Charles Chaplin Amor Proprio
Para aqueles que acreditam em Deus, a maioria das grandes perguntas foram respondidas. Mas para aqueles de nós que não podem aceitar prontamente a fórmula de deus, as grandes respostas não permanecem cravadas na pedra. Nos ajustamos às novas condições e descobertas. Somos flexíveis. O amor não precisa ser um comando, nem a fé um ditado. Eu sou meu próprio deus. Estamos aqui para desaprender os ensinamentos da Igreja, Estado e nosso sistema educacional. Estamos aqui para beber cerveja. Estamos aqui para matar a guerra. Nós estamos aqui para rir das probabilidades e viver nossas vidas tão bem que a morte vai tremer para nos levar.
To sentindo tanto a sua falta, parece que estou a milhares de quilômetros de você. Já me deitei e não tiro você dos meus pensamentos um só momento. Falta uma parte de mim. Falta você meu AMOR. Ainda sinto você em mim e te quero cada vez mais.
Mestiça de índia, de corpo flexível, estranho, sinuoso que nem cobra e fogoso como os olhos: um fogaréu vivo ambulante. Espírito impaciente para romper o molde incapaz de retê-lo. Os cabelos pretos, longos e sedosos, ondulavam e balançavam ao andar. Sempre muito animada ou então deprimida, com Cass não havia esse negócio de meio termo. Segundo alguns, era louca. Opinião de apáticos. Que jamais poderiam compreendê-la.
O sucesso é o resultado direto de um processo longo, árduo e muitas vezes não apreciado pelos outros.
Estava deprimido, bem, deprimido não, mas estava desanimado com a estrutura toda, o jogo todo, a vida toda.
"A propósito do sono, aventura sinistra de todas as noites, pode dizer-se que os homens adormecem diariamente com uma audácia que seria ininteligível se não soubéssemos que é o resultado da ignorância do perigo"
Acho melhor cada um seguir seu caminho. Nos identificamos em muitas coisas mas temos uma vida muito diferente, amizades, relacionamentos diferentes e acho que isso...
Sempre que entro numa grande cidade à noite, considero com solene gravidade que todas aquelas casas fechadas e escuras encerram seu próprio segredo, que cada aposento em cada uma delas oculta um mistério, que cada coração pulsando nessas centenas de milhares de peitos esconde algum segredo para o coração que está a seu lado!
Alguma coisa do horror, até mesmo da Morte, tem a ver com esse fato. Não mais posso virar as folhas daquele querido livro que amei e em vão pretendi ler. Não mais posso contemplar as profundezas dessas águas insondáveis nas quais, à luz fugaz dos relâmpagos, vislumbrava tesouros enterrados e outras preciosidades submersas.
Estava escrito que o livro deveria fechar-se para todo o sempre, quando eu lera apenas uma página. Estava escrito que as águas se imobilizariam sob um gelo eterno, enquanto a luz brincava em sua superfície e eu me detinha, ignorante, às suas margens.
Meu amigo está morto, meu vizinho está morto, meu amor, a eleita de minha alma, está morta; e essa é a inexorável consolidação e perpetuação do segredo que sempre existiu nessa individualidade, e que eu próprio também carregarei comigo até o fim da minha vida.
Dormirá nos cemitérios desta cidade por onde agora passo alguém mais inescrutável do que é para mim qualquer de seus habitantes vivos e ativos, ou do que sou eu próprio para eles?
(Livro "Um Conto de Duas Cidades”)
"Tanto no moral como no físico, sempre tive a sensação do abismo, não só do abismo do sono, mas do abismo da acção, do sonho, da lembrança, do desejo, do arrependimento, do remorso, do belo, do número. Cultivei a minha histeria com prazer e terror. Agora, continuo com a vertigem e hoje (...), sofri uma singular advertência : senti passar por cima de mim o vento da asa da imbecilidade"
Não há atalho para o crescimento espiritual.
