mais descansar, e tem q continuar a trabalhar . O corpo dói, os olhos pesam, o cansaço consome, mas é o cansaço físico ou mental? Acho que é os dois.
Quando o termina o dia, e a luz começa a se apagar, mais um vez a noite chega e tudo se repete, como um ciclo sem fim.
Chega a ser repetitivo, mas é proposto trazer à tona que não adianta ser gênio e ao mesmo tempo ser um bruto.
Amizade Verdadeira
Amigo é aquele que chega sem avisar,
Que entende o silêncio e sabe escutar.
É quem divide o riso, a lágrima, o pão,
E segura a nossa mão na maior confusão.
Amigo é porto seguro na tempestade,
É abraço que acalma, é pura lealdade.
É quem lembra de você nos dias que parecem iguais,
E faz do simples momento algo especial.
Amizade é riso que não tem explicação,
É confiança que cresce no coração.
É saber que, mesmo longe, alguém estará,
Porque laços assim ninguém pode apagar.
BOA NOITE.
Minha humilde prece de agora!
Assim me chega à noite na paz de nosso senhor, na humildade de filho, aqui te faço um louvor! Trago a ti os meus pedidos, como se fosse uma flor, em todas as suas pétalas, um pedido, no caule somente o amor! Nas mãos que postas bem juntas, quero que sintas o calor, de minha humilde prece que faço a ti senhor.
Pai amado e bendito, pai dos que se encontra, pelos caminhos perdidos, pai de luz e de amor, pai dos filhos do horror, das noites e madrugadas, perdidas pelas calçadas em buscas de um pobre pão! Uma família bendita, dormindo em palafitas, ali pelo maranhão.
Sem lenço e sem documentos, o mendigo ao relento chorando te estende às mãos, no hospital grande e frio, no corredor em desalinho, seu filho morre ao chão! O branco que ali destoas, mostras que muitas pessoas, do ouro fazem serão! Não pela vida que escoa, mas pela parte que é boa, do dinheiro em suas mãos.
Nas enchentes morre gente, mas nunca morre o patrão! Nas estradas desta vida, a vida foi desviada, e da morte se fez leilão! O desvio de dinheiro por políticos brasileiros matam filhos e irmãos.
Aqui te eu peço, bendito pai de todos os aflitos, nos livre das situações, sou seu filho, meu pai querido, e meu amigo Jesus Cristo, aqui te peço perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 11/09/13 começo da noite.
Um pai com 2 filhos, ambos fazem cartas no natal pedindo o seu presente preferido... Chega o grande dia, eles ganham cada um o seu presente especial, sendo que um ao ver o presente do outro, percebe que o do outro é muito melhor e tenta tomar a todo custo.
O pai ao ver aquela cena, se ira e põe o filho invejoso de castigo, o corrige, pois deve se contentar com o que pediu.
Assim é Deus...
Para o Ano que Chega
Escolha o que vale a pena
E o ano será diferente
Cheio de encontros sinceros
e instantes singulares pela frente.
Não se deixe cegar pela antítese da alegria,
Pois antes de cada passo e em cada oração,
existe a semente de um querer bem
e a centelha da própria criação.
Para o Ano que chega,
Escolha o que vale a pena
Da paisagem à retórica do amor.
O mundo tem boas surpresas
E o extraordinário ao redor
Dê chance à essa beleza,
E tudo fica ainda melhor.
E o ano será diferente
Cheio de encontros sinceros
e instantes singulares pela frente.
Não se deixe cegar pela antítese da alegria,
Pois antes de cada passo e em cada oração,
existe a semente de um querer bem
e a centelha da própria criação.
Medo de lembrar porque a memória não avisa ela chega traz seu nome seu riso o que fomos lembrar é abrir o que tentei fechar
porque algumas lembranças não querem ser lembradas querem ser sentindas
Bom dia!
Celebre mais um dia que chega e expresse sua gratidão a Deus por tudo que Ele já realizou em sua vida!
O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.
Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.
— Douglas Duarte de Almeida
O tempo de florescimento não se anuncia com calendários nem com relógios. Ele chega em gestos sutis: um suspiro que demora a se acomodar, um arrepio que insiste em não passar despercebido, uma palavra dita com a boca trêmula e os olhos firmes. Diante do espelho, aprendi a não correr. A gentileza que me devo não é um prêmio, é o mínimo que posso oferecer ao meu próprio reflexo. Observar-se sem pressa é um ato de coragem: enxergar a delicadeza nos ossos, a força nas veias, a poesia escondida nos gestos cotidianos.
Florescer é não se obrigar a ser mais rápido que a própria vida. É permitir que a paciência me encontre, que o respeito por mim se assente como terra fértil, que minhas raízes cresçam sem alarde. Cada dia é um capítulo, cada cicatriz, uma letra, cada sonho guardado no peito, uma semente.
Quem se respeita floresce com dignidade, quem se pressiona murcha antes do tempo. E talvez o maior ato de coragem seja sorrir para si mesmo, no espelho, sabendo que cada fissura também é parte do desenho que só você consegue completar.
No fim, florescer não é competir com ninguém. É ser inteiro em si, com toda a intensidade de uma tempestade e a suavidade de uma brisa que atravessa folhas sem derrubá-las. É aprender que a própria vida, se observada com cuidado, já é poema suficiente.
(Douglas Duarte de Almeida)
