Chega de Desculpa Esfarrapada
Da Vida é Vida!
Arrepia, enriquece, aquece é meio confuso e complexo, mas é maravilhoso,
Chega sem bater a porta e sabe sair deixando uma enorme saudade,
Por vezes, nos faz perder noites de sono, no entanto é contagiante, aconchegante, doce e saudável,
Pode ser o sol para uns, ou uma bela Lua cheia para outros, porém quando mal cuidado, enfraquece, se encolhe e morre com a mesma fragilidade de uma flor,
Assim é o amor.
Sentimento único!
Saudável e estimulante,
Vive entre respiros e suspiros,
As vezes chega vagaroso, por vezes muito afoito e apressado,
Acalma, provoca, sacia,faz falta,
Uma obra da vida, um conto de fadas, o belo em rimas, uma bem escrita e contada poesia!
Presente, marcante, decisivo e seguro no acumulo das emoções que pregam o bem a alma, ao coração e ao tempo.
A inteligência individual chega primeiro, à frente da massa, que segue sem questionar. Por isso, buscar a verdade é se aventurar a ousar. Digo isso com razão, a massa segue, em sua marcha, na contramão.
Quem anseia pela aceitação da multidão, nesse caminho, encontrará desilusão, pois a verdade vem com seu próprio ritmo nesse compasso, e a massa a entenderá com atraso.
A solidão não brota da ausência de rostos, mas das opiniões que são como desgostos, da posse de ideias inadmissíveis e raras. Não existe a falta de companhia, mas sim de ouvidos que aceitam ideais que desafiam a norma vazia, ideias que detém àqueles que ousam de normas discordar, e na busca do saber, ousam se arriscar. Aqueles que ousam pensar de forma inaudível, encontram-se sozinhos. Buscar a verdade é aceitar ser sozinho. O conhecimento eleva o homem, é verdade, mas também o isola, sem dó nem piedade.
Eu mergulho, sozinho, é o meu caminho. Aceitar a solidão, o preço, eu escolho sem remorsos.
A aceitação da massa, a popularidade efêmera, para mim, não tem valor, nem atrativo algum, pois aquele que busca o conhecimento sincero, sabe que a verdade é rara, exige dedicação.
Quem olha lá fora, sonha e se perde, mas quem olha pra dentro, a alma se aquece. Numa jornada onde o conhecimento se oferece, aos que têm a coragem de ser quem merece.
Mergulho na minha mente, no silêncio do pensamento, encontro o que realmente é urgente, sinto-me verdadeiramente vivo, sinto que é minha maior herança. A luz da compreensão tem sua liberdade, a verdadeira redenção.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
"" O amor quando chega, faz morada
Embora por vezes, encontre o coração oco, vazio
Vai se sentir à vontade
Ainda assim fica
Nem que seja para um dia ser chamado de saudade...""
lá vem meu amor
como qualquer amor que chega
mundo aflora
traz esperanças de uma nova história
lá vem o riso a brincadeira
o gosto de ter alguém, que é um bem
que se admira, curte
lá vem a felicidade, deixando para trás as saudades
os medos
lá vem a chuva que molhará nosso chão
chão que de repente
fertilizará nossa semente
semente que poderá florescer e fazer nascer
um grande amor...
"" Difícil é resistir ao teu sorriso
quando você chega para dançar
saber da euforia que haverá
no coração
é perfeita conjunção
adorno
normal render-se
maquiar a tensão
deixar que a emoção cumpra seu papel
deixando na areia o rastro do sim
ah!! se todo amor fosse perfeito....
Chega um ponto da vida, que a gente perde o medo de envelhecer, na verdade nesse tempo a vontade é ficar velho cada vez mais...
"" Chega uma hora que o desapego torna-se essencial, esperar pode ser um castigo, mas deixar ir e esquecer, pode tudo renovar...
"" Eu sei que você pensa em mim
nas noites em que o sono não chega
nas lembranças que a mantém ardente
no querer
eu sei que morde os lábios de saudade
imagina nossos corpos quentes
e se contorce de prazer
eu sei que de vez em quando
suas mãos passeiam e se aninham,
a deixando louca
eu sei, não diga que não
sei também que quer brindar o beijo
afogar o desejo, curtir a tensão
sei que nessa hora,
me chama de bandido,
cafajeste, vagabundo, gostoso, de amor
e na cama imagina,
geme, grita, vira menina
enfim
eu sei que de vez em quando você goza
pensando em mim...
" Ter dinheiro é bom, mas chega um ponto que você não sabe se as pessoas estão com você por amor ou apenas pelo dinheiro e essa dúvida é muito cruel...
Até me encontrar, você achará a solidão, liberdade, depois tudo será diferente. Perto da minha chegada, seu coração dançará alegremente, uma sensação gostosa tomará conta, pode ser até que cante. Sentirá anjos abençoando, será feliz até nas coisas mais bobas, um êxtase que era sentido na adolescência será todo seu. Não lembrará de dores, uma química nova fará com que tudo pareça belo, prazeroso e você se entregará sem medos, por inteira...
Nos amaremos para sempre.
Chega um momento da vida que... não passamos de seres presos a razão, e discursar que somos felizes e libertos. Mas não passamos de seres presos a doutrinas que à nós é empregado.
Eu preferi me iludir por uma pessoa que talvez nem gostava de mim, do que percebe que quem realmente me "AMAVA" estava do meu lado o tempo todo... desculpa!
