Charles Chaplin sobre a Danca da Vida
Amar é um labirinto sem saída,
Uma dança louca, sem ritmo, sem chão,
Os fios do coração são teias retorcidas,
E a mente, perdida, se afasta da razão.
É um suspiro que rasga a pele e o peito,
Onde o amor é a droga, e a dor, a obsessão,
Te vejo em cada sombra, em cada leito,
Como uma voz que grita sem explicação.
Te amo, te odeio, me perco e me encontro,
Em teus olhos há abismos que me engolem,
E ao mesmo tempo, é como se eu fosse teu fantasma,
Seguindo cada passo, enquanto os ecos me dissolvem.
O tempo se estica, se retorce, se esvai,
E eu sou feito de pedaços de ilusões,
Em que o "nós" vira "tu", "eu" e mais mil cai,
Cada pensamento um grito, cada ato uma prisão.
Te amo, mas o amor é uma mente partida,
É delírio, é pesadelo, é êxtase e tormento,
É o corpo gritando por uma vida vivida,
Enquanto a alma se afasta, num profundo sofrimento.
E no fim, o que é o amor senão um espelho quebrado?
Reflexos distorcidos de um ser que nunca foi inteiro,
Que se perde em si mesmo, num abismo sagrado,
Onde se encontra apenas dor, e o medo do vazio inteiro.
Eu era silêncio, era pedra, era mar.
Nenhum sorriso, nenhum pesar,
apenas a dança do tempo a passar,
leve, sem voz, sem lastro a carregar.
Mas a vida gritou, rasgou-me a paz,
trouxe dores que o peito desfaz.
Memórias escuras, noites sem fim,
a luta constante, perdida em mim.
Hoje sou rio, mas de águas turvas,
onde as margens são sonhos que turvam.
Cada passo é cansaço, um grito abafado,
querendo parar, mas sempre chamado.
Sinto a exaustão em cada respirar,
o desejo de soltar, de enfim deixar.
Mas há raízes que me prendem ao chão,
e um eco distante que insiste: não.
Ah, como invejo o passado sem cor,
onde o nada era tudo, e o tudo sem dor.
Mas há algo no sofrer que a alma refaz,
mesmo cansada, sei que a luta é capaz.
Que a apatia me leve, se um dia vier,
mas que hoje, na dor, eu seja quem quer:
sentir, existir, até resistir.
E talvez um dia, sorrir.
Na dança das emoções, a sabedoria reside na pausa. Não prometa, não responda, não decida no turbilhão.
Amanhã Não
Ei, você, já fez o que podia?
Já deu seu melhor nessa dança do dia?
Amanhã é um mito, promessa vazia,
mas hoje é semente que vira poesia.
Não precisa ser grande, nem ser perfeito,
basta um passo dado com todo respeito.
A vida se move com ação no presente,
então vai lá, tenta, se faz diferente.
Esperar é um luxo que a alma não quer,
o tempo só anda pra frente, se é.
Então faça agora, do jeito que for,
pois cada esforço já é um louvor.
Um enigma é deixado para o leitor:
“Na dança que pulsa entre o silêncio e o infinito, há um compasso oculto que só os ouvidos atentos podem captar. O que é visto nunca é o que é, mas aquilo que o coração reconhece. Onde está a resposta para aquilo que nunca foi perguntado?”
AS TRÊS FORMAS DE AMOR SE ENTRELAÇAM EM UMA CONEXÃO ETERNA
O amor é uma dança cósmica que se desdobra no espaço-tempo de um relacionamento, onde cada movimento é marcado por diferentes ritmos e melodias. O amor ágape, o amor filéu e o amor eros não são apenas sentimentos, mas forças que conectam almas, transcendem a carne e viajam pelas linhas invisíveis do universo.
O ágape (ἀγάπη), o mais puro e incondicional, é a luz que ilumina os cantos mais escuros da alma, como um sol que nunca se põe. Ele é a base de uma conexão profunda, que transcende qualquer expectativa, refletindo a imensidão do universo dentro de um coração. Não se trata de desejo ou necessidade, mas de um cuidado constante e um compromisso com o bem do outro, como se nossas almas se encontrassem em um plano eterno, onde o tempo se dissolve e as limitações da carne são superadas pela generosidade do espírito.
Já o filéu (φιλία), a amizade profunda e calorosa, é o fio que entrelaça os corações, criando uma conexão que vai além do simples convívio. É a ponte entre almas que, ao longo da jornada, reconhecem o reflexo uma da outra. Esse amor é a base de uma parceria, onde o companheirismo se entrelaça com risos e lágrimas, com a cumplicidade que transcende os limites do tempo. No espaço-tempo de um relacionamento, o filéu se adapta às mudanças, mas nunca deixa de ser uma ancoragem segura em meio à tempestade.
Por fim, o eros (ἔρως), que toca as profundezas do desejo e da paixão, é a chama que incendeia a carne e o espírito. É o desejo que nos conecta à nossa humanidade, onde o corpo se torna templo e a entrega se torna sublime. O eros faz com que o espaço-tempo se encurte, transformando o momento presente em um eterno agora, onde o toque, o olhar e o suspiro são tudo o que importa. Ele é a força que nos leva a perder a noção do tempo, a nos fundirmos com o outro em uma explosão de energia e emoção.
Em um relacionamento, essas três formas de amor se entrelaçam como as linhas do destino, formando uma teia que conecta as almas em um espaço-tempo único. O ágape fornece a estabilidade e a profundidade, o filéu traz a amizade e a parceria, enquanto o eros mantém a chama da paixão viva. Juntas, essas forças formam a essência de um relacionamento autêntico e completo, onde o amor não é apenas uma experiência do presente, mas uma viagem ao longo do tempo, onde cada etapa revela novas camadas da conexão entre as almas.
Chama que Escreve: A Poetisa de Cabelos de Fogo
Ela tem fogo nos cabelos
uma chama que dança ao sol
e nas linhas de seus poemas
carrega o mundo em anzol
Com 23 primaveras vívidas
mas alma que parece mil
escreve sobre o que dói e encanta
fazendo da palavra um perfil
É poetisa de dias intensos
tecendo o que sente e vê
um turbilhão que vira verso
um universo em cada "por quê"
Ruiva, como a cor do pôr-do-sol
ela transforma a vida em arte
E quem lê, não esquece o brilho
pois seus poemas fazem parte
Na dança das águas douradas, onde o brilho do sol se mistura com os reflexos da lua, surge uma presença que encanta e transforma. Com mãos de ternura e força, ela molda o destino de todos que se aproximam, derramando sabedoria e prosperidade. Sua beleza é como o rio, fluindo em harmonia com a natureza, e seu poder, invisível, mas sempre presente, é a fonte de equilíbrio entre o humano e o divino. Seus feitos são lendas que se espalham como sementes ao vento, florescendo em cada canto do mundo, refletindo a perfeição de sua criação.
O amor recíproco é uma escolha diária de respeito e cuidado mútuo, uma dança harmoniosa onde cada gesto fortalece a relação e celebra o “nós “.
Na poesia, as Baleias são zeppelins oceânicos de carne, osso e dança. Dirigíveis oníricos sem função exata, senão a própria existência e expressão de vida ritmada, imensa e imersa.
Na dança do espaço
No vasto cenário cósmico, a transcendência do espírito emerge como uma dança entre o tangível e o imaterial. Este espírito, moldado por um designer inteligente e celestial, revela-se nas infinitas camadas de existência que permeiam todas as dimensões, sejam físicas ou metafísicas. Como uma orquestra divina, cada ser e partícula vibra em harmonia, guiado por uma força superior que tece o fio da vida através do universo. Esse equilíbrio sublime entre o micro e o macrocosmo reflete a sinfonia perfeita da criação, onde o espírito encontra seu propósito e significado ao longo das vastidões do tempo e do espaço.
A DANÇA DOS SENTIMENTOS
Quando as emoções diminuem,
a razão aumenta.
Quando as dores aumentam,
o orgulho diminui.
O Caos e a Dança da Criação
Há um sussurro no tronco das árvores, um eco antigo que diz: o caos não é desordem, mas o ventre onde tudo nasce e morre. Ele não é inimigo; é o fogo que fertiliza a terra e desperta sementes adormecidas.
“Todo homem e toda mulher é uma folha da Árvore Infinda.” Assim, o caos se torna um convite. Não um castigo, mas um chamado a abandonar certezas e abraçar tempestades. Ele te molda, não com gentileza, mas com o peso de quem esculpe a verdade em carne viva.
O caos é o amante que te beija e arranca tua pele. Ele sussurra: “Faze o que tu queres, mas lembra que a liberdade tem dentes afiados.” No Arvoricionismo, diz-se: “Há árvores retas e troncos tortos, mas todos pertencem à floresta.” Porque o caos não destrói; ele transforma.
Quando deixamos o caos invadir nosso tronco e sacudir nossas raízes, entendemos que a melancolia é apenas a sombra de uma beleza maior. Só ao dançar com o incerto descobrimos a verdadeira melodia da vida.
Na vasta página em branco, o verso floresce,
Literatura é a dança da alma que enaltece.
Palavras se entrelaçam, sonhos ganham asas,
Nas letras, mundos se criam, emoções trespassam.
Autores tecem tramas com tinta e papel,
Com rimas e metáforas, fazem do mundo um bordel.
A literatura é a lente que revela a verdade,
Nas entrelinhas, segredos de toda a humanidade.
No aconchego de um livro, encontramos refúgio,
Nas histórias, vivemos cada desafio e subterffúgio.
Da poesia ao romance, do drama à comédia,
Literatura é o espelho da nossa própria ideia.
E assim, as páginas viram janelas para o infinito,
Onde mente e coração se entrelaçam, bendito.
Na magia das letras, encontramos consolo,
A literatura é o farol que ilumina nosso solo.
Beirando a dança dos velhos tempos, às vezes se sentindo acariciado, às vezes rasgado. Beirando a dança dos velhos tempos, eu danço sozinho e você não me vê e não me sente, diz que deixou de me amar tão de repente, mas de repente eu ainda o amo escondido (você não me vê e não me sente, de repente, não mais que de repente, finjo amar menos enquanto carrego o tormento do meu próprio sentimento).
Beirando a dança dos velhos tempos, nossos passos já não são mais os mesmos, você culpa minha lerdeza mas sequer nota sua ligeireza, passos contrários não dançam a mesma música e seus pés amam a destreza de outro alguém (alguém mais cheio que eu, que não precisa ser preenchido por alguém composto por espaços vazios).
Beirando a dança dos velhos tempos, às vezes se sente acariciado, às vezes rasgado. Você me olha mas não me vê, encontro meu reflexo e ainda sou humano, você me enxerga e ignora. Beirando a dança dos velhos tempos, não vivo mais como um homem feito para te amar, beirando a dança dos velhos tempos, eu minto.
Criança é gota d'água
No colo da folha de taioba;
Dança , escorrega, desliza,
Brinca com a suavidade da brisa.
Aos poucos vai aprendendo
Que a brisa é o mesmo vento
Das tempestades da vida.
(Do livro: Contos e Prosas 2023)
SUA DANÇA SUA MELODIA- João Nunes Ventura-12/2023.
Que ela dança feliz no palco
Nos passos criança dançarina,
Desliza sua veste muito linda
Que amor o sonho de alegria,
Plateia aplaude e assim delira
De gratidão o coração suspira
Fascina sua dança sua melodia.
Na dança sutil entre sombras e luz,
A fuga se ergue como um véu fugaz,
Mas seu encanto é efêmero, ilusório,
Pois ao fugir, a alma se dispersa.
Quem parte carrega mais que seu fardo,
Leva consigo um eco de despedida,
Um eco que ressoa nos corações deixados,
Marcando-os com a tinta da ausência.
A fuga é uma coreografia de solidão,
Uma dança onde o vazio é o par,
E quem foge dança ao som do silêncio,
Deixando para trás um palco vazio.
No fim, as fugas são como poemas tristes,
Que desumanizam os versos da vida,
E quem parte, por mais que busque se esconder,
Deixa um rastro indelével de suas pegadas.
Então fique até ter coragem para permanecer e dividir as levezas, preencher os espaços para que o eco não dissipe ímpar as coisas não compreendidas. Deixe a tinta daquelas ausências insistentes escorrem sob os pés enquanto bailamos.
Dançar como dança um black! Amar como ama um black! Andar como anda um black! Usar sempre o cumprimento black! Falar como fala um black! E eu te amo, brother!
dia 15 de janeiro
Thamires, estrela que ilumina a escuridão,
Teu nome dança, melodia de sedução.
No céu dos meus dias, és constelação,
Raios de amor, suave sensação.
Entre as páginas do destino, te encontrei,
Thamires, poesia que o coração fez lei.
Teus olhos, reflexos de um céu profundo,
Amor eterno, em cada segundo.
No palco da vida, és a protagonista,
Thamires, luz que em minha alma persiste.
Teu sorriso, sol que aquece meu ser,
Em versos de amor, contigo hei de viver.
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