Certas Coisas
Podem copiar o seu conhecimento sobre as coisas da terra, mas nunca poderão roubar o seu conhecimento sobre as coisas de Deus.
Fizemos tantos planos. Acreditamos em tantas coisas. Trocamos tantas juras de amor. Éramos um. De repente nos tornamos dois. Cada um no seu caminho, vivendo suas próprias experiências e vendo o mundo a partir de um único olhar. Os beijos roubados, devolvidos, que selavam sonhos e esperança parecem existir apenas no mundo das ideias. Bocas que se tornavam uma. Uma língua, linguagem e códigos indecifráveis aos demais. Os olhares, na verdade o olhar. Eram dois olhos que se convergiam em um. Uma visão, que passava a sensação de ser uma só percepção. Dois corpos adultos, que no encontro fundiam-se. Tudo tão maduro, com o gosto da inocência das infâncias. O calor que aquecia os corpos e, como um fenômeno físico da física, misturava pensamentos, desejos e consciências. Tudo sob a ciência de que eram um. Parece que nada mais permanecerá no estado em que estava. Seria tudo isso sinônimo de amar? Tudo acabou? Tudo se foi? Acredito que não. A história que estava escrita, quem sabe, continua escrita. Como toda escrita, há pontos de diferentes natureza, seja uma vírgula, um ponto de exclamação, interrogação, mas ponto final, de repente, jamais. A história continua sendo escrita. Talvez por alguns capítulos os protagonistas não se encontram, mas nos últimos, por conta da saudade e do sentimento que nunca se foi, se reencontrem. É, a vida é assim. O passado marca o presente, que por meio de um cheiro, lembrança ou qualquer coisa que traz à tona tudo de novo o "velho", faz do futuro um presente delicioso com gosto de passado, reescrevendo a história com novas compreensões e sensações, fatos que culminam no reencontro dos protagonistas. Ah, não há heróis ou perfeitos, apenas pessoas, cheias de idiossincrasias, que decidem dar um ponto final. Ponto final? Sim, para que uma nova história seja escrita. Tudo novo com velhos conhecidos. É coisa do amor. Louco mesmo. É a loucura da vida que no silêncio da noite os faz imaginar, sonhar acordados e, por isso, amar. Há quem diga que seja eterno enquanto dure, mas pode ser que dure para sempre.
É incrível quando conhecemos alguém especial ✨ em nossa vida, que faz com que aprendamos coisas ao qual não sabíamos e que faz nossa sabedoria expandir além do limite. Só Agradecer! 🙏
Pessoas psicologicamente frágeis costumam buscar em coisas fúteis um refúgio rápido, tornando-se mais propensas a desenvolver vícios como forma de preencher vazios internos.
Sinto a urgência de dizer as coisas antes que se percam.
A vida me parece uma despedida escrita em movimento,
capítulo após capítulo, sem rascunho definitivo.
Posso crer no que quiser — eternidade, alma, paraísos.
Mas, de concreto, só me foi dada esta travessia:
começo, meio e um único desfecho.
É o limite que torna tudo raro.
Existir uma vez exige atenção às muitas chances do agora.
Por isso, não deposito fé cega na promessa do amanhã.
Trocar o presente por uma possibilidade futura
é um investimento frágil demais para algo tão sério quanto viver.
Não adio palavras necessárias.
Digo meus “sins”, sustento meus “nãos”.
Cuido do que merece memória
e deixo o resto ir sem alarde.
Arrisco-me.
Lanço meus dados diariamente.
Escrevo-me, risco-me, reescrevo-me —
até que a carta, enfim, encontre seu ponto final.
Tente concluir a maioria das coisas que você começa. Se você começar muitas coisas e não concluir, você irá correr o risco de não terminar nada que começou.
Tenha constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminha é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
Tenha sempre constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminar alguma coisa é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.
A pessoa madura costuma terminar, na maioria das vezes, as coisas que começa, ao contrário do imaturo, que é mestre em iniciar tarefas que ficam sempre inacabadas.
Há muitas coisas que não nos matam, mas nos enfraquecem para sempre.
