Charles Chaplin Amor Proprio
A vida é um grande segredo
no seu próprio labirinto,
não se resume em instinto,
ela molda o seu enredo,
quase sempre um arvoredo,
cujos galhos vão além,
crescem, frutificam bem
quando o solo for fecundo,
cada humano lê o mundo
pela interação que tem.
A grande massa das pessoas é influenciada e manipulada, por isso, busque seu próprio caminho. Mas, não se esqueça: nem tudo o que a grande massa faz está errado.
No confronto contra a escuridão, é fácil perder-se no próprio caminho. Quem luta contra o mal precisa lembrar que o mais importante não é apenas derrotá-lo, mas preservar a própria essência sem se transformar naquilo que combate.
Não há criatura mais cruel sobre a Terra que o próprio homem, pois é a única não isenta de raciocínio.
Viver é uma arte cheia de histórias. Seja seu próprio artista e escreva a sua história, ainda que por linhas tortas.
Quem vive tentando provar algo aos outros acaba esquecendo de viver o próprio sonho — mas a vida não espera por validações, ela sempre começa hoje.
Hoje eu me tornei mais vazio que o próprio vazio. Afinal, os humanos não têm limites, apenas conceitos e denominações para a coexistência ou para falsas sensações dos mesmos.
o racismo e feito com muito ódio e rancor e desse racismo que eu preto vejo meu próprio valor,agindo pelo ódio e também pelo impulso o racismo e visto e ouvido mais não e falado até esse certo dia q hoje eu venho e te provo ao contrário...
Viver pode ser difícil, mas ficar preso ao passado é como pausar o tempo e impedir o próprio crescimento.
Aquele que se concentra em seu próprio universo interior, transcende a sabedoria e a imensa liberdade de estar consigo mesmo.
Quem se recusa a aceitar que está errado, não está defendendo a verdade, mas apenas seu próprio ego. A verdade não é questão de orgulho, mas de honestidade intelectual.
Embora cada estrela tenha brilho próprio, é somente juntas que elas formam constelações capazes de guiar a humanidade.
Quem grita virtude aos quatro ventos muitas vezes está apenas tentando abafar o próprio vazio. A moralidade real não precisa de plateia: ela se prova no silêncio das atitudes.
Vi minha angústia e contemplei meu próprio caminho—pedras espalhadas, solidão como companhia, e um tempo onde não havia amigos nem família. O dia terminava sem ninguém ao lado, e ao amanhecer, eu buscava quem não existia. Tive privilégios que não soube reconhecer, e só quando os perdi, entendi seu valor. Esforcei-me para reconstruir, tornei-me forte e disciplinado como um soldado preparado para a batalha. Mas agora, entre ruínas, vejo que nada mudou. Voltei ao ponto de partida, como um homem que retorna ao próprio vômito. O que pensei ser avanço era apenas um ciclo, e o tempo, que deveria ser meu aliado, tornou-se um espelho do que sempre fui.
