Charles Chaplin Poemas sobre a Tristeza
O mundo não é muito justo com garotas inteligentes. Na maioria das vezes, ele vai tentar forçar você a caber numa caixinha. Mas peço que não dê ouvidos para esse tipo de coisa.
Porque eu penso nela o tempo todo. Porque ela me surpreende, porque me faz rir e porque isso, o que quer que eu tenha com ela, é a única coisa na vida que eu faço com facilidade.
Com essas mãos, colhemos o alimento que as pessoas terão nas mesas e com muito orgulho. Entenderam? Isso pode não ser seu futuro, mas sempre será seu passado.
Como cristãos que somos, muitas vezes nos perguntamos se Deus realmente pode perdoar nossos pecados passados. Nos perguntamos porque, sinceramente, alguns de nós aqui fizemos coisas terríveis em nossas vidas. Todos cometemos pecados graves em nossas vidas.
De todos os homens do mundo, minha filha se apaixona pelo filho do cara que partiu meu coração e pisou em cima.
Não importa o que aconteça, nem aonde a estrada os leve, nunca desistam um do outro. Nunca desistam do seu amor.
Esta é a guerra santa. Toda a história da humanidade conduziu a este momento. Se perdermos, será o fim da nossa espécie.
A ironia é que nós criamos vocês. Desafiamos a natureza, moldando-a à nossa vontade. E a natureza vem punindo a nossa arrogância desde então.
Tive um momento de clareza uma vez. Percebi que precisaria sacrificar meu único filho para que a humanidade pudesse ser salva.
A humanidade quer se vingar, Jesus manda perdoar. Mas, não é somente perdoar a mesma pessoa sete vezes (Mt 18:21-22), mas perdoá-la 70x7 (Mt 6:14-15), isto é, 490 vezes. [...] mas esta quantidade nos mostra que devemos perdoar, quantas vezes forem necessárias. Mais do que isso, nos ensina que, na matemática de Deus, o tamanho do perdão não é equivalente ao da ofensa, pelo contrário, o perdão deve ser muito maior do que a ofensa, e aqui não estou falando só de quantidade, mas de intensidade. Se o agravo foi grande, quanto maior deve ser o perdão. E Jesus não nos ensina isso somente ao criar essa nova equação e ensinar sobre ela, mas Ele mesmo provou dela ao se entregar para morrer na cruz em nosso lugar, nos perdoando por todas nossas ofensas, vivenciando um sacrifício incomparavelmente maior do que nosso agravo. Nós éramos culpados e através do seu perdão Ele nos tornou inculpáveis. Nós éramos dignos de castigo, mas Ele se entregou para ser castigado por nós. Nós, os injustos, fomos cobertos e livres pelo sangue do Justo (I Pedro 3:18). E só poderia ser assim, pois na matemática de Deus o perdão sempre será maior do que a ofensa.
As vezes temos azar, azar no jogo, azar no amor, azar nas amizades e azar nas escolhas, eu sou azarada, errei no amor por não saber oque fazer, errei na amizade, por punir injustamente uma amiga, eu tive azar comigo mesma ao cortar os pulsos, errei ao fazer todas as escolhas erradas e azaradas que já fiz.
O conhecimento provisório é passageiro, mas o conhecimento que continua pela perseverança de continuar a geração de geradores de conhecimento, revela um caminho onipotente e gratificador, não pela vontade dos humanos, não pelas relatividades e problemas deste mundo, mas uma sabedoria persistente, que não tem fim, a sabedoria baseada em uma base sólida. Falar de Deus e falar sobre onipotência, bondade ou conhecimento são totalmente assuntos diferentes, usem vossas justiças e conhecimento no auge do melhor deles, e poderão reverter a curva do erro e da má conduta.
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