Chamado
"O Amor e seus Amigos"
Era uma vez um sentimento chamado Amor.
Ele não andava sozinho — pelo contrário, gostava de companhia.
Seu melhor amigo era a Amizade, com quem dividia risos, abraços e tardes longas de conversa. Mas a Amizade também tinha outros amigos... Um deles era o Ciúme.
Ciúme era temperamental. Às vezes, batia a porta sem avisar. Trazia junto o Medo de Perder, que era irmão da Insegurança. E quando o Ciúme se aproximava, o Amor ficava em silêncio.
Outro que rondava era a Inveja. Chegava de mansinho, olhando tudo com olhos de comparação. A Inveja era vizinha da Ansiedade, que sempre queria apressar o tempo, prever o futuro e controlar tudo.
O Amor, paciente, apenas observava.
Certa vez, conheceu alguém diferente: a Superação. Ela vinha de lugares difíceis, carregava marcas no peito, mas tinha brilho nos olhos. Superação apresentou o Amor a uma força antiga e discreta: a Bondade.
Bondade, por sua vez, falava baixinho, mas transformava tudo por onde passava.
E quando todos pensaram que já conheciam o Amor por inteiro, chegou o Individualismo, dizendo que cada um deveria pensar só em si. Criou muros, afastou pontes e tentou isolar o Amor.
Mas o Amor... Ah, o Amor não se deixava prender.
Ele abraçou o Ciúme com paciência. Olhou a Inveja com compaixão. Acalmou a Ansiedade com presença. Caminhou com a Superação. Acolheu a Bondade. E até o Individualismo, um dia, entendeu que o Amor não exige que se apague — apenas que se compartilhe.
No fim, todos os sentimentos olharam para o Amor e perceberam:
ele já os havia vencido desde o início — não com força, mas com permanência.
Meu filho ouviu o chamado do pecado. Mas o bom Senhor nos chamou para sermos pescadores de homens que pecam e mostrarmos a eles o caminho.
A solidão enlouquece meus pensamentos, porém me fortalece pra sobreviver nesse hospício chamado mundo!
Dá sentido a vida de alguém exercendo o chamado do Senhor, é o que verdadeiramente da propósito ao genuíno cristão de uma forma intesa e significava.
“É melhor ser chamado de descrente ou louco, é melhor ser calado ou insultado, do que viver na superficialidade da mentira"..
"O homem não é apenas o provedor do lar — ele é chamado a ser presença viva de amor, cuidado e acolhimento dentro de sua casa."
Somos fragmentos partes de algo maior chamado humanidade.
Somos a mistura do branco, do preto, do indígena.
Estamos aqui desde o início dos tempos.
Meu amor já suportou tantas coisas, já foi chamado de fraco e de insuficiente mas suportou tanto!
É uma pena que não consigo amar a mim mesmo, porque só assim eu conseguiria me suportar.
Na caminhada deste grande mistério chamado vida, é preciso saber enxergar o milagre através do véu da incredulidade.
CHAMADO AO FIM
Hoje não me furtarei aos teus quereres.
Toma-me a atravessar esse abismo,
e me tornas rei sem cetro, em sonho.
Na imensidão desse mar ilusório, sigo.
Os riscos são meus, na margem de cá,
os prazeres são teus, na imersa parte de lá.
Chapisca acintosamente tua ingenuidade,
me cobres de predicados que só tu vês
e como deleite, açoita minha dopada resistência.
Mas tua audácia me enleva e me dá ânimo,
num suspiro profundo em querer te vencer
neste fatídico e irresistível capítulo do teu prazer.
O monstro chamado ódio não vai morrer enquanto houver um sistema pecaminoso,
Renegar os prazeres ofertados pelo sistema pecaminoso requer uma mente consagrada, pensamentos puros e práticas de vida santificada. Cultivando uma vida de oração e pureza. Tendo uma vida piedosa, que não se entrega as paixões deste mundo, neste tempo de caos ético e moral que vivenciamos.
Buscava por atenção, mas sempre que eu buscava eu era chamado de chato, e hoje concordconcordo plenamente com isso.
Sempre que queremos atenção passamos vergonha e somos criticados
Um sorriso chamado Scheilla...
Deus,
Sorrindo fizestes a pessoa escolhida para ser minha mãe, te agradeço.
Jorge Ben Jor falou de um país tropical, abençoado por Deus, mas, não sou flamenguista como o Ben Jor ou como o filho de Thereza, e flamenguista de coração, Sebastiao Lobato, Rio de Janeiro não! Sou São Paulo. Não o apóstolo, o Senhor sabe, mas o que tenho de parecido com o Ben Jor é que eu também tenho uma nega chamada Thereza, a pessoa mais sorridente aí do Céu.
Falando de Ben Jor de novo, ele cantou que "Aqui onde estão os homens, há um grande leilão, dizem que nele há uma princesa a venda".Sim, embora pareça que ela é só uma escrava, pois trabalha, trabalha e trabalha, são "Ao centro os senhores sentados, vendo a colheita do algodão tão branco, sendo colhido por mãos negras".
Mas ela é uma princesa, filha da rainha Therezinha, ela não é escrava, nem do serviço, nem da enxaqueca, tudo balança e dói, mas a coroa não sai da cabeça.
As mãos doloridas escrevem, ela não é escrava, ela escreve, e crava um sorriso no rosto que ninguém pode tirar, e crê, e vai, e vence e vive.
A vida dela não é fácil, mas ela não está só, tem o meu pai, tem meus irmãos, tem amigas que o Senhor deu, e ela sorri, e eu sorrio junto, sou rio, que deságua no mar que ela é, e sou parecido com Ben Jor em outro sentido, digo aos problemas: "Sai da minha frente que eu quero passar."
Minha mãe escreveu, "O sorriso chamado Thereza".
Quero falar desse sorriso chamado Scheilla, que é professora, amiga, escritora, protetora, querida, mãe, serva do Senhor, escolhida.
Ela é daquelas de teologia pura, porque ela realmente sabe do estudo a respeito de Deus, ela conhece não somente o que foi escrito, ela conhece o Senhor de convívio, de intimidade contigo.
Ela sempre nos ensinou no caminho em que devemos andar.
Desde pequeno aprendo sobre o Senhor, Poliana, tia Silvana, professoras de quando eu era criança, e minha mãe, que eu imagino que desde que eu estava ligado a ela pelo umbigo, ela já falava comigo, sobre Cristo, sobre o Senhor, Papai do céu, sobre o seu Santo Espírito, e hoje prossigo, até o dia em que estaremos sorrindo aí no céu.
Obrigado por ter me escolhido pra ser filho dela.
Daí nos a alegria da sua salvação, continua morando no meu coração, e continua comigo, porque quando vejo aquele sorriso, sinto que estás aqui, e sorrio.
Aquele sorriso é sua presença, tenho certeza, o sorriso chamado Scheilla.
Amém.
