Certas Coisas
Olhando para certas pessoas e pensando: sobrou peça na montagem e faltou o parafuso da noção.
Vilma Martins
Às vezes, a vida nos coloca diante de escolhas que parecem certas apenas porque são movidas pelo medo. Medo de sofrer, de confiar, de insistir, de acreditar mais uma vez. E, no meio desse caos, pessoas que realmente nos amam acabam pagando o preço por dúvidas que nunca criaram.
É estranho como o ser humano consegue abandonar aquilo que o fazia bem apenas porque alguém plantou uma incerteza em seu coração. Bastam algumas palavras, algumas opiniões ou alguns julgamentos para fazer alguém questionar um sentimento que, até então, parecia verdadeiro. Mas o amor nunca deixa de existir por causa dos outros; ele enfraquece quando deixamos que a voz de quem está de fora fale mais alto do que a voz do nosso próprio coração.
Com o tempo, a gente aprende que existem perdas que não acontecem porque o amor acabou. Elas acontecem porque o orgulho falou primeiro, porque a insegurança venceu a confiança, porque as dúvidas foram alimentadas mais do que as certezas. E, quando finalmente percebemos isso, muitas vezes já é tarde demais. Algumas pessoas não voltam, não porque deixaram de amar, mas porque se cansaram de esperar que alguém acreditasse nelas.
No fim, a vida tem um jeito curioso de ensinar. Ela mostra que a ausência pesa mais do que qualquer discussão, que o silêncio responde perguntas que as palavras nunca conseguiram responder e que o arrependimento costuma chegar exatamente quando já não há mais nada que possa ser feito.
Por isso, antes de desistir de alguém por causa do que ouviu, do que imaginou ou do que outras pessoas fizeram você acreditar, pergunte a si mesmo: essa decisão nasceu do meu coração ou do medo que colocaram dentro dele?
Porque existem pessoas que passam pela nossa vida para nos ensinar uma lição. Mas existem outras que aparecem apenas uma vez, e, quando vão embora, levam consigo uma parte de nós que nunca mais volta. O amor verdadeiro nem sempre termina por falta de sentimento. Às vezes, ele termina porque as dúvidas falaram mais alto do que a coragem de permanecer.
Uma prisão promovida pela liberdade
Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade.
A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade.
Reféns do medo, desejam não ter essa responsabilidade, que chamamos de liberdade.
A angústia da indecisão pode machucar mais que uma possível má escolha.
De fato, sofremos mais pelo que imaginamos, que pela realidade que vivemos.
Lembremos, que somos moldados por nossas escolhas, somos livres para escolher, e escravo das consequências.
Quanto mais opções de escolha tivermos, mais difícil será tomar decisão, e serão grandes as chances de não escolher nada, mas não decidir nada, também é uma escolha.
Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas preferem abrir mão da liberdade de escolha, preferindo que escolham por ela.
Há também um fato relevante, quanto mais opções, menor satisfação teremos com opção escolhida.
Uma dica para tomar decisões, é tornar consciente de que tudo na vida é arriscado, ou seja, nada é garantido, tudo é imprevisível, por mais segurança que temos no momento presente.
Essa conscientização, faz com que tomemos a decisão, mesmo sabendo das probabilidades.
Saiba que, existe uma dor pior que a de se fazer uma má escolha , é a dor de não ter decidido nada.
Não tenha medo de errar, não digo para sermos inconsequentes, mas correr risco faz parte da vida, se a queremos “viver.”
Escolher é determinar o rumo da vida, e não deixá-la nos levar.
Como não existe escolha sem risco, nem opção com tudo que desejamos, o equilíbrio da razão com o coração pode ser a melhor ferramenta.
Só erra quem tenta, só acerta quem tenta, só vive quem faz suas próprias escolhas. É impossível agir sem algum grau de influência, somos altamente influenciados, pela cultura, ambiente, pessoas e vida pregressa; A chave é ter a percepção do que nos foi introjetado.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para uma boa escolha, quem pouco conhece de si mesmo, mas vulnerável é em suas escolhas.
Portanto, se queremos ser o cavaleiro, e não o cavalo de nossa história de vida, devemos investir em autoconhecimento, mas até isso é uma decisão pessoal.
Certas gentes não são dignas sequer da atenção que lhes foi dada, que dirá do tempo que lhes foi concedido.
(Georgeana Alves)
Carla, às vezes me perco tentando encontrar as palavras certas e o papel continua em branco, porque o que eu sinto por você é grande demais para caber em frases prontas. É difícil explicar, é difícil escrever, e às vezes o silêncio parece ser o único que entende a imensidão disso tudo. Mas basta eu fechar os olhos e pensar em você para que tudo mude. No escuro do meu pensamento, sua luz aparece e as palavras começam a fluir com uma facilidade que eu não encontro em lugar nenhum. Ali, no silêncio do meu peito, eu entendo que você é a minha paz, o meu porto e a poesia mais bonita que a vida já escreveu em mim. Te amar é assim, um transbordo que a gente não explica, só vive
DeBrunoParaCarla
Itaipuaçu virou só nome,
um lugar que existe, mas não chama.
Como certas memórias,
que a gente evita revisitar.
DeBrunoParaCarla
Verdes, vivas, aparentemente certas…
mas tem algo errado nelas.
Como se a vida que carregam
não fosse realmente delas.
DeBrunoParaCarla
Não é a solidão que assusta, e sim a frieza de certas pessoas, que mesmo sabendo, optam apenas por buscar seus próprios interesses, pouco ou nada se importando, com a dor que podem causar...
Ser inteligente não é construir e consumir as ideias certas, mas sim respeitar e refletir sobre as influências.
Deus me quebrou com ternura, como quem entende que certas dores são o único caminho para não nos perdermos dentro de nós.
Há uma serenidade selvagem em entender que certas feridas da alma não precisam de testemunhas, apenas de silêncio para cicatrizar.
Certas tristezas não são visitas, são inquilinas. Trocam as fechaduras, instalam-se e passam a chamar o meu vazio de lar.
Compreendi cedo que certas dores não nos quebram de imediato, elas nos transformam lentamente em alguém que aprende a existir com menos inocência e mais profundidade.
O sofrimento prolongado altera a arquitetura da alma. Depois de certas dores, nunca mais voltamos a sentir o mundo da mesma maneira.
Churchill sabia que algumas vitórias custam sangue. A vida ensina que certas sobrevivências custam versões inteiras de quem éramos.
Não entendo por que certas as pessoas me perguntam se está tudo bem, se elas não vão se preocupar com as respostas e muito menos ajudar a solucionar os problemas. Qual é o interesse?
Se relacionar com certas pessoas é como amarrar uma pedra à cintura. Se você andar, terá que arrastá-la. Se a pedra rolar, ela o arrastará junto. Então, corte a corda. Solte a pedra.
“STATUS: Sem paciência pra chatear
hoje to de saco cheio pra ter que aturar certas conversas sem nexo...mais aos que são meramente pessoinhas importantes em nossas vidas, nos preenche com a presença de alguma forma e alegra nossa alma, só do simples fato de estar ai; sem precisar dizer nada com a boca, mais com os (olhos) declarando tudo.”
—By Coelhinha
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